quarta-feira, 13 de abril de 2011

QUAL É O SEU CHAMADO? VOCÊ ESTÁ NO LUGAR CERTO?

QUAL É O SEU CHAMADO?
Tenho um amigo que dirige 140 km todos os dias para ir até o nosso seminário. Depois de já ter feito uma faculdade e para minha surpresa, veio conversar comigo algum tempo atrás porque tinha dúvida se tinha chamado ou não de Deus. Para mim era tão óbvio que sim. Juntamente com ele, recebo esta pergunta quase todo fim de semana ou acampamento que eu vou. Pessoas querem saber se o que sentiram ou sentem é um chamado de Deus para missões.
Não acredito que os vocacionados ao ministério, como missionários ou pastores, são os únicos que recebem um chamado de Deus. Acredito que todos nós precisamos um dia responder qual é o nosso chamado. Que pena que a busca para ouvir o chamado de Deus se mistura aos 17 anos à imensa pressão de decidir qual curso vai fazer e em que faculdade vai estudar. Os testes vocacionais são baseados em habilidades e afinidades. Isso é muito importante, mas não é tudo. Simplesmente porque não conta com o lado divino da coisa, é só baseado no indivíduo.
Para nós que acreditamos que existe um Deus e que Ele decidiu se relacionar com a gente de forma especial em uma parceria de respeito e intimidade, é preciso entender que não pode ser apenas um teste ou tendência de mercado que vai definir o que vamos fazer.
A base de todo o chamado é o serviço ao próximo diante de Deus. Somos chamados para servir, independente do que você vai fazer na vida, sempre terá que se perguntar: como vou servir ao próximo no que vou fazer o resto da minha vida? Tenho que me envergonhar diante de Deus pelo que estou fazendo? Por isso acredito que todos temos que entender em Cristo a base do chamado de nossas vidas.
Mas acredito que, além disso, Deus tem para cada discípulo um chamado específico. E é este que a maioria dos jovens não sabe identificar.
Para facilitar, vou separar em três etapas as formas que as pessoas encaram o que vão fazer da sua vida até chegar ao chamado. Se esta revelação vai ser em uma noite ou em vários anos é outra conversa.

A primeira é quando você encara o que vai fazer como uma ocupação. Não importa muito qual é o trabalho e nem se você gosta e se sente bem, o que importa é o dinheiro, pois essa ocupação é em princípio por pouco tempo. Como você quer ser um advogado e aceita um emprego no fim do ano em um shopping? O grande problema é: por quanto tempo você vai viver fazendo uma coisa simplesmente por dinheiro?

A segunda forma é quando você encara o que vai fazer como uma carreira profissional. Essa você se afina com o que faz, se preparou com cursos e faz bem. Não está lá só pelo dinheiro ou para se manter ocupado até chegar algo melhor.
Mas mesmo estando em um lugar que se encaixa com você, o seu coração está em outro lugar. Aí você se pega trabalhando, correndo para chegar, por exemplo, o fim de semana e ajudar dando aula de música em uma comunidade carente perto de onde você mora. O problema é que você sabe que faz o que tem habilidade, mas o seu coração não esta lá, e isso o seu patrão vai perceber logo. Por que essa é a sua habilidade, mas não é necessariamente o seu chamado.

A terceira etapa é quando você faz porque você sabe que você foi criado para fazer isso, mesmo quando você volta do trabalho, se pega pensando nele, falando dele e até gastando seu dinheiro nele.
Toma muitas vezes decisões abrindo mão do lado financeiro, para realizar o que está no seu coração. O salário é importante, mas o que satisfaz o seu coração é ver trabalho cumprido. Aí sim, quando você chegou a essa etapa, e viu que com isso você serve o próximo na presença de Deus, você entendeu o seu chamado.
As pessoas estão dispostas a viver toda a vida quando acham uma carreira profissional, mas estão dispostas a morrer quando encontram seu chamado! Foi assim com o nosso mestre!
Marcos Botelho

sábado, 9 de abril de 2011

O AMOR É A MOTIVAÇÃO


PASTOR PAULO JUNIOR FALA SOBRE O AMOR INCONDICIONAL PARA UM LÍDER CRISTÃO!
"Aquele que não ama não conheçe a Deus, pois Deus é amor"(1João 4.8)

sábado, 2 de abril de 2011

O RESULTADO DA PAIXÃO DE UM HOMEM!

Título: O INFERNO NASCEU DA PAIXÃO DE UM HOMEM

O INFERNO NASCEU DA PAIXÃO DE UM HOMEM!

Salomão, o filho mais moço de Davi com Bate-Seba, nasceu em Jerusalém por volta do ano 1000 a.C. e seu pai pôs-lhe o nome de Salomão, que quer dizer pacífico, por antecipação da paz e tranqüilidade que havia de caracterizar o reino de seu filho. Salomão reinou por quarenta anos em grande esplendor! Salomão errou em estabelecer um harém onde recolheu cerca de mil mulheres. Não poucas dessas mulheres eram princesas que ali estavam como penhores de amizades e alianças políticas, por conseqüência, eram estrangeiras e idólatras, que lhe perverteram o coração a ponto de ser induzido por elas a erigir altares e templos aos seus deuses. O relato bíblico é muito claro, pois está escrito no Primeiro Livro dos Reis, capítulo 11, vers. 1 a 9. “E o rei Salomão amou muitas mulheres estrangeiras, além da filha de Faraó: moabitas, amonitas, edomitas, sidônias e hetéias, das nações de que o Senhor tinha falado aos filhos de Israel: Não chegareis a elas, e elas não chegarão a vós; de outra maneira perverterão o vosso coração para seguirdes os seus deuses. A estas se uniu Salomão com amor. . E tinha setecentas mulheres, princesas, e trezentas concubinas; e suas mulheres lhe perverteram o coração. Porque sucedeu que, no tempo da velhice de Salomão, suas mulheres lhe perverteram o coração para seguir outros deuses; e o seu coração não era perfeito para com o Senhor seu Deus, como o coração de Davi, seu pai, Porque Salomão seguiu a Astarote, deusa dos sidônios, e Milcom, a abominação dos amonitas. Assim fez Salomão o que parecia mal aos olhos do Senhor; e não perseverou em seguir ao Senhor, como Davi, seu pai. Então edificou Salomão um alto a Quemós, a abominação dos moabitas, sobre o monte que está diante de Jerusalém, e a Moloque, a abominação dos filhos de Amom. E assim fez para com todas as suas mulheres estrangeiras; as quais queimavam incenso e sacrificavam a seus deuses. Pelo que o Senhor se indignou contra Salomão; porquanto desviara o seu coração do Senhor Deus de Israel, o qual duas vezes lhe aparecera.”

Dentre tantos lugares escolhidos para a edificação de altares a deuses pagãos na cidade de Jerusalém, estava o “Vale do filho de Hinom”; em Hb. {èoNih-}eb yØ"G . Neste lugar, no fim de sua vida, o rei Salomão ergueu altares a Moloque, seduzido pelas mulheres amonitas a quem amou loucamente. Nos séculos seguintes os israelitas ofereciam seus filhos a Moloque, queimando-os no Vale dos filhos de Hinom e nos altos de Tofete. Sl. 106: 38; Jr.7:31; 2 Rs. 23:10. Um dos descendentes de Salomão, o rei Manassés, que reinou entre 696 a.C. a 642 a.C. foi profundamente afetado pela adoração às divindades pagãs, e também queimou alguns de seus filhos no altar de Moloque em Hinom. “Fez ele também passar seus filhos pelo fogo no vale do filho de Hinom, e usou de adivinhações e de agouros, e de feitiçarias, e consultou adivinhos e encantadores, e fez muitíssimo mal aos olhos do Senhor, para provocá-lo à ira.” 2 Cr.33:6. Foi dentro deste contexto religioso e abominável aos olhos do Senhor, que foi crescendo e se fortalecendo no inconsciente coletivo judaico o “Vale de Hinom”, como sendo o símbolo do inferno. Nos dias da vida e ministério do Senhor Jesus, em seus ensinamentos, nosso Senhor falou acerca do “fogo da Geena” no texto gr. geennan tou= puroj, em muitas traduções da Bíblia está escrito “fogo do inferno”. Mt. 5: 22, 29, 30; Mt.10: 28; Mt.18: 9; Mt.23: 15, 33; Mc.9: 43, 45, 47; Lc. 12:2; Tg.3:6. O Senhor Jesus, sendo judeu, e sabendo que o seu próprio povo tinha a Geena, como o símbolo do Inferno, transmitiu alguns de seus ensinos considerando este simbolismo, conforme alguns textos acima nos dão conta. Ele fez referência a este símbolo conhecido por praticamente todo judeu contemporâneo, e alguns rabinos até acreditavam que ali no Vale de Hinom ou Geena estava a porta para o inferno! Geena é uma transliteração fonética do hebraico, Gehinom “Vale de Hinom”; diz respeito à mesma localização geográfica, uma depressão profunda que ficava ao sul de Jerusalém. Nos dias de Cristo o lixo da cidade de Jerusalém era lançado na Geena, ou seja, no Vale de Hinom. Era possível ver o fogo queimando diuturnamente e também, corpos de animais e de indigentes, que ali eram jogados, entrando em estado de putrefação e sendo comidos por vermes; dentro desta realidade é que o Senhor Jesus disse: “Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga.” Mc.9:48. Daí justifica dizer à luz da própria Escritura Sagrada, que o inferno nasceu da paixão de um homem! Em seu simbolismo é claro! O rei Salomão foi este homem apaixonado!
Pr.Durvaldo de Faria C. Duarte

terça-feira, 8 de março de 2011

domingo, 30 de janeiro de 2011

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Orgulho na Liderança Cristã. DOENÇA FATAL



Bispo Roberto McAlister, hoje ja falecido mas deixou pregações que tem muito a falar em nossos corações...Título desta pregação: ORGULHO, dividida em 5 PARTES com duração Total de aproximadamente: 45 minutos

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Clamor pelas Nações - QUEIMA EM MIM

FELIZ E ABENÇOADO 2011, NO TEMOR DO SENHOR

A Paz do Senhor amado irmão (a). Que neste ano de 2011 você viva segundo o coração do Pai.

O PAI TE DIZ:  "Repousa sobre ti o meu Espírito, o Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do Senhor. Deleite-se no temor do Senhor; não julgue segundo a vista dos seus olhos, nem repreenda segundo o ouvir dos seus ouvidos."

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

VIDA PASTORAL E SUA MISSÃO

Vida pastoral e sua missão
Ser pastor é uma grande bênção concedida por Deus. O pastor é uma pessoa que tem um ideal, que tem uma missão, um chamado divino e que sente arder dentro de si o desejo de pastorear de maneira digna, honesta e fiel. Ele tem consciência de que aquele que o comissionou irá pedir-lhe os resultados do seu trabalho, um dia. Por isso, o pastor sente a necessidade de realizar o melhor trabalho possível para agradar o sumo Pastor. Mas, na vida pastoral, nem tudo são flores; pelo contrário, as lutas são implacáveis. Não é difícil encontrar pastores desanimados, desmotivados; às vezes, quase sem fé e completamente desgastados pelos problemas da vida ministerial.
Existem também aqueles pastores que confiam em Deus e têm experiências reais com ele, mas que, ao mesmo tempo, apresentam uma vida espiritual medíocre e indiferente às necessidades das pessoas que estão sob seus cuidados. Eles parecem não perceber que necessitam ter seus ministérios revitalizados pela graça e pelo poder da palavra de Deus, a fim de que seu trabalho possa transmitir luz, confiança e atingir os resultados esperados pela Igreja e pelo Senhor. Por que será que alguns pastores passam por esse tipo de situação? Quando se quer detectar as causas de muitas insatisfações e derrotas na vida ministerial, entre outras razões, o relacionamento familiar deteriorado ocupa um lugar de destaque. Sabemos que a maioria das pessoas pensa que a família do pastor não tem problemas; afinal de contas, ele é um dos representantes de Deus na terra, tem autoridade espiritual sobre a vida de muita gente, faz aconselhamentos, realiza visitas, levando palavras de esperança, tem sempre uma resposta para os problemas alheios e fala de assuntos importantíssimos.
Quando assume a tribuna para pregar, o pastor ensina o que se deve e o que não se deve fazer. “Não é possível que uma pessoa assim possa ter problemas na vida conjugal e no relacionamento com os filhos!”, pensamos. Mas, infelizmente, esse pensamento não é verdadeiro. Talvez uma das tarefas mais difíceis de ser administrada pelo pastor é a condução de sua própria família. Entre as muitas famílias que compõem uma comunidade cristã, sem dúvida alguma, a família de destaque é a do pastor. Ela vive sob os holofotes dos olhares curiosos do rebanho. Os fatos relacionados a essa importante família estão sempre refletindo de forma positiva ou negativa no comportamento das ovelhas apascentadas pelo pastor.
Isso, sem dúvida, deveria trazer uma reflexão mais profunda sobre o papel do pastor como chefe de sua família; a final, não é fácil liderar um lar que se sobressai de forma tão evidente. As pressões externas sofridas pelos membros da família do pastor, aliadas a uma liderança interna fraca por parte dele, resultam, muitas vezes, em dramas terríveis a serem vividos pela Igreja e pela sociedade. Quantas vezes, o pastor assiste, perplexo, ao naufrágio do seu casamento, ou, incrédulo, a o rumo que os filhos dão às suas vidas, abraçando os costumes mundanos? Esse drama familiar não é novo. A Bíblia é farta nos exemplos deixados por grandes líderes do povo de Deus, que, apesar do sucesso alcançado nas funções de sacerdotes e de reis, experimentaram o sabor amargo da derrota, quando tiveram de enfrentar as lutas dentro de casa (I Sm 3:13, 8:13, II Sm 18:33, I Rs 1:6).
É evidente que ninguém está livre das desventuras familiares, mas, quando o problema aparece na família do pastor, a repercussão toma grande vulto e aumenta em muito os danos na comunidade que o rodeia. No padrão bíblico para a família pastoral (I Tm 3:2-7), o pastor deveria ter a sua conduta de vida e a liderança de sua família firmada dentro dos seguintes princípios: ser marido de uma só mulher; ser irrepreensível em todas as atitudes; ser vigilante contra todos os ataques que pudessem sobrevir à sua família; ser sóbrio e consciente, para tomar todas as decisões necessárias ao bem estar familiar; ser honesto em todos os negócios de que fizer parte; exercer a hospitalidade para com todos; ser uma pessoa que se dedique a buscar conhecimento, pois uma das suas principais obrigações é estar em condições de ensinar; não alimentar vícios de espécie alguma, por ter consciência do quanto isso seria danoso à formação dos filhos; riscar a palavra violência do seu vocabulário; não ter como objetivo as riquezas materiais, mas, sim, buscar os valores morais, espirituais e éticos, que devem ser diariamente incorporados ao caráter dos componentes da família; ser moderado na forma de pensar, de falar, de agir, de trabalhar; não dar lugar às discussões geradoras de contendas com esposa, filhos, amigos, crentes; ter como objetivo a ser alcançado o bem-estar do próximo, de maneira tal que não haja nem sombra de egoísmo e avareza no seu modo de viver; ser um administrador da sua casa, digno da admiração de todos, principalmente da esposa e dos filhos; ter, principalmente, o entendimento de que, para cuidar da casa de Deus, precisa cuidar primeiro da sua casa; ter o bom senso de tributar todo o sucesso de suas conquistas, em qualquer área de sua vida, a Deus, evitando, dessa forma, problemas de ordem espiritual; finalmente, zelar pelo seu bom testemunho, como quem tem um tesouro precioso e quer conservá-lo a qualquer preço.
Se esse elenco de qualidades, que o Espírito Santo relacionou, através do apóstolo Paulo, fosse observado pelos homens que ocupam o cargo de pastor, não haveria razão para estarmos escrevendo este artigo. Afinal, essas orientações divinas estão na Bíblia há dois mil anos. Basta uma análise simples do texto, para concluir que um pastor que viva baseado nessas orientações terá a sua família vacinada e, portanto, imunizada, contra as terríveis doenças que estão corroendo muitas famílias pastorais e levando algumas à extinção. Muitos líderes podem dizer que é quase impossível atingir a qualidade de vida apresentada pelo Espírito Santo através de Paulo. Mas é falsa essa visão. O texto de I Tm 3:2-7 não foi escrito e recomendado para os anjos, mas, sim, para ser aplicado à vida de homens comuns, chamados para pastorear o rebanho de Deus. O padrão de qualidade exigido pelo Espírito Santo é uma meta a ser alcançada, através de uma vida determinada e disciplinada, pelo estudo sistemático da Palavra, pela comunhão com o Senhor, pela oração constante e pela confiança na graça e misericórdia de Deus.
A Bíblia ensina o caminho. Trata-se, portanto, apenas de se ter disposição para aprender e obedecer (Rm 15:4; Tg 1:22). Podemos então afirmar que o pastor é o responsável pelo rumo dado à sua família. Não há dúvida de que o trabalho exercido na função pastoral é extremamente árduo. Mas a constatação desse fato não exime o pastor de sua função de marido, pai, amigo, companheiro. Então, o que fazer? Em primeiro lugar, o pastor não pode esquecer que, na maioria dos casos, a esposa e os filhos não escolheram o cargo de “família de pastor”. A esposa, muitas vezes, sofre muito com o que as pessoas exigem dela, sentindo-se incapaz, às vezes, pela imaturidade ou pela falta de preparo para lidar com problemas de tão grande envergadura, como a condução de uma igreja. Outras vezes, ela se sente insegura, porque muito da carga familiar acaba sob sua responsabilidade, o que a deixa exausta. E aquele que um dia prometeu ser o seu amparo, proteção, confidente e companheiro das horas difíceis torna-se uma pessoa distante e fora do seu alcance.
Às vezes, ela vê o seu marido ser paciente com tantas pessoas, inclusive com ovelhas mulheres; observa que, por mais cansado que ele esteja, sempre tem um sorriso para os que o rodeiam e percebe que, na maioria das vezes, o encantamento dura até a hora que volta para casa, cansado e esgotado. A esposa é obrigada a se contentar com muito pouco, e, às vezes, não sobra nada mesmo, em termos de atenção e carinho. É natural que um sentimento de rejeição, frustração e ciúmes tome vulto, e uma esposa que seria uma excelente companheira acaba sentindo-se preterida e transformando-se num verdadeiro impedimento ao trabalho pastoral, porque ela vê na Igreja uma rival poderosa, com a qual não pode competir.
Da mesma forma, esse problema irá refletir na vida dos filhos, que se enchem de ciúmes ao verem o pai preocupado com o filho “de todo o mundo”, demonstrando isso através do abraço no filho de um irmão, da oração e do aconselhamento aos filhos dos outros, enquanto que, para os de casa, nunca sobra tempo, nem ao menos para uma conversa. Isso sem falar no “exemplo” de vida que é exigido deles, por serem filhos do pastor. Se, para o pastor, o ministério é árduo, para a sua família o é também. Alguns pastores, a pretexto de servirem a Deus e de desempenharem bem o seu trabalho na igreja, colocam a família em segundo plano ou simplesmente a omitem de seus projetos. Às vezes, visitam tanto o rebanho que acabam se tornando uma visita dentro de sua própria casa. O pastor que age dessa forma torna-se um estranho: desconhece os acontecimentos rotineiros da família e acaba sem autoridade para orientar, aconselhar, educar e tomar as decisões necessárias para o bom andamento da vida doméstica.
As necessidades de sua esposa e de seus filhos são por ele ignoradas. Outros pastores centralizam na sua pessoa o comando de todas as atividades da Igreja. O que acontece? Não sobra tempo para coisa alguma, absolutamente. São consumidos pelo ativismo. Não estamos defendendo a idéia de que o trabalho pastoral tem de deixar de ser feito por causa das necessidades da família. Não! A questão é esta: o pastor deve organizar-se de tal forma que possa ter ações equilibradas entre suas responsabilidades como pastor, como esposo e pai (Lc 11:42). O afastamento das obrigações familiares, por parte do pastor, pode representar, no futuro, o afastamento dos familiares de Deus. Ficará difícil, para uma criança, entender que Deus é amoroso e bondoso, quando vê que a pessoa mais importante do mundo para ela, que é o seu pai, não pode lhe dar atenção, atribuindo a falta de tempo ao “trabalho de Deus”. Muitas vezes, os filhos de pastor, vêem Deus como um concorrente desleal; afinal, ele “ganha” sempre! Esses pensamentos podem trazer deformações significativas na construção da vida espiritual dos membros da família.
O pastor que pensa na sua família, quando organiza sua agenda de trabalhos, com certeza, obterá melhores resultados no cumprimento de suas tarefas junto à igreja que pastoreia. Os fantasmas do fracasso, do desânimo, da desmotivação e tantos outros que possam surgir serão expulsos, porque o pastor conta com o apoio de uma família feliz e equilibrada, emocionalmente e espiritualmente. A família pode e deve ser um dos meios usados por Deus, pelo qual seu servo possa encontrar forças para desenvolver, a contento, as suas atividades pastorais. A família bem estruturada é uma fortaleza contra as tentativas diabólicas de destruir um ministério produtivo. O pastor deve cuidar de sua família com o mesmo zelo que lhe é exigido no cuidado com a Igreja. Deve separar tempo, a fim de oferecer atenção especial à esposa e aos filhos. São inúmeras as atividades que podem ser desenvolvidas em família, que, além de prevenirem os males, têm a capacidade de fazer milagres no relacionamento familiar. São coisas simples como um passeio (sem nenhuma finalidade específica) para tomar um sorvete ou andar, assistir um programa de televisão juntos, fazer uma refeição diferente da rotina da casa, comprar um presente para alguém, brincar com os filhos, contar histórias, fazer elogios sinceros, auxiliar o filho numa lição de casa, levá-lo para a escola, ajudar a esposa num serviço que ela esteja fazendo, e, principalmente, cultuar ao Senhor Deus na sua casa.
A esposa e os filhos precisam se sentir importantes na vida do esposo e do pai. Da mesma forma que, como pastor, ele não falta a um compromisso assumido com os irmãos, como esposo e pai, não deve, de forma alguma, deixar de cumprir os compromissos assumidos com a sua família. Esse papel de esposo e pai não deve ser encarado como mais uma obrigação, mas, sim, como uma experiência extremamente agradável e revigorante, pois faz parte dos planos de Deus para a família dos seus ungidos (Pv 5:18; Ec 9:9; I Pe 3:7). As sugestões oferecidas são simples de serem seguidas, mas não basta tomar conhecimento delas e nem achá-las corretas; o que se precisa fazer é praticá-las. Para se ter uma família unida e cooperadora, é preciso investir nela todos os dias. Uma família feliz não é fruto de um passe de mágica.
A paciência, a compreensão, a renúncia, o autocontrole, a oração e a comunhão são exercícios que devem ser praticados diariamente. É um trabalho feito com muito amor e que traz resultados certos. Uma família vivendo dentro dos princípios cristãos é o suporte para o desenvolvimento de um ministério sadio. Se as coisas em casa estiverem bem, o pastor resolverá com facilidade os problemas que certamente surgirão no seu ministério. O Salmo 128 diz que o homem que teme ao Senhor tem de ser feliz e ter uma família feliz também. É uma promessa de Deus a se cumprir na vida de todos os pastores e servos de Deus.
prMax Castro.Facebook

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

VOCÊ É UM MINISTRO DE VALOR

Valorização e Motivação do Ministro
Vivemos em um mundo de constante mudança, onde a velocidade destas chega a nos surpreender, devemos buscar a cada dia renovo espiritual e motivação para acompanhar esta dinâmica evolutiva. Isto nos faz necessário, pois o que percebemos na maioria das igrejas de nossa cidade é: a desvalorização e a falta de motivação, com isso, surpreenderam com a falta de compromisso dos membros. O que fazer mediante essas circunstâncias? De quem é o erro?
1. Reconheça o seu valor:
“ Não importa o que aconteceu ou o que vai acontecer, jamais perdemos nosso valor.”
Ainda que falhassem ou deixamos de realizar grandes projetos, não deixamos de sermos ungido de Deus. Continue e tente novamente.
2. Aceite o seu valor:
“Devemos aceitar a nossa qualidade”
Costumamos não aceitar o valor do que somos e queremos mudar aquilo que Deus nos fez. Trabalhar naquilo que não gostamos é complicado. Mas lembre-se, Deus conta com você nesta missão. Moisés não queria ser líder, mas Deus só contava com ele para libertar o povo do Egito. Seu nome tem que relacionar com suas qualidades:
Moisés (nome), Libertador (qualidade); João(nome), Batista (batizava) era sua qualidade; Jesus ( nome), Cristo (Ungido) era a qualidade do nosso Senhor.
No dicionário Aurélio a palavra “ Aceitar” = tomar para si. Portanto, tome para si aquilo que Deus te deu.
3. Acredite no seu valor
“O maior patrimônio que possuímos é a pessoa que somos”
Muitos ministros não acreditam naquilo que faz, estão inseguros, não aceitam, não acreditam, não tem sonhos e nem visão. Se deixarmos Deus tomar a frente do ministério, com certeza, seremos um grande campeão da fé. A atitude é nossa, mas o agir é de Deus. Jesus pagou o preço de sangue porque você tem valor, Ele pagou 100% do seu preço pra que tenhamos 100% da vitória em nome dEle.
4. Levem as pessoas além do que elas podem alcançar
“Faça pelos outros os que elas não podem fazer por si mesma”
Um Ministro que não atualiza seus conhecimentos fica na retaguarda. Ler nos traz conhecimento e respeito. Atualizar com esse mundo contemporâneo nos faz maduros e capazes. Não fiquem para traz,
ATUALIZE-SE.
Enriqueçam seu conhecimento
“ Se você sente que estudar é amargo, seja convícto que os frutos são doces”
Jesus tinha as palavras certas nas horas certas. Os grandes líderes convenciam através das palavras certas que estimulavam. Tenha a palavra certa no momento certo. Não se precipite!
Os Grandes líderes conheciam algo que os demais não conheciam.
Portanto não devemos sentir desvalorizados, somos valorizado pelo Senhor Jesus Cristo que pagou o preço por nós sem arrependimento.
Seja um CAMPEÃO NA FÉ e um MOTIVADOR em nome de Jesus. Pr. José Marcelo

sábado, 13 de novembro de 2010

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

A Atitude é tudo?

VOCÊ FAZ A DIFERENÇA
John Maxwell

Você já ouviu alguém dizer: "Atitude é tudo"? Bem, parece ser verdade, mas infelizmente não é assim que as coisas funcionam.

Se você tivesse perguntado a mim sobre a importância da atitude há 20 anos atrás, eu teria dito: "Sua atitude é a única diferença entre o sucesso e o fracasso. Você é apenas um sonho longe do sucesso!". Naquela época, eu achava que, se você acreditasse, poderia alcançá-lo, e tudo o que tinha de fazer era dar um jeito para as coisas acontecerem.

Encontramos esse mesmo princípio presente em nossas igrejas, determinando a atitude de muitos cristãos. Ancorados em sua "atitude de fé", eles pensam ser capazes de fazer qualquer coisa: pregar, cantar, ensinar, ministrar, etc. Mas é ilusória a promessa de que atitude é tudo. Na verdade, se você acreditar que atitude é tudo, isso de fato poderá mais machucá-lo do que ajudá-lo. Se assim fosse, então a única coisa que separaria a minha carreira da de um cantor bem-sucedido seria eu acreditar que posso cantar. Mas, acredite, há outro fator que se interpõe em meu caminho: TALENTO. Você pode realmente desejar de todo o coração cantar para Deus, mas dificilmente chegará a ser um Marcos Witt, ganhador de dois prêmios Grammy. Você pode realmente desejar ser um pregador, mas talvez nunca chegue a ser como Billy Graham.

Então, há algum valor em ter uma boa atitude? Claro que sim! É a atitude que faz a diferença! Atitude não é tudo, mas pode fazer uma grande diferença em sua vida.

Marcos Witt, por exemplo, não somente dedicou-se ao estudo de piano e canto por anos para desenvolver seu talento, mas também teve atitudes que fizeram a diferença entre ele e os demais garotos que estudaram com ele no mesmo conservatório.

Você precisa descobrir o que a atitude pode e o que ela não pode fazer por você, e como você pode fazer dela uma qualidade para melhor servir onde você foi chamado. A atitude é como um sentimento interior que se expressa pelo comportamento exterior. As pessoas sempre projetam no exterior o que sentem no interior. Algumas pessoas tentam encobrir sua atitude e podem enganar os outros por um bom tempo. Mas essa "capa" não dura muito tempo. A atitude sempre vem à tona. Por isso, não importa quão talentoso você seja, sua atitude sempre revelará se você realmente deseja aplicar seus talentos para servir à causa de Cristo.

Sua atitude é como o pincel da mente; é ela que dá cor a cada aspecto de sua vida. Ela pode pintar tudo de cores claras e brilhantes, criando uma obra-prima, ou transformar tudo em algo escuro e sombrio. Você certamente conhece algum cristão inteligente e talentoso, que em lugar de acreditar que Deus pode usar sua vida para impactar sua nação, entregando-se de forma apaixonada e cheia de fé ao seu chamado, prefere enterrar-se em uma atitude conformista. Também conhece o irmão cheio de fé e entusiasmo, que sem qualquer habilidade esforça-se para impactar essa mesma nação. Raro é encontrar o cristão que usa seus talentos para impactar a nação, motivado por uma atitude de fé e ousadia.

Antes de começar a questionar por que vemos atitudes tão diferentes entre nós, lembre-se: todos somos diferentes. Cada pessoa nasce como um ser único. Todos somos tão diferentes quanto nossas impressões digitais. Até gêmeos que são geneticamente idênticos têm personalidades distintas. E seu tipo de personalidade, seu "jeito natural", tem influência direta sobre sua atitude. Mas isso não quer dizer que você esteja preso à sua personalidade, de maneira alguma. Mas sua atitude certamente sofrerá o impacto dela.

Sua atitude pode ser determinada por diferentes fatores,
tais como sua personalidade, o ambiente ao qual você foi exposto enquanto crescia, palavras positivas ou negativas que você pode ter ouvido ao longo de sua vida, a imagem que você tem de si mesmo, sua maneira de pensar, e as escolhas que você faz.

Portanto, para mudar sua atitude, você precisa trabalhar essas áreas em sua vida, pois é a atitude que separa os melhores do restante. É ela que separa o medalhista de ouro do medalhista de prata nas olimpíadas; é ela que separa o empresário de sucesso daquele que não tem sucesso; é ela que faz a diferença entre aqueles que levantam suas mãos durante o apelo na pregação do domingo, e os que voltam para suas casas da mesma maneira; é ela que faz a diferença entre os que se sentam nos bandos das igrejas por anos a fio, apenas recebendo, e os que se levantam para dar suas vidas em prol do Reino.

É a atitude que separa o jovem rico, do cego sentado à beira do caminho.

A atitude não pode fazer tudo sozinha, mas irá ajudá-lo a superar obstáculos enquanto você procura aperfeiçoar seus talentos. Para mudar sua vida, você deve optar por assumir a responsabilidade por sua atitude e fazer o possível para que suas escolhas sejam bem sucedidas.

Sua atitude realmente pode vir a fazer diferença. Só depende de você.


John Maxwell - um dos maiores especialistas do mundo em liderança. Em 1985, ele fundou a Injoy, empresa que oferece consultoria sobre liderança e ética profissional a várias corporações norte-americanas. Com mais de trinta livros escritos (muitos dos quais incluídos em listas de mais vendidos de jornais e revistas de prestígio, como The New York Times, USA Today, Wall Street Journal e Business Week), Maxwell também encontra tempo para o ministério pastoral. Aliás, é nos ensinamentos bíblicos que o autor encontra a fonte de sua filosofia de trabalho, baseada na máxima segundo a qual "tudo começa e termina na liderança".

Sonico

Sonico: VEJA O VÍDEO: COMO SE NO HOUVESSE TIEMPO, VOY A VIVIR

Sonico

Sonico
CRISTÃOS MADUROS ESPERANDO OU VIVENDO UM GRANDE AMOR

domingo, 31 de outubro de 2010

E NÃO VOS EMBRIAGUEIS COM VINHO...MAS ENCHEI-VOS DO ESPÍRITO

Enchei-vos do espírito

EFÉSIOS  5.18
"E não vos embriagueis com vinho ... mas enchei-vos do Espírito"


Aqui somos orientados a evitar o que nos prejudica e chegar àquilo que noz faz bem.

Trata-se de algo mais do que mera embriaguez,Paulo se refere provavelmente a uma forma orgiástica de adoração, tal qual praticada no culto a Dionízio (baco) o deus do vinho. O ritual seguia vários estágios de embriaguez, tidos como incorporações da divindade nos participantes, inspirando profecia, dança frenética e música.
Para evitar a embriaguez, devemos ficar longe da bebida (Provérbios 23.31),

A BÍBLIA DIZ QUE HÁ 3 TIPOS DE PESSOAS:

 
 Agora vamos fazer uma inversão;
A natural: ela desconhece a Cristo, para ela tudo é natural
A carnal; ela conheceu a Cristo e o deixa e começa a beber:
Que bebida? ... a cerveja? O uísque? O vinho? A vodka? O conhaque? Etc....
Pior que isto:. O vinho da mentira, O vinho da divisão, O vinho da idolatria, O vinho da feitiçaria, O vinho da incredulidade, O vinho da insanidade, O vinho da pratica sexual ( fornicação, adultério e prostituição), O vinho da ira, O vinho da discórdia, O vinho do ciúme, O vinho da glutonaria, O vinho da bebedice, O vinho das facções, O vinho da impureza, O vinho da lascívia e O vinho da inimizade,etc...

O Homem Carnal não pode experimentar a vida cristã abundante e frutífera
. O Homem carnal confia em seus próprios esforços para viver a vida cristã:
. Tem uma experiência espiritual cheia de altos e baixos
. Não entende a si mesmo - deseja fazer o que é certo, mas não consegue.

O Homem espiritual tem uma vida cristã abundante e frutífera
. Disse Jesus: ".............Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente." João 10.10
. Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dará muito fruto; pois sem mim, nada podeis fazer." João 15.5
. Mas receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra" Atos 1.8

Você pode ser cheio do Espírito Santo agora mesmo, se você:. Desejar sinceramente ser controlado e fortalecido pelo Espírito Santo (Mateus 5:6; João 7:37-39).
. Confessar os seus pecados. Pela fé agradeça a Deus o fato de lhe haver perdoado todos os pecados - passados, presentes e futuros - porque Cristo morreu por você (Colossenses 2:13-15; 1 João 1; 2:1-3; Hebreus10:1-17).
. Apresente a sua vida a Deus (Romanos 12:1-2).
• Pela fé tome posse da unção do Espírito Santo, de acordo com:

1. A Ordem de Deus - Seja cheio do Espírito Santo. "E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito" (Efésios 5:18)
2. A Promessa de Deus - Ele responderá quando orarmos de acordo com Sua vontade. "E esta é a confiança que temos Nele, que, se perdirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que ele nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que alcançamos as petições que lhe fizemos". (1 João 5.14,15)
Conselho de Pastores, Teólogos do Brasil e Exterior
NATURAL,  ESPIRITUAL, CARNAL
A natural:
(aquela que ainda não recebeu a Cristo)

"O homem que não tem o Espírito não aceita as coisas que vêm do Espírito de Deus, pois lhe são loucura; e não é capaz de entendê-las, porque elas são discernidas espiritualmente" (1 Coríntios 2:14)
VIDA CONTROLADA PELO "EU"
O "EU" no centro da vida e CRISTO do lado de fora da vida. Ações e atitudes controladas pelo "EU" , resultando em discórdias e frustrações.

A espiritual:
(aquela recebeu a Cristo e tem a sua vida dirigida pelo Espírito de Deus)

O homem espiritual julga todas as coisas, mas ele mesmo não é julgado por ninguém. Pois quem conheceu a mente de Senhor, que o possa instruir.. Nós porém temos a mente de Cristo" 1 Corintios 2.15,16).

VIDA CONTROLADA POR CRISTO
CRISTO no centro da vida e O "EU" fora do centro.Ações a atitudes controladas por CRISTO, resultando em harmonia com o plano de Deus.

A carnal:
(aquela que já recebeu a Cristo, mas vive em derrota, porque confia em seus próprios esforços para viver a vida cristã)

E eu irmãos, não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a meninos em Cristo. Com leite vos criei e não com manjar, porque ainda não podíeis, nem tampouco ainda agora podeis, porque ainda sois carnais, pois havendo entre vós invejas, contendas e dissenções, não sois, porventura, carnais e não andais segundo os homens? 1 Coríntios 3.1 a 3.
VIDA CONTROLADA PELO "EU"
O "EU" entronizado e CRISTO destronado.Ações e atitudes controladas pelo "EU", resultando em discórdias e frustrações.

sábado, 25 de setembro de 2010

CAIXINHAS DE PROMESSAS BÍBLICAS

 RECADO DE DEUS PARA TODOS NÓS QUE SOMOS SEUS FILHOS: BUSQUEM LER E ESTUDAR A PALAVRA DE DEUS;  POIS A MENSAGEM É VIVA E PODEROSA E CORTA MAIS DO QUE QUALQUER ESPADA AFIADA DOS DOIS LADOS, ELA VAI ATÉ O LUGAR MAIS FUNDO DA ALMA E DO ESPÍRITO, VAI ATÉ O ÍNTIMO DE CADA PESSOA  E JULGA OS DESEJOS E PENSAMENTOS DOS CORAÇÕES HUMANOS. Hebr.4.12

http://www.evelynsplace.kit.net/caixinhadepromessas.htm

AMAR " SOLAMENTE" NÃO BASTA - SAÚDE DO ESPIRITO, ALMA E CORPO

AMAR " SOLAMENTE" NÃO BASTA - SAÚDE DO ESPIRITO, ALMA E CORPO

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

A ORAÇÃO SERVE PARA ALGUMA COISA?

A pergunta é capciosa, não há dúvida, mas válida se considerarmos que vivemos numa época onde impera o funcional e o pragmático. Hoje não há tempo para o incerto e o intangível. O mistério do divino foi ocultado por nosso racionalismo funcional. Por isso, nos perguntam: Por que crer no céu como solução para os enormes problemas da terra? Não haverá meios mais eficazes e decisivos para acabar com as situações indignas do ser humano? Em outras palavras: 
Podemos orar e estar seguros de que serve para alguma coisa?

Estas são inquietações honestas que surgem, sobretudo, ao se olhar a realidade angustiante de nosso mundo. A fome, a pobreza, a corrupção, a violência e a exclusão social, entre outros problemas, nos desesperam e nos conduzem a buscar soluções práticas, nas quais não se concede lugar algum à oração. Este ceticismo se percebe, inclusive, frequentemente entre cristãos que trabalham a favor da transformação humana e do bem-estar integral dos demais. Um ceticismo que, em alguns casos, transforma a fé em ativismo e a esperança em messianismo humano. A vida e os ensinamentos de Jesus nos recordam da centralidade da oração. Para ele, a oração era a forma de se manter em contato permanente com o Pai, de submeter-se ao escrutínio de Sua vontade e de receber a inspiração para continuar anunciando e tornando presente a realidade do Reino de Deus e da sua justiça. Jesus orava em privado, em público e muitas vezes se unia a seus discípulos para praticar a oração comunitária. Sempre cuidou para não cair nos riscos da oração ritualista, carente de sentido e ação, como era a oração dos religiosos do seu tempo. Lembrou aos fariseus de que suas longas orações não serviam para nada — eram apenas uma desculpa a mais para sua religiosidade carente de justiça e misericórdia para com o próximo.Mas, serve para alguma coisa? Não serve de nada quando se desliga do compromisso cotidiano com a causa do Reino de Deus e quando se divorcia da vida e da história. Não é cristã a devoção que se separa da ética. Kant, o célebre filósofo alemão, já assinalava que o ser humano se eximia de atuar moralmente orando. Por isso, a oração era, para ele, literalmente mera estupidez. A oração de nada serve, sejamos sinceros, quando paralisa as ações e justifica a falta de compromissos. De nada serve quando aliena a existência e serve como desculpa para a injustiça. A isso se referia Jesus quando disse: “Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas! Vocês devoram as casas das viúvas e, para disfarçar, fazem longas orações... (Mateus 23:14). Suas orações, ainda que longas e eloquentes, não eram mais que palavrórios mal intencionados para ocultar o despojo. Daí, a dureza com que Jesus as condenou. Mas serve para muita coisa, e parece crucial, quando vai unida à ação e quando se integra na totalidade de nossa vida cristã; quando é súplica sincera que busca conhecer a vontade do Pai e quando conduz ao compromisso efetivo com essa vontade revelada. Jesus orava: “…contudo, não seja como eu quero, mas sim como tu queres” (Mateus 26:39). Desse modo, devemos ressaltar o binômio oração-ação para que nossas orações não fiquem na retórica litúrgica mas que conduzam ao cumprimento da vontade de Deus no mundo. Mas para que nossas ações, por mais esforçadas e nobres que sejam, também não se convertam em ativismo insignificante, onde Deus — o “totalmente outro” — fique ausente e eliminemos assim a possibilidade do sentido de nosso compromisso como cristãos. Orar e não agir é tão errado como agir sem orar. Oração e ação são um casal que não deveríamos divorciar; para que nossas orações sirvam para alguma coisa e para que nossas ações levem a algum lugar. A chave volta a estar na velha regra monástica Ora et labora, como ensinava São Bento.
 
Harold Segura é teólogo, escritor e coordenador de Compromisso Cristão da Visão Mundial para a América Latina e Caribe. Foi um dos oito observadores não católicos na V Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e Caribenho, realizada em Aparecida, SP, em 2007. É colombiano mas mora há alguns anos em San José, Costa Rica.

  pastoramerces@gmail.com