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quinta-feira, 17 de novembro de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
A MULA QUE RECEBEU OS MINISTÉRIOS DE ATALAIA E PROFETA
A MULA RECEBEU OS MINISTERIO DE ATALAIA E PROFETA
ISAIAS.6:1 A 8
1 NO ano em que morreu o rei Uzias, eu vi também ao Senhor assentado sobre um alto e sublime trono; e o seu séquito enchia o templo.
2 Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas; com duas cobriam os seus rostos, e com duas cobriam os seus pés, e com duas voavam.
3 E clamavam uns aos outros, dizendo: Santo, Santo, Santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória.
4 E os umbrais das portas se moveram à voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça.
5 Então disse eu: Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos.
6 Porém um dos serafins voou para mim, trazendo na sua mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz;
7 E com a brasa tocou a minha boca, e disse: Eis que isto tocou os teus lábios; e a tua iniqüidade foi tirada, e expiado o teu pecado.
8 Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim.
Amados quando YHWH(Deus)comissionou(Chamou) Isaias,Ele se apresentou ao profeta, dando a visão de seu majestoso trono,no determinado momento que Isaias viu, temeu!!!pensou que iria morrer, ele estava vendo o Rei da Glória,a santidade que envolvia o clima do momento,fez com que Isaias,declarar diante de YHWH a sua natureza impura e pecaminosa, dele e do povo.
Mas na mesma hora por ter confessado,o Anjo do saiu do trono de YHWH com brasas de fogo nas mãos e purificou sua boca e mudou seu caráter.
Depois disso nós sabemos o que conta a historia do profeta;ele se tornou o Profeta das nações, e em todo seu ministerio foi lutas e descredito e sofrimento,como todos os profetas passaram.
Enm todo seu ministrériofoi fiel em tudo a o Senhor, tudo que o senhor colocou em sua boca ele falou como está escrito em seu livro,jamais ele perdeu a visão desde que ele viu o trono ele se manteve fiel a visão de Deus, orientando e mostrando a direção em que o povo deveria ir.
Amados quando somos batizados na unção do Espirito Santo nós recebemos dons de acordo em que o Espirito quer Derramar, pois sinto o dever de escrever o que YHWH ataves do seu Espirito tem faldo em meu espirito.
O Espirito fala me que muitos profetas tem perdido a visão que Ele deu no começo ministério desses profetas que estão cegos como Balaão. Que por interese próprio não estão dizendo que o Senhor tem mandado dizer, que estão utilizando o dom e a unção em proveito próprio esse dom e unção pertence ao Santo, o senhor fala que estão agindo como encantadores e adivinhos fazendo comercio da unção que lhes foi derramada, dizendo o que o Senhor não manda falar e orientar,
dizendo o que as pessoas querem ouvir, amados o Diabo também cura enriquece,pois ainda a ele pertence este mundo como ele mesmo disse a YAOHUSHUA, que todos os reinos da terra e dele, ainda este reino terreno não foi tomado dele e ele faz o que quer e da a quem quer,com isso ele tem cegado o ententimento de muitos, YHWH na sua infinita retidão, não pode deixar seu próprio nome cair na lama como muitos tem lançado, mas como o nome do Senhor é Profetico e tem autoridade ele permiti que haja essas curas e milagres pois seu nome tem poder YHWH seria infiel com ele próprio se o seu nome não tivesse eficácia quando for pronunciado ele não não pode ser falado em vão poque ele por si mesmo gera vida gera cura o nome do Senhor produz exatamente o que ele diz!!a palavra é bem clara quando YAOHUSHUA diz:em Mateus.7:22 e 23
22 Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?
23 E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.
Ai constata e reforça o que relato pois,a palavra profetica e a autoridade do nome pertencem ao Senhor.
YAOHUSHUA também enfatiza em Apocalipse.3:14 a 17
14 E ao anjo da igreja que está em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus:
15 Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente!
16 Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca.
17 Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu;
YAOHUSHUA, fala a o Anjo da igreja de Laodicéia, que ele perdeu a visão do reino por ter se enriquecido,YAOHUSHUA diz:que ele é desgraçado, miseravel, cego é nu.
Isso quer dizer ele fez mercado da unção enriquecendo,poe isso ele se comrrompeu e perdeu a sua cobertura ,quando o senhor diz que é nu!!!
vemos uma historia parecida no velho velho testamento quando um Adiviinho( Profeta) é contratado para amaldiçoar Israel , o adivinho ja havia sido alertado por YHWH , para não fazer isso
esse adivinho(Profeta) só não morreu porque YHWH, usou a própria mula do adivinho(Profeta)
como esta escrito em Numeros.3:
6 Vem, pois, agora, rogo-te, amaldiçoa-me este povo, pois mais poderoso é do que eu; talvez o poderei ferir e lançar fora da terra; porque eu sei que, a quem tu abençoares será abençoado, e a quem tu amaldiçoares será amaldiçoado.
7 Então foram-se os anciãos dos moabitas e os anciãos dos midianitas com o preço dos encantamentos nas suas mãos; e chegaram a Balaão, e disseram-lhe as palavras de Balaque. 8 E ele lhes disse: Passai aqui esta noite, e vos trarei a resposta, como o SENHOR me falar; então os príncipes dos moabitas ficaram com Balaão.
9 E veio Deus a Balaão, e disse: Quem são estes homens que estão contigo?
10 E Balaão disse a Deus: Balaque, filho de Zipor, rei dos moabitas, os enviou, dizendo:
11 Eis que o povo que saiu do Egito cobre a face da terra; vem agora, amaldiçoa-o; porventura poderei pelejar contra ele e expulsá-lo.
12 Então disse Deus a Balaão: Não irás com eles, nem amaldiçoarás a este povo, porquanto é bendito.
13 Então Balaão levantou-se pela manhã, e disse aos príncipes de Balaque: Ide à vossa terra, porque o SENHOR recusa deixar-me ir convosco.
14 E levantaram-se os príncipes dos moabitas, e vieram a Balaque, e disseram: Balaão recusou vir conosco.
15 Porém Balaque tornou a enviar mais príncipes, mais honrados do que aqueles.
16 Os quais foram a Balaão, e lhe disseram: Assim diz Balaque, filho de Zipor: Rogo-te que não te demores em vir a mim.
17 Porque grandemente te honrarei, e farei tudo o que me disseres; vem pois, rogo-te, amaldiçoa-me este povo.
18 Então Balaão respondeu, e disse aos servos de Balaque: Ainda que Balaque me desse a sua casa cheia de prata e de ouro, eu não poderia ir além da ordem do SENHOR meu Deus, para fazer coisa pequena ou grande;
19 Agora, pois, rogo-vos que também aqui fiqueis esta noite, para que eu saiba o que mais o SENHOR me dirá.
20 Veio, pois, Deus a Balaão, de noite, e disse-lhe: Se aqueles homens te vieram chamar, levanta-te, vai com eles; todavia, farás o que eu te disser.
21 Então Balaão levantou-se pela manhã, e albardou a sua jumenta, e foi com os príncipes de Moabe.
22 E a ira de Deus acendeu-se, porque ele se ia; e o anjo do SENHOR pôs-se-lhe no caminho por adversário; e ele ia caminhando, montado na sua jumenta, e dois de seus servos com ele.
23 Viu, pois, a jumenta o anjo do SENHOR, que estava no caminho, com a sua espada desembainhada na mão; pelo que desviou-se a jumenta do caminho, indo pelo campo; então Balaão espancou a jumenta para fazê-la tornar ao caminho.
24 Mas o anjo do SENHOR pôs-se numa vereda entre as vinhas, havendo uma parede de um e de outro lado.
25 Vendo, pois, a jumenta, o anjo do SENHOR, encostou-se contra a parede, e apertou contra a parede o pé de Balaão; por isso tornou a espancá-la.
26 Então o anjo do SENHOR passou mais adiante, e pôs-se num lugar estreito, onde não havia caminho para se desviar nem para a direita nem para a esquerda.
27 E, vendo a jumenta o anjo do SENHOR, deitou-se debaixo de Balaão; e a ira de Balaão acendeu-se, e espancou a jumenta com o bordão.
28 Então o SENHOR abriu a boca da jumenta, a qual disse a Balaão: Que te fiz eu, que me espancaste estas três vezes?
29 E Balaão disse à jumenta: Por que zombaste de mim; quem dera tivesse eu uma espada na mão, porque agora te mataria.
30 E a jumenta disse a Balaão: Porventura não sou a tua jumenta, em que cavalgaste desde o tempo em que me tornei tua até hoje? Acaso tem sido o meu costume fazer assim contigo? E ele respondeu: Não.
31 Então o SENHOR abriu os olhos a Balaão, e ele viu o anjo do SENHOR, que estava no caminho e a sua espada desembainhada na mão; pelo que inclinou a cabeça, e prostrou-se sobre a sua face.
32 Então o anjo do SENHOR lhe disse: Por que já três vezes espancaste a tua jumenta? Eis que eu saí para ser teu adversário, porquanto o teu caminho é perverso diante de mim:
33 Porém a jumenta me viu, e já três vezes se desviou de diante de mim; se ela não se desviasse de diante de mim, na verdade que eu agora te haveria matado, e a ela deixaria com vida.
34 Então Balaão disse ao anjo do SENHOR: Pequei, porque não sabia que estavas neste caminho para te opores a mim; e agora, se parece mal aos teus olhos, voltarei.
35 E disse o anjo do SENHOR a Balaão: Vai-te com estes homens; mas somente a palavra que eu falar a ti, esta falarás. Assim Balaão se foi com os príncipes de Balaque
YHWH deu uma chance para o Adivinho (profeta) mas mesmo Deus mandando ele obedeceu para não perecer pela espado do anjo,o que detrminou a morte dele foi a motivação do coração dele que já estava corropindo, veja bem YHWH falava com ele e mesmo assim ele tomou seu proprio caminho ajeitando as coisas de sua forma!!!vemos nessa historia como YHWH ama os Profetas pois São sua boca aqui na terra, para o profeta não morrer naquele momento UHWH,sabendo que o Anjo já estava pronto para mata-lo nmostou a elae a fidelidade de seu animal para com ele YHWH na sua infinita bondade derramou do seu Espirito uma unção na sua mula e um ministerio, a unção da Palavra e Visão e o ministerio de Atalaia para sua mula, a mula vendo o anjo com a espada desembanhada para mata-lo tentou protege-lo e ele espancou a probrezinha até que ela exortou o profeta e derramou A UNÇÃO. DE VISÂO para o profeta sem visão espiritual pois nquele momento seu olhos se abriram e lá o exortou e o profeta caiu em si!!! muitas vezes os profetas são levantados nas igrejas, muitas tratam eles como desconfiança, as vezes por serem humildes até sem cultura (escolaridade) que não falam nem direito, muitos, são tratados como mulas pelos seus pastores e menbros da sua igreja , são maltratados e até hostilizados por falar o que Deus está mandando,julgam ridicularizam marginalizam, uma coisa é por certo quem esta passando por isso por causa da unção de profeta está na sala de aula correta da escola de profetas quem tem essa unção tem que ter o caráter dos profetas tem que ficar na visão de YHWH, no querer dEle, estar atento ao falar dEle e ser fiel no que vê e no que houve,mesmo que prá isso ter que passar,por descreditos, injurias calunias para não agradar a homens que querem profetas para ; agradar as suas concupiscências de ter e ser, como diz o profeta samuel é melhor obedecer do que sacrificar, para não entra na area da feitiçaria que muitos ja entraram e ainda não perceberam.
Se você é Profeta e está na condição de mula de Balaão, continue pois você está no caminho certo
Porque o Senhor mesmo determinou que seriamos hostilizados, desprezados, odiados,caluniados,
por causa do Seu Nome que ao que vencer Ele mesmo dará a Coroa da Vida
Seja um Profeta mula quanto mais maltratado você vai receber mais maltratos por que você estará sendo forjado para ser semelhante a yaohushua seu Senhor!!!Um Abraço Santo!!!Pr. Moizeis Dias Mizuki 05/08/2011
ISAIAS.6:1 A 8
1 NO ano em que morreu o rei Uzias, eu vi também ao Senhor assentado sobre um alto e sublime trono; e o seu séquito enchia o templo.
2 Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas; com duas cobriam os seus rostos, e com duas cobriam os seus pés, e com duas voavam.
3 E clamavam uns aos outros, dizendo: Santo, Santo, Santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória.
4 E os umbrais das portas se moveram à voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça.
5 Então disse eu: Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos.
6 Porém um dos serafins voou para mim, trazendo na sua mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz;
7 E com a brasa tocou a minha boca, e disse: Eis que isto tocou os teus lábios; e a tua iniqüidade foi tirada, e expiado o teu pecado.
8 Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim.
Amados quando YHWH(Deus)comissionou(Chamou) Isaias,Ele se apresentou ao profeta, dando a visão de seu majestoso trono,no determinado momento que Isaias viu, temeu!!!pensou que iria morrer, ele estava vendo o Rei da Glória,a santidade que envolvia o clima do momento,fez com que Isaias,declarar diante de YHWH a sua natureza impura e pecaminosa, dele e do povo.
Mas na mesma hora por ter confessado,o Anjo do saiu do trono de YHWH com brasas de fogo nas mãos e purificou sua boca e mudou seu caráter.
Depois disso nós sabemos o que conta a historia do profeta;ele se tornou o Profeta das nações, e em todo seu ministerio foi lutas e descredito e sofrimento,como todos os profetas passaram.
Enm todo seu ministrériofoi fiel em tudo a o Senhor, tudo que o senhor colocou em sua boca ele falou como está escrito em seu livro,jamais ele perdeu a visão desde que ele viu o trono ele se manteve fiel a visão de Deus, orientando e mostrando a direção em que o povo deveria ir.
Amados quando somos batizados na unção do Espirito Santo nós recebemos dons de acordo em que o Espirito quer Derramar, pois sinto o dever de escrever o que YHWH ataves do seu Espirito tem faldo em meu espirito.
O Espirito fala me que muitos profetas tem perdido a visão que Ele deu no começo ministério desses profetas que estão cegos como Balaão. Que por interese próprio não estão dizendo que o Senhor tem mandado dizer, que estão utilizando o dom e a unção em proveito próprio esse dom e unção pertence ao Santo, o senhor fala que estão agindo como encantadores e adivinhos fazendo comercio da unção que lhes foi derramada, dizendo o que o Senhor não manda falar e orientar,
dizendo o que as pessoas querem ouvir, amados o Diabo também cura enriquece,pois ainda a ele pertence este mundo como ele mesmo disse a YAOHUSHUA, que todos os reinos da terra e dele, ainda este reino terreno não foi tomado dele e ele faz o que quer e da a quem quer,com isso ele tem cegado o ententimento de muitos, YHWH na sua infinita retidão, não pode deixar seu próprio nome cair na lama como muitos tem lançado, mas como o nome do Senhor é Profetico e tem autoridade ele permiti que haja essas curas e milagres pois seu nome tem poder YHWH seria infiel com ele próprio se o seu nome não tivesse eficácia quando for pronunciado ele não não pode ser falado em vão poque ele por si mesmo gera vida gera cura o nome do Senhor produz exatamente o que ele diz!!a palavra é bem clara quando YAOHUSHUA diz:em Mateus.7:22 e 23
22 Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?
23 E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.
Ai constata e reforça o que relato pois,a palavra profetica e a autoridade do nome pertencem ao Senhor.
YAOHUSHUA também enfatiza em Apocalipse.3:14 a 17
14 E ao anjo da igreja que está em Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus:
15 Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente!
16 Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca.
17 Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu;
YAOHUSHUA, fala a o Anjo da igreja de Laodicéia, que ele perdeu a visão do reino por ter se enriquecido,YAOHUSHUA diz:que ele é desgraçado, miseravel, cego é nu.
Isso quer dizer ele fez mercado da unção enriquecendo,poe isso ele se comrrompeu e perdeu a sua cobertura ,quando o senhor diz que é nu!!!
vemos uma historia parecida no velho velho testamento quando um Adiviinho( Profeta) é contratado para amaldiçoar Israel , o adivinho ja havia sido alertado por YHWH , para não fazer isso
esse adivinho(Profeta) só não morreu porque YHWH, usou a própria mula do adivinho(Profeta)
como esta escrito em Numeros.3:
6 Vem, pois, agora, rogo-te, amaldiçoa-me este povo, pois mais poderoso é do que eu; talvez o poderei ferir e lançar fora da terra; porque eu sei que, a quem tu abençoares será abençoado, e a quem tu amaldiçoares será amaldiçoado.
7 Então foram-se os anciãos dos moabitas e os anciãos dos midianitas com o preço dos encantamentos nas suas mãos; e chegaram a Balaão, e disseram-lhe as palavras de Balaque. 8 E ele lhes disse: Passai aqui esta noite, e vos trarei a resposta, como o SENHOR me falar; então os príncipes dos moabitas ficaram com Balaão.
9 E veio Deus a Balaão, e disse: Quem são estes homens que estão contigo?
10 E Balaão disse a Deus: Balaque, filho de Zipor, rei dos moabitas, os enviou, dizendo:
11 Eis que o povo que saiu do Egito cobre a face da terra; vem agora, amaldiçoa-o; porventura poderei pelejar contra ele e expulsá-lo.
12 Então disse Deus a Balaão: Não irás com eles, nem amaldiçoarás a este povo, porquanto é bendito.
13 Então Balaão levantou-se pela manhã, e disse aos príncipes de Balaque: Ide à vossa terra, porque o SENHOR recusa deixar-me ir convosco.
14 E levantaram-se os príncipes dos moabitas, e vieram a Balaque, e disseram: Balaão recusou vir conosco.
15 Porém Balaque tornou a enviar mais príncipes, mais honrados do que aqueles.
16 Os quais foram a Balaão, e lhe disseram: Assim diz Balaque, filho de Zipor: Rogo-te que não te demores em vir a mim.
17 Porque grandemente te honrarei, e farei tudo o que me disseres; vem pois, rogo-te, amaldiçoa-me este povo.
18 Então Balaão respondeu, e disse aos servos de Balaque: Ainda que Balaque me desse a sua casa cheia de prata e de ouro, eu não poderia ir além da ordem do SENHOR meu Deus, para fazer coisa pequena ou grande;
19 Agora, pois, rogo-vos que também aqui fiqueis esta noite, para que eu saiba o que mais o SENHOR me dirá.
20 Veio, pois, Deus a Balaão, de noite, e disse-lhe: Se aqueles homens te vieram chamar, levanta-te, vai com eles; todavia, farás o que eu te disser.
21 Então Balaão levantou-se pela manhã, e albardou a sua jumenta, e foi com os príncipes de Moabe.
22 E a ira de Deus acendeu-se, porque ele se ia; e o anjo do SENHOR pôs-se-lhe no caminho por adversário; e ele ia caminhando, montado na sua jumenta, e dois de seus servos com ele.
23 Viu, pois, a jumenta o anjo do SENHOR, que estava no caminho, com a sua espada desembainhada na mão; pelo que desviou-se a jumenta do caminho, indo pelo campo; então Balaão espancou a jumenta para fazê-la tornar ao caminho.
24 Mas o anjo do SENHOR pôs-se numa vereda entre as vinhas, havendo uma parede de um e de outro lado.
25 Vendo, pois, a jumenta, o anjo do SENHOR, encostou-se contra a parede, e apertou contra a parede o pé de Balaão; por isso tornou a espancá-la.
26 Então o anjo do SENHOR passou mais adiante, e pôs-se num lugar estreito, onde não havia caminho para se desviar nem para a direita nem para a esquerda.
27 E, vendo a jumenta o anjo do SENHOR, deitou-se debaixo de Balaão; e a ira de Balaão acendeu-se, e espancou a jumenta com o bordão.
28 Então o SENHOR abriu a boca da jumenta, a qual disse a Balaão: Que te fiz eu, que me espancaste estas três vezes?
29 E Balaão disse à jumenta: Por que zombaste de mim; quem dera tivesse eu uma espada na mão, porque agora te mataria.
30 E a jumenta disse a Balaão: Porventura não sou a tua jumenta, em que cavalgaste desde o tempo em que me tornei tua até hoje? Acaso tem sido o meu costume fazer assim contigo? E ele respondeu: Não.
31 Então o SENHOR abriu os olhos a Balaão, e ele viu o anjo do SENHOR, que estava no caminho e a sua espada desembainhada na mão; pelo que inclinou a cabeça, e prostrou-se sobre a sua face.
32 Então o anjo do SENHOR lhe disse: Por que já três vezes espancaste a tua jumenta? Eis que eu saí para ser teu adversário, porquanto o teu caminho é perverso diante de mim:
33 Porém a jumenta me viu, e já três vezes se desviou de diante de mim; se ela não se desviasse de diante de mim, na verdade que eu agora te haveria matado, e a ela deixaria com vida.
34 Então Balaão disse ao anjo do SENHOR: Pequei, porque não sabia que estavas neste caminho para te opores a mim; e agora, se parece mal aos teus olhos, voltarei.
35 E disse o anjo do SENHOR a Balaão: Vai-te com estes homens; mas somente a palavra que eu falar a ti, esta falarás. Assim Balaão se foi com os príncipes de Balaque
YHWH deu uma chance para o Adivinho (profeta) mas mesmo Deus mandando ele obedeceu para não perecer pela espado do anjo,o que detrminou a morte dele foi a motivação do coração dele que já estava corropindo, veja bem YHWH falava com ele e mesmo assim ele tomou seu proprio caminho ajeitando as coisas de sua forma!!!vemos nessa historia como YHWH ama os Profetas pois São sua boca aqui na terra, para o profeta não morrer naquele momento UHWH,sabendo que o Anjo já estava pronto para mata-lo nmostou a elae a fidelidade de seu animal para com ele YHWH na sua infinita bondade derramou do seu Espirito uma unção na sua mula e um ministerio, a unção da Palavra e Visão e o ministerio de Atalaia para sua mula, a mula vendo o anjo com a espada desembanhada para mata-lo tentou protege-lo e ele espancou a probrezinha até que ela exortou o profeta e derramou A UNÇÃO. DE VISÂO para o profeta sem visão espiritual pois nquele momento seu olhos se abriram e lá o exortou e o profeta caiu em si!!! muitas vezes os profetas são levantados nas igrejas, muitas tratam eles como desconfiança, as vezes por serem humildes até sem cultura (escolaridade) que não falam nem direito, muitos, são tratados como mulas pelos seus pastores e menbros da sua igreja , são maltratados e até hostilizados por falar o que Deus está mandando,julgam ridicularizam marginalizam, uma coisa é por certo quem esta passando por isso por causa da unção de profeta está na sala de aula correta da escola de profetas quem tem essa unção tem que ter o caráter dos profetas tem que ficar na visão de YHWH, no querer dEle, estar atento ao falar dEle e ser fiel no que vê e no que houve,mesmo que prá isso ter que passar,por descreditos, injurias calunias para não agradar a homens que querem profetas para ; agradar as suas concupiscências de ter e ser, como diz o profeta samuel é melhor obedecer do que sacrificar, para não entra na area da feitiçaria que muitos ja entraram e ainda não perceberam.
Se você é Profeta e está na condição de mula de Balaão, continue pois você está no caminho certo
Porque o Senhor mesmo determinou que seriamos hostilizados, desprezados, odiados,caluniados,
por causa do Seu Nome que ao que vencer Ele mesmo dará a Coroa da Vida
Seja um Profeta mula quanto mais maltratado você vai receber mais maltratos por que você estará sendo forjado para ser semelhante a yaohushua seu Senhor!!!Um Abraço Santo!!!Pr. Moizeis Dias Mizuki 05/08/2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
QUAL É O SEU CHAMADO? VOCÊ ESTÁ NO LUGAR CERTO?
QUAL É O SEU CHAMADO?
Tenho um amigo que dirige 140 km todos os dias para ir até o nosso seminário. Depois de já ter feito uma faculdade e para minha surpresa, veio conversar comigo algum tempo atrás porque tinha dúvida se tinha chamado ou não de Deus. Para mim era tão óbvio que sim. Juntamente com ele, recebo esta pergunta quase todo fim de semana ou acampamento que eu vou. Pessoas querem saber se o que sentiram ou sentem é um chamado de Deus para missões.
Não acredito que os vocacionados ao ministério, como missionários ou pastores, são os únicos que recebem um chamado de Deus. Acredito que todos nós precisamos um dia responder qual é o nosso chamado. Que pena que a busca para ouvir o chamado de Deus se mistura aos 17 anos à imensa pressão de decidir qual curso vai fazer e em que faculdade vai estudar. Os testes vocacionais são baseados em habilidades e afinidades. Isso é muito importante, mas não é tudo. Simplesmente porque não conta com o lado divino da coisa, é só baseado no indivíduo.
Para nós que acreditamos que existe um Deus e que Ele decidiu se relacionar com a gente de forma especial em uma parceria de respeito e intimidade, é preciso entender que não pode ser apenas um teste ou tendência de mercado que vai definir o que vamos fazer.
A base de todo o chamado é o serviço ao próximo diante de Deus. Somos chamados para servir, independente do que você vai fazer na vida, sempre terá que se perguntar: como vou servir ao próximo no que vou fazer o resto da minha vida? Tenho que me envergonhar diante de Deus pelo que estou fazendo? Por isso acredito que todos temos que entender em Cristo a base do chamado de nossas vidas.
Mas acredito que, além disso, Deus tem para cada discípulo um chamado específico. E é este que a maioria dos jovens não sabe identificar.
Para facilitar, vou separar em três etapas as formas que as pessoas encaram o que vão fazer da sua vida até chegar ao chamado. Se esta revelação vai ser em uma noite ou em vários anos é outra conversa.
A primeira é quando você encara o que vai fazer como uma ocupação. Não importa muito qual é o trabalho e nem se você gosta e se sente bem, o que importa é o dinheiro, pois essa ocupação é em princípio por pouco tempo. Como você quer ser um advogado e aceita um emprego no fim do ano em um shopping? O grande problema é: por quanto tempo você vai viver fazendo uma coisa simplesmente por dinheiro?
A segunda forma é quando você encara o que vai fazer como uma carreira profissional. Essa você se afina com o que faz, se preparou com cursos e faz bem. Não está lá só pelo dinheiro ou para se manter ocupado até chegar algo melhor.
Mas mesmo estando em um lugar que se encaixa com você, o seu coração está em outro lugar. Aí você se pega trabalhando, correndo para chegar, por exemplo, o fim de semana e ajudar dando aula de música em uma comunidade carente perto de onde você mora. O problema é que você sabe que faz o que tem habilidade, mas o seu coração não esta lá, e isso o seu patrão vai perceber logo. Por que essa é a sua habilidade, mas não é necessariamente o seu chamado.
A terceira etapa é quando você faz porque você sabe que você foi criado para fazer isso, mesmo quando você volta do trabalho, se pega pensando nele, falando dele e até gastando seu dinheiro nele.
Toma muitas vezes decisões abrindo mão do lado financeiro, para realizar o que está no seu coração. O salário é importante, mas o que satisfaz o seu coração é ver trabalho cumprido. Aí sim, quando você chegou a essa etapa, e viu que com isso você serve o próximo na presença de Deus, você entendeu o seu chamado.
As pessoas estão dispostas a viver toda a vida quando acham uma carreira profissional, mas estão dispostas a morrer quando encontram seu chamado! Foi assim com o nosso mestre!
Marcos Botelho
Tenho um amigo que dirige 140 km todos os dias para ir até o nosso seminário. Depois de já ter feito uma faculdade e para minha surpresa, veio conversar comigo algum tempo atrás porque tinha dúvida se tinha chamado ou não de Deus. Para mim era tão óbvio que sim. Juntamente com ele, recebo esta pergunta quase todo fim de semana ou acampamento que eu vou. Pessoas querem saber se o que sentiram ou sentem é um chamado de Deus para missões.
Não acredito que os vocacionados ao ministério, como missionários ou pastores, são os únicos que recebem um chamado de Deus. Acredito que todos nós precisamos um dia responder qual é o nosso chamado. Que pena que a busca para ouvir o chamado de Deus se mistura aos 17 anos à imensa pressão de decidir qual curso vai fazer e em que faculdade vai estudar. Os testes vocacionais são baseados em habilidades e afinidades. Isso é muito importante, mas não é tudo. Simplesmente porque não conta com o lado divino da coisa, é só baseado no indivíduo.
Para nós que acreditamos que existe um Deus e que Ele decidiu se relacionar com a gente de forma especial em uma parceria de respeito e intimidade, é preciso entender que não pode ser apenas um teste ou tendência de mercado que vai definir o que vamos fazer.
A base de todo o chamado é o serviço ao próximo diante de Deus. Somos chamados para servir, independente do que você vai fazer na vida, sempre terá que se perguntar: como vou servir ao próximo no que vou fazer o resto da minha vida? Tenho que me envergonhar diante de Deus pelo que estou fazendo? Por isso acredito que todos temos que entender em Cristo a base do chamado de nossas vidas.
Mas acredito que, além disso, Deus tem para cada discípulo um chamado específico. E é este que a maioria dos jovens não sabe identificar.
Para facilitar, vou separar em três etapas as formas que as pessoas encaram o que vão fazer da sua vida até chegar ao chamado. Se esta revelação vai ser em uma noite ou em vários anos é outra conversa.
A primeira é quando você encara o que vai fazer como uma ocupação. Não importa muito qual é o trabalho e nem se você gosta e se sente bem, o que importa é o dinheiro, pois essa ocupação é em princípio por pouco tempo. Como você quer ser um advogado e aceita um emprego no fim do ano em um shopping? O grande problema é: por quanto tempo você vai viver fazendo uma coisa simplesmente por dinheiro?
A segunda forma é quando você encara o que vai fazer como uma carreira profissional. Essa você se afina com o que faz, se preparou com cursos e faz bem. Não está lá só pelo dinheiro ou para se manter ocupado até chegar algo melhor.
Mas mesmo estando em um lugar que se encaixa com você, o seu coração está em outro lugar. Aí você se pega trabalhando, correndo para chegar, por exemplo, o fim de semana e ajudar dando aula de música em uma comunidade carente perto de onde você mora. O problema é que você sabe que faz o que tem habilidade, mas o seu coração não esta lá, e isso o seu patrão vai perceber logo. Por que essa é a sua habilidade, mas não é necessariamente o seu chamado.
A terceira etapa é quando você faz porque você sabe que você foi criado para fazer isso, mesmo quando você volta do trabalho, se pega pensando nele, falando dele e até gastando seu dinheiro nele.
Toma muitas vezes decisões abrindo mão do lado financeiro, para realizar o que está no seu coração. O salário é importante, mas o que satisfaz o seu coração é ver trabalho cumprido. Aí sim, quando você chegou a essa etapa, e viu que com isso você serve o próximo na presença de Deus, você entendeu o seu chamado.
As pessoas estão dispostas a viver toda a vida quando acham uma carreira profissional, mas estão dispostas a morrer quando encontram seu chamado! Foi assim com o nosso mestre!
Marcos Botelho
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
VIDA PASTORAL E SUA MISSÃO
Vida pastoral e sua missão
Ser pastor é uma grande bênção concedida por Deus. O pastor é uma pessoa que tem um ideal, que tem uma missão, um chamado divino e que sente arder dentro de si o desejo de pastorear de maneira digna, honesta e fiel. Ele tem consciência de que aquele que o comissionou irá pedir-lhe os resultados do seu trabalho, um dia. Por isso, o pastor sente a necessidade de realizar o melhor trabalho possível para agradar o sumo Pastor. Mas, na vida pastoral, nem tudo são flores; pelo contrário, as lutas são implacáveis. Não é difícil encontrar pastores desanimados, desmotivados; às vezes, quase sem fé e completamente desgastados pelos problemas da vida ministerial.
Existem também aqueles pastores que confiam em Deus e têm experiências reais com ele, mas que, ao mesmo tempo, apresentam uma vida espiritual medíocre e indiferente às necessidades das pessoas que estão sob seus cuidados. Eles parecem não perceber que necessitam ter seus ministérios revitalizados pela graça e pelo poder da palavra de Deus, a fim de que seu trabalho possa transmitir luz, confiança e atingir os resultados esperados pela Igreja e pelo Senhor. Por que será que alguns pastores passam por esse tipo de situação? Quando se quer detectar as causas de muitas insatisfações e derrotas na vida ministerial, entre outras razões, o relacionamento familiar deteriorado ocupa um lugar de destaque. Sabemos que a maioria das pessoas pensa que a família do pastor não tem problemas; afinal de contas, ele é um dos representantes de Deus na terra, tem autoridade espiritual sobre a vida de muita gente, faz aconselhamentos, realiza visitas, levando palavras de esperança, tem sempre uma resposta para os problemas alheios e fala de assuntos importantíssimos.
Quando assume a tribuna para pregar, o pastor ensina o que se deve e o que não se deve fazer. “Não é possível que uma pessoa assim possa ter problemas na vida conjugal e no relacionamento com os filhos!”, pensamos. Mas, infelizmente, esse pensamento não é verdadeiro. Talvez uma das tarefas mais difíceis de ser administrada pelo pastor é a condução de sua própria família. Entre as muitas famílias que compõem uma comunidade cristã, sem dúvida alguma, a família de destaque é a do pastor. Ela vive sob os holofotes dos olhares curiosos do rebanho. Os fatos relacionados a essa importante família estão sempre refletindo de forma positiva ou negativa no comportamento das ovelhas apascentadas pelo pastor.
Isso, sem dúvida, deveria trazer uma reflexão mais profunda sobre o papel do pastor como chefe de sua família; a final, não é fácil liderar um lar que se sobressai de forma tão evidente. As pressões externas sofridas pelos membros da família do pastor, aliadas a uma liderança interna fraca por parte dele, resultam, muitas vezes, em dramas terríveis a serem vividos pela Igreja e pela sociedade. Quantas vezes, o pastor assiste, perplexo, ao naufrágio do seu casamento, ou, incrédulo, a o rumo que os filhos dão às suas vidas, abraçando os costumes mundanos? Esse drama familiar não é novo. A Bíblia é farta nos exemplos deixados por grandes líderes do povo de Deus, que, apesar do sucesso alcançado nas funções de sacerdotes e de reis, experimentaram o sabor amargo da derrota, quando tiveram de enfrentar as lutas dentro de casa (I Sm 3:13, 8:13, II Sm 18:33, I Rs 1:6).
É evidente que ninguém está livre das desventuras familiares, mas, quando o problema aparece na família do pastor, a repercussão toma grande vulto e aumenta em muito os danos na comunidade que o rodeia. No padrão bíblico para a família pastoral (I Tm 3:2-7), o pastor deveria ter a sua conduta de vida e a liderança de sua família firmada dentro dos seguintes princípios: ser marido de uma só mulher; ser irrepreensível em todas as atitudes; ser vigilante contra todos os ataques que pudessem sobrevir à sua família; ser sóbrio e consciente, para tomar todas as decisões necessárias ao bem estar familiar; ser honesto em todos os negócios de que fizer parte; exercer a hospitalidade para com todos; ser uma pessoa que se dedique a buscar conhecimento, pois uma das suas principais obrigações é estar em condições de ensinar; não alimentar vícios de espécie alguma, por ter consciência do quanto isso seria danoso à formação dos filhos; riscar a palavra violência do seu vocabulário; não ter como objetivo as riquezas materiais, mas, sim, buscar os valores morais, espirituais e éticos, que devem ser diariamente incorporados ao caráter dos componentes da família; ser moderado na forma de pensar, de falar, de agir, de trabalhar; não dar lugar às discussões geradoras de contendas com esposa, filhos, amigos, crentes; ter como objetivo a ser alcançado o bem-estar do próximo, de maneira tal que não haja nem sombra de egoísmo e avareza no seu modo de viver; ser um administrador da sua casa, digno da admiração de todos, principalmente da esposa e dos filhos; ter, principalmente, o entendimento de que, para cuidar da casa de Deus, precisa cuidar primeiro da sua casa; ter o bom senso de tributar todo o sucesso de suas conquistas, em qualquer área de sua vida, a Deus, evitando, dessa forma, problemas de ordem espiritual; finalmente, zelar pelo seu bom testemunho, como quem tem um tesouro precioso e quer conservá-lo a qualquer preço.
Se esse elenco de qualidades, que o Espírito Santo relacionou, através do apóstolo Paulo, fosse observado pelos homens que ocupam o cargo de pastor, não haveria razão para estarmos escrevendo este artigo. Afinal, essas orientações divinas estão na Bíblia há dois mil anos. Basta uma análise simples do texto, para concluir que um pastor que viva baseado nessas orientações terá a sua família vacinada e, portanto, imunizada, contra as terríveis doenças que estão corroendo muitas famílias pastorais e levando algumas à extinção. Muitos líderes podem dizer que é quase impossível atingir a qualidade de vida apresentada pelo Espírito Santo através de Paulo. Mas é falsa essa visão. O texto de I Tm 3:2-7 não foi escrito e recomendado para os anjos, mas, sim, para ser aplicado à vida de homens comuns, chamados para pastorear o rebanho de Deus. O padrão de qualidade exigido pelo Espírito Santo é uma meta a ser alcançada, através de uma vida determinada e disciplinada, pelo estudo sistemático da Palavra, pela comunhão com o Senhor, pela oração constante e pela confiança na graça e misericórdia de Deus.
A Bíblia ensina o caminho. Trata-se, portanto, apenas de se ter disposição para aprender e obedecer (Rm 15:4; Tg 1:22). Podemos então afirmar que o pastor é o responsável pelo rumo dado à sua família. Não há dúvida de que o trabalho exercido na função pastoral é extremamente árduo. Mas a constatação desse fato não exime o pastor de sua função de marido, pai, amigo, companheiro. Então, o que fazer? Em primeiro lugar, o pastor não pode esquecer que, na maioria dos casos, a esposa e os filhos não escolheram o cargo de “família de pastor”. A esposa, muitas vezes, sofre muito com o que as pessoas exigem dela, sentindo-se incapaz, às vezes, pela imaturidade ou pela falta de preparo para lidar com problemas de tão grande envergadura, como a condução de uma igreja. Outras vezes, ela se sente insegura, porque muito da carga familiar acaba sob sua responsabilidade, o que a deixa exausta. E aquele que um dia prometeu ser o seu amparo, proteção, confidente e companheiro das horas difíceis torna-se uma pessoa distante e fora do seu alcance.
Às vezes, ela vê o seu marido ser paciente com tantas pessoas, inclusive com ovelhas mulheres; observa que, por mais cansado que ele esteja, sempre tem um sorriso para os que o rodeiam e percebe que, na maioria das vezes, o encantamento dura até a hora que volta para casa, cansado e esgotado. A esposa é obrigada a se contentar com muito pouco, e, às vezes, não sobra nada mesmo, em termos de atenção e carinho. É natural que um sentimento de rejeição, frustração e ciúmes tome vulto, e uma esposa que seria uma excelente companheira acaba sentindo-se preterida e transformando-se num verdadeiro impedimento ao trabalho pastoral, porque ela vê na Igreja uma rival poderosa, com a qual não pode competir.
Da mesma forma, esse problema irá refletir na vida dos filhos, que se enchem de ciúmes ao verem o pai preocupado com o filho “de todo o mundo”, demonstrando isso através do abraço no filho de um irmão, da oração e do aconselhamento aos filhos dos outros, enquanto que, para os de casa, nunca sobra tempo, nem ao menos para uma conversa. Isso sem falar no “exemplo” de vida que é exigido deles, por serem filhos do pastor. Se, para o pastor, o ministério é árduo, para a sua família o é também. Alguns pastores, a pretexto de servirem a Deus e de desempenharem bem o seu trabalho na igreja, colocam a família em segundo plano ou simplesmente a omitem de seus projetos. Às vezes, visitam tanto o rebanho que acabam se tornando uma visita dentro de sua própria casa. O pastor que age dessa forma torna-se um estranho: desconhece os acontecimentos rotineiros da família e acaba sem autoridade para orientar, aconselhar, educar e tomar as decisões necessárias para o bom andamento da vida doméstica.
As necessidades de sua esposa e de seus filhos são por ele ignoradas. Outros pastores centralizam na sua pessoa o comando de todas as atividades da Igreja. O que acontece? Não sobra tempo para coisa alguma, absolutamente. São consumidos pelo ativismo. Não estamos defendendo a idéia de que o trabalho pastoral tem de deixar de ser feito por causa das necessidades da família. Não! A questão é esta: o pastor deve organizar-se de tal forma que possa ter ações equilibradas entre suas responsabilidades como pastor, como esposo e pai (Lc 11:42). O afastamento das obrigações familiares, por parte do pastor, pode representar, no futuro, o afastamento dos familiares de Deus. Ficará difícil, para uma criança, entender que Deus é amoroso e bondoso, quando vê que a pessoa mais importante do mundo para ela, que é o seu pai, não pode lhe dar atenção, atribuindo a falta de tempo ao “trabalho de Deus”. Muitas vezes, os filhos de pastor, vêem Deus como um concorrente desleal; afinal, ele “ganha” sempre! Esses pensamentos podem trazer deformações significativas na construção da vida espiritual dos membros da família.
O pastor que pensa na sua família, quando organiza sua agenda de trabalhos, com certeza, obterá melhores resultados no cumprimento de suas tarefas junto à igreja que pastoreia. Os fantasmas do fracasso, do desânimo, da desmotivação e tantos outros que possam surgir serão expulsos, porque o pastor conta com o apoio de uma família feliz e equilibrada, emocionalmente e espiritualmente. A família pode e deve ser um dos meios usados por Deus, pelo qual seu servo possa encontrar forças para desenvolver, a contento, as suas atividades pastorais. A família bem estruturada é uma fortaleza contra as tentativas diabólicas de destruir um ministério produtivo. O pastor deve cuidar de sua família com o mesmo zelo que lhe é exigido no cuidado com a Igreja. Deve separar tempo, a fim de oferecer atenção especial à esposa e aos filhos. São inúmeras as atividades que podem ser desenvolvidas em família, que, além de prevenirem os males, têm a capacidade de fazer milagres no relacionamento familiar. São coisas simples como um passeio (sem nenhuma finalidade específica) para tomar um sorvete ou andar, assistir um programa de televisão juntos, fazer uma refeição diferente da rotina da casa, comprar um presente para alguém, brincar com os filhos, contar histórias, fazer elogios sinceros, auxiliar o filho numa lição de casa, levá-lo para a escola, ajudar a esposa num serviço que ela esteja fazendo, e, principalmente, cultuar ao Senhor Deus na sua casa.
A esposa e os filhos precisam se sentir importantes na vida do esposo e do pai. Da mesma forma que, como pastor, ele não falta a um compromisso assumido com os irmãos, como esposo e pai, não deve, de forma alguma, deixar de cumprir os compromissos assumidos com a sua família. Esse papel de esposo e pai não deve ser encarado como mais uma obrigação, mas, sim, como uma experiência extremamente agradável e revigorante, pois faz parte dos planos de Deus para a família dos seus ungidos (Pv 5:18; Ec 9:9; I Pe 3:7). As sugestões oferecidas são simples de serem seguidas, mas não basta tomar conhecimento delas e nem achá-las corretas; o que se precisa fazer é praticá-las. Para se ter uma família unida e cooperadora, é preciso investir nela todos os dias. Uma família feliz não é fruto de um passe de mágica.
A paciência, a compreensão, a renúncia, o autocontrole, a oração e a comunhão são exercícios que devem ser praticados diariamente. É um trabalho feito com muito amor e que traz resultados certos. Uma família vivendo dentro dos princípios cristãos é o suporte para o desenvolvimento de um ministério sadio. Se as coisas em casa estiverem bem, o pastor resolverá com facilidade os problemas que certamente surgirão no seu ministério. O Salmo 128 diz que o homem que teme ao Senhor tem de ser feliz e ter uma família feliz também. É uma promessa de Deus a se cumprir na vida de todos os pastores e servos de Deus.
prMax Castro.Facebook
Ser pastor é uma grande bênção concedida por Deus. O pastor é uma pessoa que tem um ideal, que tem uma missão, um chamado divino e que sente arder dentro de si o desejo de pastorear de maneira digna, honesta e fiel. Ele tem consciência de que aquele que o comissionou irá pedir-lhe os resultados do seu trabalho, um dia. Por isso, o pastor sente a necessidade de realizar o melhor trabalho possível para agradar o sumo Pastor. Mas, na vida pastoral, nem tudo são flores; pelo contrário, as lutas são implacáveis. Não é difícil encontrar pastores desanimados, desmotivados; às vezes, quase sem fé e completamente desgastados pelos problemas da vida ministerial.
Existem também aqueles pastores que confiam em Deus e têm experiências reais com ele, mas que, ao mesmo tempo, apresentam uma vida espiritual medíocre e indiferente às necessidades das pessoas que estão sob seus cuidados. Eles parecem não perceber que necessitam ter seus ministérios revitalizados pela graça e pelo poder da palavra de Deus, a fim de que seu trabalho possa transmitir luz, confiança e atingir os resultados esperados pela Igreja e pelo Senhor. Por que será que alguns pastores passam por esse tipo de situação? Quando se quer detectar as causas de muitas insatisfações e derrotas na vida ministerial, entre outras razões, o relacionamento familiar deteriorado ocupa um lugar de destaque. Sabemos que a maioria das pessoas pensa que a família do pastor não tem problemas; afinal de contas, ele é um dos representantes de Deus na terra, tem autoridade espiritual sobre a vida de muita gente, faz aconselhamentos, realiza visitas, levando palavras de esperança, tem sempre uma resposta para os problemas alheios e fala de assuntos importantíssimos.
Quando assume a tribuna para pregar, o pastor ensina o que se deve e o que não se deve fazer. “Não é possível que uma pessoa assim possa ter problemas na vida conjugal e no relacionamento com os filhos!”, pensamos. Mas, infelizmente, esse pensamento não é verdadeiro. Talvez uma das tarefas mais difíceis de ser administrada pelo pastor é a condução de sua própria família. Entre as muitas famílias que compõem uma comunidade cristã, sem dúvida alguma, a família de destaque é a do pastor. Ela vive sob os holofotes dos olhares curiosos do rebanho. Os fatos relacionados a essa importante família estão sempre refletindo de forma positiva ou negativa no comportamento das ovelhas apascentadas pelo pastor.
Isso, sem dúvida, deveria trazer uma reflexão mais profunda sobre o papel do pastor como chefe de sua família; a final, não é fácil liderar um lar que se sobressai de forma tão evidente. As pressões externas sofridas pelos membros da família do pastor, aliadas a uma liderança interna fraca por parte dele, resultam, muitas vezes, em dramas terríveis a serem vividos pela Igreja e pela sociedade. Quantas vezes, o pastor assiste, perplexo, ao naufrágio do seu casamento, ou, incrédulo, a o rumo que os filhos dão às suas vidas, abraçando os costumes mundanos? Esse drama familiar não é novo. A Bíblia é farta nos exemplos deixados por grandes líderes do povo de Deus, que, apesar do sucesso alcançado nas funções de sacerdotes e de reis, experimentaram o sabor amargo da derrota, quando tiveram de enfrentar as lutas dentro de casa (I Sm 3:13, 8:13, II Sm 18:33, I Rs 1:6).
É evidente que ninguém está livre das desventuras familiares, mas, quando o problema aparece na família do pastor, a repercussão toma grande vulto e aumenta em muito os danos na comunidade que o rodeia. No padrão bíblico para a família pastoral (I Tm 3:2-7), o pastor deveria ter a sua conduta de vida e a liderança de sua família firmada dentro dos seguintes princípios: ser marido de uma só mulher; ser irrepreensível em todas as atitudes; ser vigilante contra todos os ataques que pudessem sobrevir à sua família; ser sóbrio e consciente, para tomar todas as decisões necessárias ao bem estar familiar; ser honesto em todos os negócios de que fizer parte; exercer a hospitalidade para com todos; ser uma pessoa que se dedique a buscar conhecimento, pois uma das suas principais obrigações é estar em condições de ensinar; não alimentar vícios de espécie alguma, por ter consciência do quanto isso seria danoso à formação dos filhos; riscar a palavra violência do seu vocabulário; não ter como objetivo as riquezas materiais, mas, sim, buscar os valores morais, espirituais e éticos, que devem ser diariamente incorporados ao caráter dos componentes da família; ser moderado na forma de pensar, de falar, de agir, de trabalhar; não dar lugar às discussões geradoras de contendas com esposa, filhos, amigos, crentes; ter como objetivo a ser alcançado o bem-estar do próximo, de maneira tal que não haja nem sombra de egoísmo e avareza no seu modo de viver; ser um administrador da sua casa, digno da admiração de todos, principalmente da esposa e dos filhos; ter, principalmente, o entendimento de que, para cuidar da casa de Deus, precisa cuidar primeiro da sua casa; ter o bom senso de tributar todo o sucesso de suas conquistas, em qualquer área de sua vida, a Deus, evitando, dessa forma, problemas de ordem espiritual; finalmente, zelar pelo seu bom testemunho, como quem tem um tesouro precioso e quer conservá-lo a qualquer preço.
Se esse elenco de qualidades, que o Espírito Santo relacionou, através do apóstolo Paulo, fosse observado pelos homens que ocupam o cargo de pastor, não haveria razão para estarmos escrevendo este artigo. Afinal, essas orientações divinas estão na Bíblia há dois mil anos. Basta uma análise simples do texto, para concluir que um pastor que viva baseado nessas orientações terá a sua família vacinada e, portanto, imunizada, contra as terríveis doenças que estão corroendo muitas famílias pastorais e levando algumas à extinção. Muitos líderes podem dizer que é quase impossível atingir a qualidade de vida apresentada pelo Espírito Santo através de Paulo. Mas é falsa essa visão. O texto de I Tm 3:2-7 não foi escrito e recomendado para os anjos, mas, sim, para ser aplicado à vida de homens comuns, chamados para pastorear o rebanho de Deus. O padrão de qualidade exigido pelo Espírito Santo é uma meta a ser alcançada, através de uma vida determinada e disciplinada, pelo estudo sistemático da Palavra, pela comunhão com o Senhor, pela oração constante e pela confiança na graça e misericórdia de Deus.
A Bíblia ensina o caminho. Trata-se, portanto, apenas de se ter disposição para aprender e obedecer (Rm 15:4; Tg 1:22). Podemos então afirmar que o pastor é o responsável pelo rumo dado à sua família. Não há dúvida de que o trabalho exercido na função pastoral é extremamente árduo. Mas a constatação desse fato não exime o pastor de sua função de marido, pai, amigo, companheiro. Então, o que fazer? Em primeiro lugar, o pastor não pode esquecer que, na maioria dos casos, a esposa e os filhos não escolheram o cargo de “família de pastor”. A esposa, muitas vezes, sofre muito com o que as pessoas exigem dela, sentindo-se incapaz, às vezes, pela imaturidade ou pela falta de preparo para lidar com problemas de tão grande envergadura, como a condução de uma igreja. Outras vezes, ela se sente insegura, porque muito da carga familiar acaba sob sua responsabilidade, o que a deixa exausta. E aquele que um dia prometeu ser o seu amparo, proteção, confidente e companheiro das horas difíceis torna-se uma pessoa distante e fora do seu alcance.
Às vezes, ela vê o seu marido ser paciente com tantas pessoas, inclusive com ovelhas mulheres; observa que, por mais cansado que ele esteja, sempre tem um sorriso para os que o rodeiam e percebe que, na maioria das vezes, o encantamento dura até a hora que volta para casa, cansado e esgotado. A esposa é obrigada a se contentar com muito pouco, e, às vezes, não sobra nada mesmo, em termos de atenção e carinho. É natural que um sentimento de rejeição, frustração e ciúmes tome vulto, e uma esposa que seria uma excelente companheira acaba sentindo-se preterida e transformando-se num verdadeiro impedimento ao trabalho pastoral, porque ela vê na Igreja uma rival poderosa, com a qual não pode competir.
Da mesma forma, esse problema irá refletir na vida dos filhos, que se enchem de ciúmes ao verem o pai preocupado com o filho “de todo o mundo”, demonstrando isso através do abraço no filho de um irmão, da oração e do aconselhamento aos filhos dos outros, enquanto que, para os de casa, nunca sobra tempo, nem ao menos para uma conversa. Isso sem falar no “exemplo” de vida que é exigido deles, por serem filhos do pastor. Se, para o pastor, o ministério é árduo, para a sua família o é também. Alguns pastores, a pretexto de servirem a Deus e de desempenharem bem o seu trabalho na igreja, colocam a família em segundo plano ou simplesmente a omitem de seus projetos. Às vezes, visitam tanto o rebanho que acabam se tornando uma visita dentro de sua própria casa. O pastor que age dessa forma torna-se um estranho: desconhece os acontecimentos rotineiros da família e acaba sem autoridade para orientar, aconselhar, educar e tomar as decisões necessárias para o bom andamento da vida doméstica.
As necessidades de sua esposa e de seus filhos são por ele ignoradas. Outros pastores centralizam na sua pessoa o comando de todas as atividades da Igreja. O que acontece? Não sobra tempo para coisa alguma, absolutamente. São consumidos pelo ativismo. Não estamos defendendo a idéia de que o trabalho pastoral tem de deixar de ser feito por causa das necessidades da família. Não! A questão é esta: o pastor deve organizar-se de tal forma que possa ter ações equilibradas entre suas responsabilidades como pastor, como esposo e pai (Lc 11:42). O afastamento das obrigações familiares, por parte do pastor, pode representar, no futuro, o afastamento dos familiares de Deus. Ficará difícil, para uma criança, entender que Deus é amoroso e bondoso, quando vê que a pessoa mais importante do mundo para ela, que é o seu pai, não pode lhe dar atenção, atribuindo a falta de tempo ao “trabalho de Deus”. Muitas vezes, os filhos de pastor, vêem Deus como um concorrente desleal; afinal, ele “ganha” sempre! Esses pensamentos podem trazer deformações significativas na construção da vida espiritual dos membros da família.
O pastor que pensa na sua família, quando organiza sua agenda de trabalhos, com certeza, obterá melhores resultados no cumprimento de suas tarefas junto à igreja que pastoreia. Os fantasmas do fracasso, do desânimo, da desmotivação e tantos outros que possam surgir serão expulsos, porque o pastor conta com o apoio de uma família feliz e equilibrada, emocionalmente e espiritualmente. A família pode e deve ser um dos meios usados por Deus, pelo qual seu servo possa encontrar forças para desenvolver, a contento, as suas atividades pastorais. A família bem estruturada é uma fortaleza contra as tentativas diabólicas de destruir um ministério produtivo. O pastor deve cuidar de sua família com o mesmo zelo que lhe é exigido no cuidado com a Igreja. Deve separar tempo, a fim de oferecer atenção especial à esposa e aos filhos. São inúmeras as atividades que podem ser desenvolvidas em família, que, além de prevenirem os males, têm a capacidade de fazer milagres no relacionamento familiar. São coisas simples como um passeio (sem nenhuma finalidade específica) para tomar um sorvete ou andar, assistir um programa de televisão juntos, fazer uma refeição diferente da rotina da casa, comprar um presente para alguém, brincar com os filhos, contar histórias, fazer elogios sinceros, auxiliar o filho numa lição de casa, levá-lo para a escola, ajudar a esposa num serviço que ela esteja fazendo, e, principalmente, cultuar ao Senhor Deus na sua casa.
A esposa e os filhos precisam se sentir importantes na vida do esposo e do pai. Da mesma forma que, como pastor, ele não falta a um compromisso assumido com os irmãos, como esposo e pai, não deve, de forma alguma, deixar de cumprir os compromissos assumidos com a sua família. Esse papel de esposo e pai não deve ser encarado como mais uma obrigação, mas, sim, como uma experiência extremamente agradável e revigorante, pois faz parte dos planos de Deus para a família dos seus ungidos (Pv 5:18; Ec 9:9; I Pe 3:7). As sugestões oferecidas são simples de serem seguidas, mas não basta tomar conhecimento delas e nem achá-las corretas; o que se precisa fazer é praticá-las. Para se ter uma família unida e cooperadora, é preciso investir nela todos os dias. Uma família feliz não é fruto de um passe de mágica.
A paciência, a compreensão, a renúncia, o autocontrole, a oração e a comunhão são exercícios que devem ser praticados diariamente. É um trabalho feito com muito amor e que traz resultados certos. Uma família vivendo dentro dos princípios cristãos é o suporte para o desenvolvimento de um ministério sadio. Se as coisas em casa estiverem bem, o pastor resolverá com facilidade os problemas que certamente surgirão no seu ministério. O Salmo 128 diz que o homem que teme ao Senhor tem de ser feliz e ter uma família feliz também. É uma promessa de Deus a se cumprir na vida de todos os pastores e servos de Deus.
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