sexta-feira, 12 de outubro de 2018

7 COISAS QUE DEUS DETESTA

 COISAS QUE SÃO DETESTADAS POR DEUS↓


1. OLHOS ALTIVOS

É ter um comportamento arrogante; é uma atitude geral do coração que faz com que alguém ridicularize ou ‘olhe com desprezo’ sobre outros. A pessoa altiva, assim como o diabo, se coloca acima de outros e, finalmente, acima de Deus.

Quando somos altivos ou arrogantes, nos tornamos o centro de atenção e tudo gira em torno de nós. Há pouca, se alguma, preocupação com o que os outros pensam e não há consideração por Deus. No orgulho e na soberba, é onde todo pecado começa.

Enquanto o orgulho sempre nos distancia de outros, a humildade aproxima as pessoas. Jesus veio em humildade porque Sua missão envolveu atrair as pessoas de volta à Deus. Porque Deus ama a humildade, Ele odeia olhos altivos.


2. A MENTIRA

Envolve fazer declarações intencionalmente falsas. Isso revela falta de piedade, porque os justos odeiam o que é falso, mas os ímpios trazem vergonha e desgraça (Provérbios 13:5).

A mentira é a marca de uma pessoa infiel, porque a testemunha sincera não engana, mas a falsa transborda em mentiras (Provérbios 14:5)

Os mentirosos amam a conversa impura e o ímpio dá atenção aos lábios maus;o mentiroso dá ouvidos à língua destruidora. (Provérbios 17:4).

Mentirosos tenham cuidado porque; sua parte estará no lago que arde com fogo e enxofre, que é a segunda morte (Apocalipse 21:8).


3. MÃOS QUE DERRAMAM SANGUE INOCENTE

A definição desta referência na Escritura é assassinar alguém que não tem culpa. Já que fomos criados à imagem de Deus, aqueles que derramaram sangue inocente desprezam não só a vida humana, mas também o próprio Deus, e o Senhor detesta os assassinos e os traiçoeiros (Salmo 5:6).

O aborto é algo que prevalece no nosso mundo de hoje que se encaixa exatamente na descrição da escritura que fala sobre “a mão que derrama sangue inocente”. Os bebês são inocentes e não fizeram nada digno de morte, mas tantas pessoas sentem que têm o direito de matar uma criança por causa da inconveniência que podem causar.

A Bíblia nos diz não matarás (Êxodo 20:13)

O maior exemplo que vemos nas escrituras da perda da vida inocente é Jesus. Quando Ele foi morto, mesmo o homem que o condenou à morte sabia que Jesus não havia feito nada de errado para merecer morrer (Mateus 27:23-24).


4. UM CORAÇÃO QUE TRAÇA PLANOS PERVERSOS 

A maldade é definida como algo ‘que é moralmente errado e com intenção deliberada de prejudicar as pessoas’.

Isto abrange pensar ou tramar mal contra qualquer indivíduo para benefício pessoal ou outras intenções maléficas. Qualquer pecado é um plano perverso, mas o coração de um homem maléfico continuamente esquema para trazer outros à ruína, seja fisicamente ou espiritualmente.

O coração trama planos maléficos, devido à astúcia e tentações do diabo. Aqueles “que no coração tramam planos perversos e estão sempre provocando guerra. 3 Afiam a língua como a da serpente; veneno de víbora está em seus lábios.  4 Protege-me, Senhor, das mãos dos ímpios; protege-me dos violentos, que pretendem fazer-me tropeçar” (Salmo 140:2-4).

Pois, do interior do coração dos homens vêm os maus pensamentos, as imoralidades sexuais, os roubos, os homicídios, os adultérios, 22 as cobiças, as maldades, o engano, a devassidão, a inveja, a calúnia, a arrogância e a insensatez. 23 Todos esses males vêm de dentro e tornam o homem ‘impuro’,“ (Marcos 7: 21-23).

“O coração é enganoso acima de todas as coisas, e desesperadamente perverso: quem pode conhecê-lo?” (Jeremias 17:9). Portanto, todas as intenções e reflexões do coração do homem são naturalmente malignas se ele não tem uma relação com seu Criador e Salvador – “Mas se andarmos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros , e o sangue de Jesus, seu Filho, purifica-nos de todo o pecado.” (1 João 1: 7)


5. PÉS QUE SE APRESSAM PARA FAZER O MAL 

Aqueles, cujos pés se apressam rapidamente ao mal, não mostram nenhuma resistência ao pecado e perecerão.

A Palavra nos diz: “Não participem das obras infrutíferas das trevas; antes, exponham-nas à luz.” (Efésios 5:11).

Devemos viver pelo Espírito, e de modo nenhum satisfarão os desejos da carne. (Gálatas 5:16). E não entristeçam o Espírito Santo de Deus, com o qual vocês foram selados para o dia da redenção” (Efésios 4:30).

Devemos “resistir ao diabo e ele fugirá de você” (Tiago 4:7).


6. A TESTEMUNHA FALSA QUE ESPALHA MENTIRAS 

Já vimos que Deus odeia “a língua mentirosa”. Aqui temos um tipo mais específico de mentira. Deus odeia uma falsa testemunha – alguém que comete perjúrio, acusando uma pessoa inocente de algo que eles não fizeram.

A proibição de dar testemunho falso é o nono dos Dez Mandamentos, e o Novo Testamento também o condena. Porque, a testemunha falsa não ficará sem castigo, e aquele que despeja mentiras perecerá. (Provérbios 19:9).

Os cristãos são novas criações em Cristo (2 Coríntios 5:17), e, como tal, refletimos Sua natureza. Nós fomos liberados de nosso “velho homem” com suas práticas más, tais como mentir e dar testemunho falso.


7. AQUELE QUE PROVOCA DISCÓRDIA ENTRE IRMÃOS 

Em muitas situações, conflitos entre irmãos e até mesmo dentro da igreja parece inevitável, mas qualquer um que intencionalmente provoca perturbação da paz no corpo de Cristo desagrada a Deus, já que isto dá razão para que outros pequem e para eles continuarem a pecar (1 João 2: 9-11; 4:19-21).

As pessoas, que fofocam ou caluniam de outros, geralmente se sentem plenamente justificadas no que estão dizendo. Mas a questão de saber se uma pessoa se sente ou não justificada no que está dizendo não tem nada que ver com o assunto. Deus odeia quando alguém espalha contenda. Isso não significa que não devemos lidar com conflitos ou admoestar uns aos outros. Mas devemos fazê-lo de uma forma que minimiza a contenda.

Jesus buscou intensamente a unidade entre Seus seguidores. Jesus orou pela unidade entre Seus seguidores (João 17). De fato, Jesus orou para que Seus discípulos tivessem o mesmo grau de unidade e sinceridade que Ele tinha com o Pai.

Deve haver unidade acima de tudo na família porque: “O homem que se divorcia de sua mulher”, diz o Senhor, o Deus de Israel, “faz violência ao que ele deve proteger”, diz o Senhor dos Exércitos. Tende, pois, cuidado de vós mesmos e não sejais infiéis!” (Malaquias 2:16)



AMADOS, Deus tem a cura para todos esses pecados se quisermos honrá-Lo.

Aqui estão apenas alguns delas.↓

“A tristeza segundo Deus não produz remorso, mas sim um arrependimento que leva à salvação, e a tristeza segundo o mundo produz morte.” (2 Coríntios 7:10)

“Darei a vocês um coração novo e porei um espírito novo em vocês; tirarei de vocês o coração de pedra e lhes darei um coração de carne. 27 Porei o meu Espírito em vocês e os levarei a agirem segundo os meus decretos e a obedecerem fielmente às minhas leis.” (Ezequiel 36:26-27)

E finalmente: “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo, e nos perdoará os nossos pecados e nos purificará de toda injustiça” (1 João 1:9).


Adaptdado de Mission Venture Ministries
#PastoraMércesVasconcellos

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Pecado, Satanás e Insanidade. Deus Cura a Alma♥

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Pecado, Satanás e Insanidade.
Deus Cura a Alma.
John Piper
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Uma das formas pelas quais o brilho auto-autenticador de Deus reluz através das Escrituras cristãs é através do esplendor do diagnóstico que elas apresentam da doença que afeta a alma das pessoas que você conhece.
Isso pode acontecer em duas direções. Você pode ler algo que a Bíblia diz a respeito da natureza humana e a partir daí começar a ver que seu diagnóstico é mais revelador do que qualquer outra coisa. Pode ser que ele seja confirmado em vários casos ou em um único caso com uma força arrebatadora.
Ou pode se dar na outra direção. Pode ser que você faça um diagnóstico da doença da alma de alguém após uma longa e atenta observação e, mais tarde, leia uma passagem bíblica que lhe acerta como um raio de confirmação divina.
Escorregando para a Incredulidade
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Considere o seguinte exemplo quanto à segunda forma pela qual a genialidade da sabedoria auto-autenticadora de Deus é experimentada: existe alguém, ou um casal, ou alguns amigos com os quais você se importa muito. Num primeiro momento, eles parecem cristãos. Eles concordam com todas as doutrinas cruciais. Eles vão à igreja. Eles mantém suas vidas livres dos pecados escancarados. Então você passa a notar uma mudança. Ou talvez eles sempre tenham sido assim e o papo e atitude de crente eram uma fachada. Eles parecem distantes quando o rumo da conversa se dirige para Jesus ou sua obra na história e no mundo. Eles parecem não ter interesse nenhum. Você nota que durante os momentos de louvor eles não se envolvem de verdade. Tudo parece ser feito no piloto automático.
Você percebe que eles parecem não ler suas bíblias ou conversar sobre qualquer coisa relacionada a Deus. Quando tem oração, eles nunca participam. Eles ficam em silêncio. Quando discutem questões pessoais ou sociais, nunca relacionam nada com Deus, Jesus ou com a Bíblia. Eles falam da mesma maneira que uma pessoa sem nenhum interesse ou discernimento espiritual falaria. A linguagem do coração desapareceu de seus lábios.
E então você vê o que realmente está fazendo-os vibrar. Filmes, programas de TV, dançarinos, cantores e atletas famosos. Você percebe uma desproporção estranha entre a intensidade do envolvimento deles e a superficialidade do tópico. Quanto mais superficial (por exemplo, roupas e eletrônicos), mais intenso é o interesse. Você se impressiona com a incongruência.
Daí, você começa a ouvir a linguagem suja. As palavras censuráveis. E depois vêm as críticas verbais direcionadas às pessoas religiosas. O desmerecimento daquelas pessoas legalistas. Aos seus ouvidos, soa, estranhamente, como se eles estivessem se auto-justificando. O pensamento de que isso é a descoberta da liberdade cristã desapareceu há muito tempo, agora você os viu começando a caminhar em sintonia com o mundo.
A igreja sai de cena. A Bíblia ficou para trás há muito tempo. Agora, os mecanismos de defesa estão a todo vapor, se houver qualquer esforço de sua parte para achegar-se a eles com alguma preocupação bíblica ou espiritual e fazê-los se abrir com você. Comportamentos questionáveis se multiplicam. Os relacionamentos deixam de ser significativos. Até os casamentos se tornam cadinhos de alienação. Os planetas de suas vidas estão orbitando ao redor de outro sol além de Jesus e você se descobre indesejado, até mesmo ignorado.
As Quatro Facetas do Diagnóstico
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Em meio a tudo isso, você está tentando desesperadamente entender o que aconteceu. Isso é surpreendente. Você tateia à procura de categorias para colocar tudo isso em palavras. Você analisa a situação a partir de tantos ângulos quanto possível na esperança de ver algo que faça sentido. Depois de algum tempo, você se dá conta de que viu essa tragédia de quatro ângulos diferentes.
O Coração
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De um ângulo, você vê que esta é uma reviravolta assombrosa do coração para longe de Cristo. Embora costumasse amar a Cristo e nele confiar, o coração retornou ao mundo. Assim como no caso de Paulo com sua trágica perda de Demas. Houve um tempo em que ele fazia parte do time de Paulo e até havia sido mencionado junto com Lucas: “Saúda-vos Lucas, o médico amado, e também Demas” (Colossenses 4.14). Mas, então, em 2 Timóteo 4.10 vem o seguinte: “Porque Demas, tendo amado o presente século, me abandonou”. E você acredita que, certamente, o diagnóstico é uma grande necessidade de arrependimento. O coração deve regressar a Cristo como o tesouro supremo, que satisfaz plenamente. O coração deles retornou ao mundo como o novo amor de suas vidas. A necessidade é regressar.
A Verdade
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Vendo por outro ângulo, você vê que eles estão agindo como se estivessem completamente cegos para a verdade. Como se eles estivessem olhando a verdade diretamente nos olhos e não estivessem enxergando-a. Você se sente absolutamente perplexo porque, com certeza, eles a conhecem. Antes, eles conheciam a verdade. Verdades a respeito da grandeza de Deus, de sua justiça, sabedoria, bondade e valor. Verdades a respeito de Cristo e seu sofrimento imensurável pelos pecadores, sobre o fato de ele estar vivo e reinando hoje e sobre seu retorno. Verdades a respeito do juízo e do inferno.
E você acredita que o diagnóstico, certamente, é que a grande necessidade é pela verdade. Eles precisam chegar a um renovado conhecimento da verdade. “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8.32). Você se pergunta se eles estão entre aqueles sobre os quais Paulo diz: “porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos.” (2 Tessalonicenses 2.10).
A Razão
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Vendo ainda por um outro ângulo, você vê que eles perderam a sanidade mental. Isso é loucura. Eles estão agindo como se estivessem malucos. Eles precisam recobrar o juízo. Você se lembra de comportamentos totalmente malucos e inexplicáveis de certos personagens bíblicos como Judas e Geazi. Judas rouba dinheiro bem debaixo do nariz do Filho de Deus (João 12.6)! Geazi mente para Eliseu dizendo que não foi a lugar algum, sem falar que engana Naamã para pegar a prata e o ouro (2 Reis 5.25). Insanidade! Você não pode roubar de Jesus e mentir para um profeta que ressuscita mortos. Isso é insano. Amar o dinheiro certamente deixa você louco.
E você acredita que o diagnóstico, certamente, é que eles precisam cair em si mesmos. Eles precisam acordar do estupor mental no qual estão. Eles precisam recuperar sua razão, pois isso é completamente irracional.
O Diabo
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E a partir de um quarto ângulo, você percebe que isso é demoníaco. Eles venderam suas almas para o diabo. Eles pecaram tão profundamente que estão sob o poder do diabo. A mudança é tão bizarra, tão destrutiva e causa tanta dor às pessoas ao redor deles que só pode ser o diabo. Essa é a forma de ele trabalhar – enganador e assassino desde o começo (João 8.44).
E você acredita que a única esperança é que Deus os liberte e os faça livres. Que Deus esmague a armadilha que os detém para que eles possam escapar das garras do diabo. De alguma forma, eles precisam ser libertos de “o príncipe da potestade do ar” (Efésios 2.2).
A Barragem é Rompida
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Você pensa consigo mesmo: “Que condição horrível para se estar” – um coração que precisa de arrependimento, uma mente com uma necessidade desesperada de verdade, uma perda irracional da sua razão e escravizado pelo diabo. Você agoniza com um sentimento de desesperança enquanto pensa, “qualquer uma dessas quatro condições seria o suficiente para destruir uma pessoa, mas as quatro juntas!”
E então, um dia, sentado no seu sofá com sua Bíblia aberta, você para, impressionado com as seguintes palavras:
Na esperança de que Deus lhes conceda o arrependimento, levando-os ao conhecimento da verdade, para que assim eles voltem à sobriedade e escapem da armadilha do Diabo, que os aprisionou para fazerem a sua vontade.
                                        (2 Timóteo 2.25-26)
Você pisca. Você lê mais uma vez. E mais uma vez. Então as lágrimas começar a encher seus olhos. Essa emoção é totalmente inesperada. Por que estou chorando? E você percebe que acabou de ver a glória de Deus. Ele não apenas proporcionou palavras para os mesmos quatro diagnósticos que você estava percebendo, mas ele ainda fez isso dizendo, “isso não é difícil demais para mim. Eu sou Deus. Eu sou soberano. Não prometo que salvarei todas as pessoas impenitentes, enganadas, irracionais e endemoninhadas. Mas isso eu digo: eu sou capaz e pode ser que eu o faça”. “Na esperança de que Deus lhes conceda…”
Você percebe que as lágrimas são lágrimas de esperança. Uma barragem de desesperança é rompida pelas palavras soberanas, “na esperança de que Deus lhes conceda!”
Você percebe que tudo o que você esteve vendo em seu querido descrente foi revelado a você por Deus, porque tudo está lá na sua palavra com uma clareza ofuscante – lado a lado com sua soberania. Vem sobre você como um raio de confirmação. E você sabe: essa é a palavra de Deus. Ele conhece a enfermidade da alma humana como nenhum outro ser humano conhece. E somente ele é o médico capaz de conceder arrependimento, revelar a verdade, restaurar a razão e libertar do Diabo. Ninguém exceto Deus, por intermédio de Cristo, fornece esse diagnóstico e essa esperança soberana.
Então, você nota como prosseguir. Está bem ali em 2 Timóteo 2.24-25, “Ora, é necessário que o servo do Senhor não viva a contender, e sim deve ser brando para com todos, apto para instruir, paciente, disciplinando com mansidão os que se opõem, na expectativa de que Deus lhes conceda não só o arrependimento para conhecerem plenamente a verdade”.
Essas palavras são seguidas pelas seguintes: “na esperança de que Deus lhes conceda o arrependimento…”. A soberania de Deus em conceder o arrependimento, a verdade, a razão e a libertação não faz de Paulo alguém fatalista ou passivo. Faz de Paulo alguém cheio de esperança, humilde, bondoso, pedagógico, paciente e manso.
E à medida que você pondera esse plano de mansidão e verdade, mais uma vez você sabe: Deus está falando aqui! Esse conselho é a glória da sabedoria do alto (Tiago 3.17). Você se curva em reverência, porque você está na presença de Deus.
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Fonte: aminoapps.com
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POSTAGEM: https://www.facebook.com/PastoraMercesVasconcellos/

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

sábado, 19 de março de 2016

AS FRIEZAS DO INVERNO. Pastora Mérces

https://www.youtube.com/watch?v=5iFcy3JXMWA

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

O QUE É IGREJA?

O que é Igreja?


 

Me preocupa muito o conceito atual de “Igreja” que muitas denominações possuem. Hoje vemos muitas igrejas investindo verdadeiras fortunas em construções enormes e luxuosas, mármores, madeiras caríssimas, exageros e mais exageros, milhares e milhares de lugares, tudo para construir um “templo” para Deus. Fico acompanhando a construção destas mega-igrejas e as chamadas “campanhas” que são feitas para arrecadar as “ofertas” para tal construção. Muitos membros dessas igrejas são seriamente pressionados a estar “lançando sua oferta” para a construção do templo, se não ofertar a pessoa corre o risco de ficar de fora da “benção e da unção especial”.
Não tenho nada contra a arrecadação para construção de um local onde a igreja possa se reunir, pois a necessidade em nosso contexto nos implica a termos um local onde possa acomodar todo o corpo de Cristo. Porém o que vemos por aí é totalmente diferente. Existe muito exagero, enquanto muita gente, até mesmo da própria igreja passam dificuldades financeiras gravíssimas, gastam-se com fortunas para a construção destes luxuosos prédios “5 estrelas”, com direito a camarotes para pregadores e cantores gospel convidados, locais de "honra" para membros da direção da congregação. Uma verdadeira "acepção de pessoas".
O pior de tudo isso é que o conceito de “igreja” está totalmente vinculado a estes templos, como se vivêssemos ainda na época do Antigo Testamento, como se precisássemos ainda de tabernáculos, santo dos santos, arca da aliança, altares e mais altares, como se ainda seria necessário construir templos mais luxuosos e monumentais dos que Salomão construiu em sua época. Estão literalmente recosturando o véu que a Cruz já rasgou, estão reconstruindo o que Jesus derrubou, estão abafando a graça e trazendo a lei novamente para nossos dias! Isto é muito sério. Vejam estas imagens abaixo:

Parece um Maracanã Nos Estados Unidos, o pastor Joel Osteen,
da Igreja Lakewood, prega para uma multidão de 16 000 fiéis
num ginásio esportivo convertido em templo
ao custo de 95 milhões de dólares

O impacto da luz: Por fora, a Catedral de Cristal, na Califórnia,
lembra um prédio de escritórios. Por dentro, as 10 000 placas de vidro
proporcionam uma iluminação natural destinada a "elevar os espíritos"

A fé dos coreanos: A Igreja Yoido Full Gospel, na Coréia do Sul,
e sua imensa mesa de som e iluminação. Os sermões são
transmitidos em coreano, árabe, inglês, japonês e mais cinco idiomas

Dá para chegar de helicóptero: O templo Mega Fráter, na Guatemala,
possui heliporto e uma torre de estacionamento com sete andares.
Seu nome significa Grande Irmão. É o maior templo da congregação
Fraternidade Cristã, com capacidade para 12 000 pessoas

O maior do Brasil: Nos cultos mais disputados, o Templo da Glória,
da Igreja Pentecostal Deus É Amor, em São Paulo, é tomado pelas vozes
de 60 000 fiéis. Uma equipe de 450 pessoas administra a multidão,
que tem à disposição 600 banheiros



Templo maior da IURD - Rio de Janeiro

Conferência profética MIR (Ap. Renê Terra Nova) em Brasília



Conferência profética MIR (Ap. Renê Terra Nova) em Brasília



Festa dos tabernáculos - Sara Nossa Terra - DF
É chocante! Acreditem: Igrejas carismáticas estão trazendo de volta a lei! Com direito a chofás proféticos, bandeiras de Israel para todos os lados, nomes pronunciados em hebraico, etc... Há quem confunda o Templo judaico com os templos cristãos, atribuindo a estes a designação de “casas de oração” que, como se pode ler nos evangelhos (Mt 21:12-17, Mc 11:15-18, Lc 19:46, Jo 2:13-16) se referem ao Templo judaico, onde, aliás, Jesus fez tal pronunciamento quando expulsou dele os vendilhões que o profanavam.
Também é costume apelar a um certo tipo de “reverência” nos templos cristãos, usando um texto, em Eclesiástes 5:1: “Guarda o teu pé quando fores à casa de Deus...”Ora, essa casa, no contexto vetero-testamentário é certamente o templo judaico. Quem aplica hoje esse texto às casas de culto cristão, talvez defenda um culto em que não haja lugar para o convívio entre os participantes, e se pretenda dar mais ênfase a uma espécie de silêncio supersticioso nesse lugar “sagrado”, como se ele fosse mais sagrado do que qualquer outro. Seja como for, parece-nos que aquele texto não pode fundamentar essa pretensão.
Há muitas práticas e atitudes “judaizantes” no cristianismo atual. Estas e outras, de que talvez uma das mais graves é a ênfase que certas igrejas dão ao Antigo Testamento, baseando nele lições e prédicas, sistematicamente, de tal modo que, por vezes, num culto dito “de pregação do Evangelho” não está presente Evangelho nenhum, nem é anunciado Jesus, o Cristo, a Palavra de Deus viva e vivificadora. Apenas antiguidades éticas, poéticas ou históricas, algumas arrepiantes, mas não as Boas Novas de alegria, de paz, de esperança e de amor. Essas igrejas, por vezes, mais parecem sinagogas do que comunidades cristãs. São as chamadas igrejas apostólicas proféticas, muitas delas adeptas ao G12 e similares.
Afinal, desde quando houve "templos" cristãos? Não foi o próprio templo, globalmente, a principal recuperação material proveniente do paganismo?
Os cristãos primitivos tinham templos? O Templo de Jerusalém era um templo cristão? Obviamente que não. Os cristãos, até ao quarto século, reuniam-se em casas particulares, como podemos verificar em múltiplas passagens, por exemplo em Romanos 16:5 e 1 Co 16:19. Mais tarde, chegaram a reunir-se em catacumbas, refugiando-se das ferozes perseguições de que foram alvo. Também se juntavam nas sinagogas e no Templo de Jerusalém, mas esses não eram os seus espaços. Esses espaços pertenciam aos judeus. Os mesmos freqüentavam para dar testemunho de Cristo aos israelitas, procurando evangelizá-los.
Dizem os construtores dos “mega-templos” que estão construindo um “palácio para Deus”. Fico imaginando como essas pessoas interpretam Atos 7:48 onde diz que Deus não habita em templos feitos por mãos de homens. Será que não sabem que Deus jamais habitará em palácios feitos por homens?
Agora, o pior é colocar ainda a salvação do crente vinculada à igreja (templo), ou seja, se não estiver na igreja (templo), está no mundo e não é salvo. Que falta de sabedoria Bíblica!

Por causa desta grande confusão, quero aqui colocar minha análise sobre o assunto. Espero que este artigo sirva de alerta ao Povo de Deus.
Primeiramente precisamos analisar o que não é Igreja e o que é Igreja.
Vou transcrever um texto que saiu na revista Ultimato que expressa exatamente este pensamento:

Igreja não é templo, não é sinagoga, não é mesquita. Não é o santuário onde os fiéis se reúnem para cultuar a Deus. Igreja é gente, e não lugar. É a assembléia de pecadores perdoados; de incrédulos que se tornam crentes; de pessoas espiritualmente mortas que são espiritualmente ressuscitadas; de apáticos que passam a ter sede do Deus vivo; de soberbos que se fazem humildes; de desgarrados que voltam ao aprisco.
Igreja é mistura de raças diferentes, distâncias diferentes, línguas diferentes, cores diferentes, nacionalidades diferentes, culturas diferentes, níveis diferentes, temperamentos diferentes. A única coisa não diferente na Igreja é a fé em Jesus Cristo.
A Igreja não é igreja ocidental nem igreja oriental. Não é Igreja Católica Romana nem igreja protestante. Não é igreja tradicional nem igreja pentecostal. Não é igreja liberal nem igreja conservadora. Não é igreja fundamentalista nem igreja evangelical. A Igreja não é Igreja Adventista, Igreja Anglicana, Igreja Assembléia de Deus, Igreja Batista, Igreja Congregacional, Igreja Deus é Amor, Igreja Episcopal, Igreja Holiness, Igreja Luterana, Igreja Maranata, Igreja Menonita, Igreja Metodista, Igreja Morávia, Igreja Nazarena, Igreja Presbiteriana, Igreja Quadrangular, Igreja Reformada, Igreja Renascer em Cristo nem igrejas sem nome.
A Igreja é católica (universal), mas não é romana. É universal (católica) mas não é a Universal do Reino de Deus. É de Jesus Cristo, mas não dos Santos dos Últimos Dias. Porque é universal, não é igreja armênia, igreja búlgara, igreja copta, igreja etíope, igreja grega, igreja russa nem igreja sérvia. Porque é de Jesus Cristo, não é de Simão Pedro, não é de Martinho Lutero, não é de Sun Myung Moon, não é de Bento XVI.
Em todo o mundo e em toda a história, a única pessoa que pode chamar de minha a Igreja é o Senhor Jesus Cristo. Ele declarou a Cefas: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja” (Mt 16.18).
Não há nada mais inescrutável e fantástico do que a Igreja de Jesus Cristo. Ela é o mais antigo, o mais universal, o mais antidiscriminatório e o mais misterioso de todos os agrupamentos. Dela fazem parte os que ainda vivem (igreja militante) e os que já se foram (igreja triunfante). Seus membros estão entrelaçados, mesmo que, por enquanto, não se conheçam plenamente. Todos igualmente são “concidadãos dos santos” (Ef 2.19), “co-herdeiros com Cristo” (Ef 3.6; Rm 8.17) e “co-participantes das promessas” (Ef 3.6). Eles são nada menos e nada mais do que a Família de Deus (Ef 2.19; 3.15). Ali, ninguém é corpo estranho, ninguém é estrangeiro, ninguém é de fora. É por isso que, na consumação do século, “eles serão povos de Deus e Deus mesmo estará com eles” (Ap 21.3).
A Igreja de Jesus, também chamada Igreja de Deus (1 Co 1.2; 10.22; 11.22; 15.9; 1 Tm 3.5 e 15), Rebanho de Deus (1 Pe 5.2), Corpo de Cristo (1 Co 12.27) e Noiva de Cristo (Ap 21.2), tem como Esposo (Ap 21.9), Cabeça (Cl 1.18) e Pastor (Hb 13.20) o próprio Jesus.
A tradicional diferença entre igreja visível e igreja invisível não significa a existência de duas igrejas. A Igreja é uma só (Ef 4.4). A igreja invisível é aquela que reúne o número total de redimidos, incluindo os mortos, os vivos e os que ainda hão de nascer e se converter. Eventualmente pode incluir pecadores arrependidos que nunca freqüentaram um templo cristão nem foram batizados. Somente Deus sabe quantos e quais são: “O Senhor conhece os que lhe pertencem” (2 Tm 2.19). A igreja visível é aquela que reúne não só os redimidos, mas também os não redimidos, muito embora passem pelo batismo cristão, se declarem cristãos e possam galgar posições de liderança. É a igreja composta de trigo e joio, de verdadeiros crentes e de pseudocrentes. Dentro da igreja visível está a igreja invisível, mas dentro da igreja invisível nunca está toda a igreja visível. A Igreja de Jesus é uma só, porém é conhecida imperfeitamente na terra e perfeitamente no céu.



Agora que sabemos o que não é igreja e o que é igreja, vamos para uma análise teológica.
Em 1º lugar, Jesus afirmou categoricamente que o local de adoração não é nem em Jerusalém (Templo judaico) nem em Samaria, nem num monte nem no outro, poisDeus é espírito e o importante é que o adoremos em espírito e em verdade (Jo 4:20 e 24), seja onde for. Quando Jesus expirou na cruz, o véu do Templo rasgou-se de alto a baixo (Mc 15:38) e, cerca de 70 anos depois, toda a cidade de Jerusalém foi destruída (Lc 19:43-44, Mt 24:1-2), incluindo o próprio Templo, do qual resta apenas o muro das lamentações, como se sabe.
Templo de Deus é Jesus, o mesmo disse: Destruí este santuário, e em três dias o reconstruirei.” – referindo-se ao seu corpo. (Jo 2:19-21).
Templo de Deus somos nós: “Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo que habita em vós...?” ( 1 Co 3:16-17 e 6:19)


A IGREJA SÃO AS PESSOAS

Na verdade a essência do conceito cristão de Igreja não são quatro paredes, não são ogivas e vitrais, não são cúpulas e abóbadas, não é uma torre sineira ou um claustro. Também não é um edifício ao qual se justapõe uma cruz como símbolo ou outro qualquer elemento. Não são mega-templos construídos com ouro, mármore, madeiras caras, nem tampouco galpões enormes com altares vermelhos e púlpito de madeira serejeira.
Através da Bíblia vemos claramente que a Igreja são as pessoas.
A palavra para Igreja no original Grego é “Ekklesia”, que significa “Assembléia de pessoas - congregação - reunião". Ou seja, "são pessoas que se reunem" e não o local onde as mesmas se reunem.
A Igreja não é o templo para a habitação de Deus. Deus não habita num templo feito de pedra ou de mármore mesmo que revestido de ouro. O templo não serve para transmitir a idéia de Deus nem para acolher a Deus.
A Bíblia é bem clara quando refere que Deus não habita em templos feitos pelas mãos dos homens.(At 7:48)



NÓS SOMOS AS CASAS DE DEUS
As casas em que Deus habita somos nós!
“Entretanto, não habita o Altíssimo em casas feitas por mãos humanas; como diz o profeta: O céu é o meu trono, e a terra o estrado dos meus pés; que casa me edificareis, diz o Senhor, ou qual é o lugar do meu repouso? Não foi, porventura, a minha mão que fez todas estas coisas?” (Atos 7.48-50).
Deus nos criou para Ele e é precisamente na reconciliação que reside a essência do plano de salvação que Jesus veio para concretizar e consumou através da Sua morte e ressurreição. Através de Jesus temos acesso ao Pai e podemos viver permanentemente em Sua presença.
Jesus referiu a respeito de si próprio de uma forma muito clara e explícita:
“Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” (João 14.6).
O apóstolo Paulo quando pelo Espírito Santo escreve em primeira mão aos Coríntios e depois a todos em toda a parte e em todo o tempo afirma que somos templos em que o Espírito de Deus habita em nós: “Acaso não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?” (1 Coríntios 6.19).
O mesmo apóstolo Paulo ainda escreve aos Corintos: “Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito Santo habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado.” (1 Coríntios 3:16-17)
O autor de Hebreus nos mostra exatamente a superioridade da Graça através de JESUS sobre a Antiga Aliança, a Lei de Moisés, e o mesmo mostra o que é a Casa de Deus na Nova Aliança:
“Pois toda casa é estabelecida por alguém, mas aquele que estabeleceu todas das coisas é Deus. E Moisés era fiel, em toda a casa de Deus, como servo, para testemunho das coisas que haviam de ser anunciadas; Cristo, porém, como Filho, em sua casa; a qual casa somos nós, se guardarmos firme, até ao fim, a ousadia e a exultação da esperança.” Hebreus 3:4-6
Fomos edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, este fundamento é JESUS como pedra angular e, uma vez edificados no mesmo como pedras vivas deste novo edifício, somos a habitação de Deus no Espírito, sendo assim, parte deste edifício feito de pessoas na Nova Aliança:
“Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular; no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor, no qual também vós juntamente estais sendo edificados para habitação de Deus no Espírito.” Ef 2:20-22
“também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo.” 1 Pe 2:5



A CASA DE ORAÇÃO
Este é o termo que por excelência traduzia o espaço em que nos reunimos para cultuar a Deus em conjunto e que infelizmente começa a cair em decadência.
Falar com Deus e ouvir Deus é o que significa a oração. Como Igreja nos congregamos para falar com Deus, ouvir Deus e falar de Deus.
Neste sentido a Casa de Oração é um espaço caracterizado não pela grandiosidade ou pela imponência, mas pela simplicidade e singeleza que não são sinônimas de mau gosto e desleixo, antes bem pelo contrário.
Uma Casa de Oração não é compatível com a idéia de uma “obra faraônica”, em que se projeta a ostentação e o poder financeiro.
Como cristão evangélico não defendo de modo algum a construção de catedrais ou basílicas, de mega-igrejas luxuosas que não soam bem com a prática de culto vivo, espontâneo, participativo, festivo, informal. Anseio pela possibilidade de espaços amplos e modestamente confortáveis para acolher todas as pessoas que desejam orar e cantar, louvar e adorar, celebrar e partilhar a fé no Deus que habita em pessoas de carne e osso que o recebem como único e suficiente Salvador e Senhor.
Nestes espaços não há lugar para os ídolos, para imagens, para santos de pedra e madeira, para símbolos pagãos ou para fetiches e amuletos místicos.
A Igreja do primeiro século, no período chamado paleocristão na História da Arte, reunia-se em espaços adaptados. Não temos que nos sentir demasiado desconfortáveis com o fato de nos dias de hoje devido a fatores de ordem politico-social e econômica muitos de nós nos reunirmos em espaços adaptados.



A CENTRALIDADE DA PALAVRA
Na Casa de Oração onde se juntam aqueles que “são Casa de Deus” o elemento que estrutura e organiza o espaço tem que ver com a Palavra através da qual Deus nos fala e nós ouvimos Deus falar. A Bíblia lida e explicada é o elemento central do espaço de culto cristão evangélico porque o alimento do cristão é a Palavra que sai da boca de Deus como Jesus referiu claramente citando as Escrituras: “Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus.” (Mateus 4.4).
Era assim que acontecia na Igreja primitiva, foi assim que voltou a acontecer com o movimento da Reforma protestante e é assim que hoje em dia nos devemos manter, porque é este o padrão bíblico. Era assim também que sucedia na sinagoga judaica no tempo de Jesus Cristo conforme nos relatam os evangelhos: “Indo para Nazaré, onde fora criado, entrou, num sábado, segundo o seu costume, e levantou-se para ler. Então lhe deram o livro do profeta Isaías, e, abrindo o livro, achou o lugar onde estava escrito: O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar aos pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e apregoar o ano aceitável do Senhor. Tendo fechado o livro, devolveu-o ao assistente e sentou-se; e todos na sinagoga tinham os olhos fitos nele. Então passou Jesus a dizer-lhes: Hoje se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir.” (Lucas 4.16-21).



A COMUNHÃO DOS SANTOS
Dois outros elementos marcantes do espaço de culto são o batismo e a mesa da Ceia do Senhor aos quais está intimamente ligado à comunhão dos fiéis. Pelo batismo se expressa publicamente a morte para a velha vida e a ressurreição para a nova vida, e através da Ceia do Senhor celebramos a ressurreição de Jesus até que ele volte. Deixar de ter estes dois elementos na Igreja é caminhar para um buraco herético bem profundo e distante do verdadeiro Cristianismo.


Portanto, finalizo esta postagem desejando que, você que está lendo a mesma possa refletir sobre o verdadeiro significado da Igreja, o significado Bíblico, bem diferente do que vemos hoje em dia em muitas igrejas.
A igreja somos nós em sua essência, os pecadores que são salvos em Cristo Jesus pela graça, em comunhão e unidade, a Igreja invisível universal, porém visível em localidade. Igreja jamais será um templo de quatro paredes construídos por homens. O nosso culto a Deus nunca será resumido em um templo nas reuniões dominicais, em um local cheio de tradicionalismo, de hierarquias, ou de um tabernáculo neotestamentário onde precisaríamos de sacerdotes e de ofertas e olocaustos pelos nossos pecados. O nosso culto a Deus sempre será racional, com base na Palavra, em nossas próprias vidas, 24 horas por dia, pelo resto de nossa história, e também através de nossa unidade em Cristo como Igreja, vivendo crescendo como Corpo de Cristo verdadeiramente, tudo isto graças a Nova Aliança, através de Jesus temos acesso ao Pai, e temos a promessa de vida por toda a eternidade, Aleluia.
Realmente precisamos repensar nosso conceito de Igreja!
Em Cristo, Ruy Marinho
fonte: 
http://bereianos.blogspot.com.br/

POSTAGEM: Pastora Merces Vasconcellos