sábado, 28 de setembro de 2013

"Provérbios indispensáveis para o ministério de liderança"


                                             FOTO: O líder deve estar "juntos e misturados" com seus liderados

O objetivo desse estudo não é mostrar belos provérbios para nossa apreciação. Antes, é admoestar o ministério de liderança, mostrando sete belos provérbios indispensáveis para aqueles que recebem a honra do Senhor em ocupar algum cargo de liderança na igreja:

"O que desvia seus ouvidos de ouvir a lei, até sua oração será abominável"             (Pv 28.9)
O líder deve focar (esforçar) seus ouvidos para ouvir a palavra do Senhor. Neste provérbio, a palavra (lei) e oração caminham juntas, nos ensinando que o líder deve ter, antes de tudo, uma vida de oração e uma sólida estrutura na palavra de Deus.

 "Procura conhecer os estado de suas ovelhas, põe teu coração sobre o gado"          (Pv 27.23) 
Esta ordem começa com o verbo PROCURAR, indicando uma ação de continuidade. O líder, continuamente, deve conhecer (também é um processo) as situações de seus liderados, suas causas, alegrias e tristezas. O segredo para cumprir este provérbio é colocar o coração sobre eles, amando-os.

"Como o ferro com o ferro se aguça, assim o homem afia o rosto de seu amigo"            (Pv 27.17)
Uma comparação fantástica! O ferro duro é afiado por outro ferro... também duro! O líder deve olhar para aquele liderado difícil, com muita humildade e procurar ajudá-lo, afiando seu rosto. Lembrando sempre que o líder também deve ter seu rosto afiado. Ambos são ferros duros. O líder apenas está na posição de afiar o outro, mas, é ferro do mesmo jeito.



            "Não responda ao tolo segundo a sua estultícia, para que também não faças semelhante a ele"                                                                                                                  (Pv 26.4)
Uma característica marcante do líder deve ser a capacidade de ouvir. Busque essa sábia capacidade em Deus. O líder vai escutar palavras brandas e vai responder com brandura; o líder vai escutar palavras grosseiras e tolas e vai igualmente responder com... brandura! Caso contrário, não passará de um tolo. 

"O que adquire entendimento ama sua alma"                                                                     (Pv 19.8)
Líder, busque se capacitar! Adquirindo entendimento você estará amando sua própria alma. Invista no ministério de liderança que o Senhor confiou em suas mãos. Isso vai ser bom para você, e, consequentemente, para seus liderados.

"Como o louco que lança de si faíscas, flechas e mortandades, assim é o homem que engana o seu próximo e diz: Fiz isso por brincadeira"                                                       (Pv 26.18)

Primeira coisa, sejamos verdadeiros com o nosso próximo, pois, o engano é como uma faísca, flecha e mortandade, tudo junto. Segundo, disparar esse arsenal contra nosso próximo e depois dizer "fiz isso por brincadeira"... não é atitude de um sábio líder, nem de ninguém. Ministério de liderança não é brincadeira, deve ser feito com seriedade, dedicação e honra. Com muita alegria, mas, jamais por "brincadeira".

"Sê sábio, filho meu, e alegra o meu coração, para que tenha alguma coisa que responder àquele que me desprezar"                                                                                   (Pv 27.11)
Um líder levantado pelo pastor é como este "filho meu". Aqui há o pedido pastoral para que seus líderes, que foram levantados com muita oração, jejum, madrugadas e choro, sejam sábios. Isso será consolo para o pastor diante das afrontas.


Por: Bp Erisvaldo Pinheiro

segunda-feira, 8 de julho de 2013

QUE A JUSTIÇA DO CRISTÃO EXCEDA A DOS ESCRIBAS E FARISEUS

“Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou pelos dias de festas, ou lua nova, ou sábado” (Cl 2.16).

[...] As duas primeiras palavras provavelmente se referem às regras judaicas sobre alimentação do Antigo Testamento, que os colossenses eram pressionados a observar como necessidade para a salvação pelos falsos mestres. E, ainda hoje, existem ministros que se intrometem na alimentação dos irmãos outros usam o sábado, usos e costumes como meio de salvação. São ministros débeis na fé, por falta de maturidade, instrução e conhecimento da Palavra de Deus.

Os falsos mestres, a quem o apóstolo se refere, estavam envolvidos com o legalismo judaico: circuncisão (Cl 2.11), preceitos dietéticos e guardas de dias (Cl 2.16). Há também várias referencias ao gnosticismo (Cl 2.18-23).

O verbo grego paralogizomai, que quer dizer “enganar, seduzir com raciocínios capciosos”, descreve com precisão a perícia dos falsos mestres na exposição de suas heresias. O nosso cuidado deve ser continuo para não nos tornarmos presas desses doutores do engano.

A guarda de dias de festas sagradas, ao lado dos sacrifícios requeridos na lei mosaica foram, com justiça, observados antes da vinda de Cristo. Eram parte do culto e dos sacrifícios na Antiga Aliança, como “sombra das coisas celestiais” (Cl 2.17; Hb 8.5), ou “uma alegoria para o tempo presente” (Hb 9.9), ou ainda “a sombra dos bens futuros e não a imagem exata das coisas (Hb 10.1), isto é, realidade prefigurada por eles, temo-la em Cristo. Tendo a Cristo, temos tudo o que carecemos. O cristão não precisa, pois, ficar preso a tais ordenanças, que eram sombra, ou tipos de Cristo, o antítipo, ou a realidade trazida à história. A vida do crente em Cristo é liberta de qualquer calendário escravizante, inclusive da guarda dos sábados, que era um concerto especial de Jeová com seu povo (Êx 31.13; Dt 5.12; Ez 20.12). Os cristãos guardam o domingo apenas como dia de descanso semanal. Nesse dia, o primeiro da semana, O Senhor Jesus (que é também o “Senhor do sábado”, Lc 6.5) ressuscitou (Mc 16.1-8). Os cristão primitivos conheciam esse dia como “o dia do Senhor” (Ap 1.10). A própria palavra “domingo” significa “dia do Senhor”

1. Cristo é o árbitro do nosso coração. Paulo ao escrever sua carta aos romanos diz que somos justificados mediante a fé e temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo (Rm 5.1). Quando você é salvo lavado no sangue e justificado, passa a estar em paz com Deus. A paz de Deus provém de caminhar em obediência à vontade de Deus, pois Ele é o nosso arbitro: “Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração, à qual, também, fostes chamados em um só corpo; e sedes agradecidos” (Cl 3.15). “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus” (Fl 4.7).

É o Espírito Santo que é o nosso árbitro, pois é Ele quem fala em nossos corações. Nem Jesus como homem julgou a humanidade, mas disse: “Se alguém ouvir as minhas palavras e não as guardar, eu não o julgo; porque eu não vim para julgar o mundo, e sim para salvá-lo. Quem me rejeita e não recebe as minhas palavras tem quem o julgue; a própria palavra que tenho proferido, essa o julgará no último dia” (Jo 12.47-48).

2. . Palavra é o Seu Árbitro: Guardar é a palavra chave e significa: “Agir como árbitro”. A paz de Deus que excede todo entendimento agirá como árbitro.
A finalidade do árbitro é a de declarar as condições do jogo. Assim sendo, a paz de Deus deve agir como árbitro para dizer-nos se estamos certos ou errados. Quando a paz de Deus o deixa, é hora de parar e examinar a situação. Sabemos que é parte da promessa de Deus de guiar-nos continuamente, Ele nos dá a orientação para manter-nos na direção certa em nossa caminhada Cristã. Falamos de termos uma convicção interior do que Deus quer que façamos; da necessidade desta convicção estar em linha com as Escrituras; da confirmação profética para dar-nos direção; sabedoria dos conselhos de pessoas devotadas a Deus; de circunstâncias confirmadoras; do árbitro da paz de Deus; e finalmente, da provisão de Deus.

3. Intrometem-se, julgam e policiam a vida dos outros. “Portanto, por que é que você, que só come verduras e legumes, condena o seu irmão? E, você, que come de tudo, por que despreza o seu irmão? Pois todos nós estaremos diante de Deus para sermos julgados por ele” (Rm 13.10 – NTLH).

Não temos o direito de julgar os outros e condená-los, por um código humano. Todo o julgamento compete ao Senhor. Por isso Paulo diz: “Cada um dará conta de si mesmo” (Rm 14.12, 13), ou seja, iremos um dia comparecer diante do Tribunal de Deus. Deus constitui ministros para pregar o Evangelho, e não para serem “donos” do Evangelho. O verdadeiro ministro é um servo da Igreja de Cristo e não o dono da Igreja.

A religião farisaica dos tempos de Jesus usava o critério do julgamento humano, e Jesus é claro ao dizer para os fariseus:

“Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também. Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu?” (Mt 7.1, 4).

“Não julgueis”. A palavra utilizada no original grego é Krino, e o significado, juiz. No texto original, a forma usada indica que Seus ouvintes precisavam parar de julgar. Para nos darmos bem com os outros, precisamos parar de julgar. (v. 1a).
Os escribas e os fariseus seguiam Jesus por onde quer que Ele fosse na tentativa de achar alguma falha para acusá-Lo (Lucas 6.1–7). Por esta razão Jesus traz este assunto sobre o julgamento.

Sendo assim, no Sermão do Monte, Jesus fez muitas referências a eles, direta e indiretamente. Em Mateus 5.20, Ele disse: “… se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus”. Jesus ensina a Seus discípulos, que a justiça dos fariseus estava baseada em religiosidade e não em atos de fé e de amor. Na última parte do capítulo 5, Cristo contrastou o Seu ensino com as tradições relativas à lei; essas tradições foram perpetuadas pelos fariseus. Na primeira parte do capítulo 6, Jesus falou de hipócritas que tocavam trombetas quando davam esmolas, que oravam em praças públicas com repetições intermináveis, que queriam que todos soubessem quando jejuavam. Qualquer um teria identificado os fariseus nessas descrições de Jesus.

[...] Os escribas e fariseus eram culpados do tipo de julgamento que Jesus estava denunciando. Eles condenavam grandes segmentos da sociedade: os cobradores de impostos (Lucas 18.9–14), os samaritanos e os gentios. Além disso, eles se consideravam superiores a todos os demais. Olhavam com desprezo para os outros e tinham pouca compaixão dos outros. Se quisermos nos dar bem com os outros, nossa justiça terá de exceder a dos escribas e fariseus”. David Roper

domingo, 26 de maio de 2013

5 Sinais de que Você Glorifica a Si Mesmo

5 Sinais de que Você Glorifica a Si Mesmo 




   



É importante reconhecer o fruto de auto glorificar-se em você e em seu ministério. Que Deus use esta lista para lhe conceder sabedoria diagnóstica. Que ele use esta lista para expor seu coração e redirecionar seu ministério. Auto glorificar-se fará com que você:


1. Ostente em público o que deveria ser mantido em particular. Os fariseus são um vívido exemplo primário para nós. Porque eles viam suas vidas como gloriosas, eles eram ligeiros em ostentar essa glória diante dos olhos de quem estivesse vendo. Quanto mais você pensa que você já chegou lá, e quanto menos você vê a si mesmo como necessitando de graça resgatadora, mais você tenderá à autorreferência e à auto congratulação. Por você estar atento à auto glorificação, você vai trabalhar para conseguir maior glória mesmo quando não estiver consciente de que está fazendo isso. Você tenderá a contar histórias pessoais que fazem de você o herói. Você encontrará maneiras, em cenários públicos, de falar de atos privados de fé. Por você se achar digno de aplausos, você buscará os aplausos de outros encontrando maneiras de apresentar a si mesmo como “piedoso”. Eu sei que a maioria dos pastores lendo esta coluna pensarão que nunca fariam isso. Mas estou convencido de que há mais “desfile de piedade” no ministério pastoral do que tendemos a pensar. Esta é uma das razões pelas quais eu acho conferências pastorais, reuniões de presbitério, assembleias gerais, convenções, e reuniões de plantação de igreja desconfortáveis às vezes. Após uma sessão ao redor da mesa, essas reuniões podem se degenerar a um “concurso de cuspe” de ministério pastoral, onde somos tentados a menos do que honestos sobre o que de fato está acontecendo em nossos corações e em nossos ministérios. Após celebrar a glória da graça do evangelho, há demasiado recebimento de glória auto congratulatória por pessoas que parecem precisar de mais aplausos do que merecem.

2. Seja demasiadamente autorreferente Todos nós sabemos disso, todos nós já vimos isso, todos nós já ficamos desconfortáveis com isso, e todos nós já fizemos isso. Pessoas orgulhosas tendem a falar muito de si mesmas. Pessoas orgulhosas tendem a gostar mais de suas próprias opiniões do que das opiniões dos outros. Pessoas orgulhosas pensam que suas histórias são mais interessantes e cativantes do que as dos outros. Pessoas orgulhosas pensam que eles sabem e entendem mais do que os outros. Pessoas orgulhosas pensam que conquistaram o direito de serem ouvidas. Pessoas orgulhosas, por basicamente terem orgulho do que sabem e do que fizeram, falam muito sobre ambos. Pessoas orgulhosas não falam a respeito de suas fraquezas. Pessoas orgulhosas não falam a respeito de suas falhas. Pessoas orgulhosas não confessam pecado. Então pessoas orgulhosas são melhores em colocar os holofotes sobre si mesmas do que em refletir a luz de suas histórias e opiniões de volta para a gloriosa e completamente imerecida graça de Deus.

3. Fale quando deveria ficar calado. Quando você pensa que já chegou lá, você é bem orgulhoso e confiante de suas opiniões. Você confia em suas opiniões, então você não está tão interessado nas opiniões dos outros quanto deveria estar. Você tenderá a querer que seus pensamentos, perspectivas e pontos de vista vençam em qualquer reunião ou conversa. Isso significa que você estará muito mais confortável do que você deveria estar com dominar um grupo com sua conversa. Você falhará em ver que na multidão de conselhos há sabedoria. Você falhará em ver o ministério essencial do corpo de Cristo em sua vida. Você falhará em reconhecer suas tendências e sua cegueira espiritual. Você não irá a reuniões formais ou informais com um senso pessoal de necessidade do que os outros têm a oferecer, e você controlará a conversa mais do que deveria.

4. Fique quieto quando deveria falar. A auto glorificação pode ir para o outro lado também. Líderes que são muito autoconfiantes, que involuntariamente atribuem a si mesmos o que poderia apenas ser efetuado pela graça, frequentemente veem reuniões como uma perda de tempo. Por serem orgulhosos, eles são muito independentes, então as reuniões tendem a ser vistas como uma interrupção irritante e inútil de uma agenda ministerial já sobrecarregada. Por causa disso, ou eles acabarão com todas as reuniões ou as tolerarão, tentando finalizá-las o mais rápido possível. Então eles não lançam suas ideias para consideração e avaliação porque, francamente, eles não acham que precisam. E quando suas ideias estão na mesa e sendo debatidas, eles não entram na briga, porque eles pensam que o que eles opinaram ou propuseram simplesmente não precisa de defesa. A auto glorificação fará com que você fale demais quando você deveria ouvir, e com que você não sinta necessidade de falar quando você certamente deveria.

5. Se importe demais com o que os outros pensam de você. Quando você caiu no pensamento de que você é alguma coisa, você quer que as pessoas reconheçam esse “alguma coisa”. Novamente, você vê isso nos fariseus: avaliações pessoais de auto glorificação sempre levam a um comportamento de busca por glória. Pessoas que pensam que chegaram a algum lugar podem se tornar hipersensíveis a como outras pessoas reagem a elas. Por você ser hiper vigilante, observando a maneira pela qual as pessoas em seu ministério respondem, você provavelmente nem sequer percebe como você faz as coisas por auto aclamação. É triste, mas frequentemente ministramos o evangelho de Jesus Cristo por causa de nossa própria glória, não pela glória de Cristo ou a redenção das pessoas sob nossos cuidados. Eu já fiz isso. Eu já pensei durante a preparação de um sermão que um certo ponto, colocado de certa maneira, poderia ganhar um detrator e eu já fiquei observando à procura da reação das pessoas enquanto eu pregava. Nesses momentos, na pregação e na preparação de um sermão, eu abandonei meu chamado como embaixador da eterna glória de outro pelo propósito de conseguir para mim o louvor temporário dos homens.
Postado por: Pastora Mérces Vasconcellos

Por Paul Tripp. Copyright © 2013 The Gospel Coalition, Inc. Todos os direitos reservados. Usado com permissão. Original: 5 Signs You Glorify Self. Paul Tripp é pastor, escritor, e conferencista internacional. Ele é presidente do Paul Tripp Ministries e trabalha para conectar o poder transformador de Jesus Cristo ao dia a dia. Tradução: Alan Cristie – Mionistério Fiel © Todos os direitos reservados. Webistes www.MinisterioFiel.com.br e www.VoltemosAoEvangelho.com. Original: 5 Sinais de que Você Glorifica a Si Mesmo (Paul Tripp) Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Socorro! Meu ministério está em crise!!!

Infelizmente esse é o pensamento de milhares de cristãos neste momento. Suas mentes fervilham em busca de respostas e de soluções para os mais variados tipos de problemas que inevitavelmente surgem na vida de um líder. Tempos de crise geram variadas preocupações e faz com que inconscientemente ele acabe perdendo todas as suas forças até se tornar uma pessoa amarga, esguia e cada vez mais desconfiada de tudo e de todos. Essa cadeia de reações negativas rapidamente potencializa a crise uma vez que atinge a autoestima, inibindo a força de reação. Quando a crise se acentua o líder acaba levando para o lado pessoal, redobrando as cobranças em cima de si próprio desgastando-se ainda mais. As crises ministeriais devem existir, para que tragam vigor, sabedoria e maturidade, mas essas crises por característica devem ser passageiras e geralmente atingir apenas o interior do líder. Uma vez que se tornam frequentes, duradouras, passando influenciar negativamente nos resultados da liderança, aí realmente algo sério pode estar acontecendo. Quando o líder não consegue detectar este “algo sério” ele pode estar em grandes apuros, sofrer grandes perdas e até ser banido do processo de liderança. No ministério, há muitas agressões psicológicas relacionadas a: problemas financeiros, falta de resultados, cobrança dos superioores, comparação com outros líderes e a perda de liderados. Um líder pode perder pessoas por dois motivos: O primeiro é por conflitos pessoais do liderado, essa perca geralmente não atinge o líder, o segundo tipo de perda é justamente por causa do estilo de liderança que o líder está empregando. Quando as percas ocorrem por conflitos pessoais dos liderados, o líder perde o que ele tem de pior e isto pode até contribuir para aprimorar o grupo e fortalecer a liderança, mas quando as percas se origina na má gestão do líder, aí ele segue perdendo o que tem de melhor, o que pode comprometer totalmente a sua liderança. Isso ocorre porque as melhores pessoas reconhecem suas próprias potencialidades e às vezes estão sendo subjugados por uma visão errada do líder. O que agrava ainda mais a situação é que as pessoas de mais força tentam contornar os maus momentos ou as divergências se adequando o quanto podem para se alinhar com a visão de liderança empregada pelo líder, se pessoas boas abandonam o líder, pode ser um mau sinal. Em grande parte, todas as crises que circundam a vida de um líder são geradas entre seus liderados e o erro maior acontece quando ele tributa a esse mesmo povo toda a culpa pelos seus insucessos. Ora, quando temos alguém para imputar a culpa acabamos nos absolvendo e se “livramos a nossa cara”, a busca por soluções se torna desinteressante e ainda deixamos de aprender com as consequências. É muito comum também que pessoas entrem em crise por causa da descrença no sistema religioso, uma vez que esse é totalmente falho, girando mais em torno de homens ambiciosos do que em torno de Deus e raramente se contextualiza com Bíblia. O sistema religioso geralmente gera terríveis duvidas e confrontos e como não apresenta as respostas que muitos procuram, estes acabam alimentando a decepção, que logo se transforma em crise e por isso, muitos abandonam a fé. O líder deve ter muito cuidado na forma como enfrenta as crises que lhe atingem pois podem ser destrutivas.Elas não só podem comprometer sua liderança mas também causar problemas irreversíveis na saúde e os principais sintomas são: insônia, nervosismo, depressão aguda que pode se tornar crônica; dores de cabeça, problemas gastrointestinais e queda da autoestima que baixa as defesas do organismo abrindo as portas para vários outros tipos de enfermidade, inclusive o câncer. Sem falar nos graves problemas traumáticos e psicológicos que podem ser acrescentados ao quadro. Os líderes espirituais, de forma quase generalizada ainda não aprenderam a lidar com a altivez. Eu não consigo entender o que leva um líder de Deus a se tornar tão cheio de si e a pensar que seu trabalho tem mais aprovação do que o de todos os demais. Quem passa o tempo todo apenas falando de seus êxitos, provavelmente irá deparar com mais dificuldade, pois se sentirá humilhado quando precisar buscar algum tipo de ajuda, principalmente quando tiver passando por crise. Outro mal da altivez ainda não vencida é que ela leva os líderes a viverem em clima de alta competitividade uns com os outros, fazendo com que seja adicionado mais dois fatores maléficos a qualquer tipo de crise: •1). Por mais que a crise os perturbe tentam demonstrar um quadro de normalidade, pois imaginam que admitir a crise é demonstrar fraqueza, e a demora na busca por soluções faz com que a crise piore ou se torne irreversível. •2). São levados a manter uma vida de intensa comparação. Quando um líder compara seus resultados com o de outros líderes ele “aponta uma arma para sua própria cabeça”, pois a comparação é altamente destrutiva e desgasta ainda mais suas emoções porque ele passa a ver aqueles com os quais se compara como rivais. Esse comportamento quase sempre é demonstrado por pessoas que não confiam em si próprias e ele faz com que nasça uma nova crise dentro da que já existe. Por fim, um grande problema que muitos líderes não perceberam ainda é que a liderança exige muitos cuidados, principalmente quando diz respeito a área dos relacionamentos, neste processo, quem é mais inseguro acaba se tornando muito solitário, assim, quando as crises chegam, geralmente não encontram ninguém para abrir seu coração e solicitar algum tipo de orientação ou ajuda, neste caso, algo que poderia ser simples de resolver pode se tornar num símbolo de fracasso. - POR Pastor Adeneir Sousa de Oliveira Site: oleoprecioso.com

quarta-feira, 8 de maio de 2013

ORDENAÇÃO DE LÍDERES

Se você ordena presbíteros desqualificados… 1. A igreja é enfraquecida, pois os líderes não são exemplos de piedade. As congregações deveriam ser capazes de olhar para seus líderes e aspirar ser como eles em suas vidas e em seus ensinos. 2. Você coloca o futuro da igreja em perigo. Ministros vem e vão. A maioria dos presbíteros vai permanecer por mais tempo que os pastores e serão os homens que escolherão os próximos. 3. Você coloca seu pastor em uma posição vulnerável. Pode ser que os presbíteros sejam homens fracos que permitem que ele faça tudo que quiser. Todas as decisões são de acordo com a vontade dele e as pessoas começam a temer enfrentá-lo. Por outro lado, há incontáveis exemplos de presbíteros que fazem da vida dos pastores um tormento, ao puxarem o freio de mão a cada oportunidade que aparece e serem extremamente difíceis de lidar. 4. Líderes com teologia fraca não serão capazes de detectar erros. Muito provavelmente será uma questão de ênfase, e o ensino começa a ficar desbalanceado. Presbíteros com um bom conhecimento das Escrituras e das Confissões serão capazes de nos corrigir, ou pelo menos nos alertar quando começarmos a desequilibrar. 5. Seus presbíteros não serão pastores do rebanho. Serão apenas uma mesa diretora que toma decisões executivas sem, de fato, cuidar das pessoas e lidarem com suas necessidades. O pragmatismo mata igrejas a longo prazo. 6. Quando se trata de grandes decisões e ataques à verdade, a única esperança é que eles tomem as decisões corretas baseados nas lealdades pessoais. Eles certamente não terão as bases teológicas corretas para tomarem as decisões certas. 7. A disciplina eclesiástica será praticamente inexistente, pois eles nunca enxergarão os problemas. por Paul Levy Traduzido por Filipe Schulz | iPródigo.com | http://eticaeliderancacrista.blogspot.com.br/

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Windows Live Messenger + Facebook

MINISTÉRIO DE CAPELANIA (Oração do Capelão)

ORAÇÃO DO CAPELÃO

No exercício de meu ministério como capelão,

Instrumento em tuas mãos, Senhor desejo ser...

Que minha voz seja dócil, terna e amável

Para de forma amigável, com Jesus parecer...


Peço, dê-me amor, ternura, compreensão

E um bondoso coração sensível para sentir...

A ansiedade de quem ao meu lado padece

E que em fervorosa prece a ele eu possa acudir...


Em meus lábios, palavras de otimismo e alento

A cada momento, por favor, não deixe faltar...

E que elas soem como uma melodiosa canção

De ânimo, restauração qual um cicioso acalantar.


Que meus olhos possam irradiar bondade,

Transmitindo lealdade, compreensão, amor...

E, que tua palavra com sabedoria e desvelo

Ao ser lida como apelo suavize a tristeza e a dor...

Por: Adão José Pereira

domingo, 9 de dezembro de 2012

TIPOS DE CRENTES

TIPOS DE CRENTES Eis aqui uma lista de tipos de crente, a idéia NÃO é ridicularizar, mais analisar se temos algumas dessas características, e se a resposta é sim, então é HORA DE MUDAR. 1. CRENTE URSO: no inverno, fica hibernando 2. CRENTE AÇÚCAR: se sair com chuva, derrete. 3. CRENTE CHUCHU: que pega qualquer gosto, "Maria vai com as autras" 4. CRENTE QUIABO: vive escorregando. 5. CRENTE AGENTE SECRETO: ninguém sabe que ele é crente 6. CRENTE BORBOLETA: que anda de igreja em igreja 7. CRENTE ÔBA-ÔBA: "tudó é festa" 8. CRENTE CARRINHO DE MÃO: alguém tem que empurra-lo até a igreja 9. CRENTE GELINHO: cheio dos "não me toques!" 10. CRENTE FLORZINHA DE JESUS: qualquer coisa , sai da igreja 11. CRENTE GABRIELA: "eu nasci assim, eu cresci assim, e vou ser sempre assim,Gabriela..." 12. CRENTE MACHADO: qualquer idéia, ele já corta. 13. CRENTE BULE: de "pô café" (pouca fè) 14. CRENTE ESCOTEIRO: só vai em acampamento 15. CRENTE KODAK: vive de revelação 16. CRENTE "6 ORA": seis ora por mim... 17. CRENTE PÁ: quando o pastor está pregando, ele diz:é pá ele! 18. CRENTE ALELUIA: Pra tudo ele diz, aleluia. 19. CRENTE COM DOM DO CANTO: fica lá no canto da igreja encostado e não quer saber de trabalhar!!! 20. CRENTE CELULAR: Só vive desligado ou fora de área. 21. CRENTE ROCAMBOLE: é cheio de rolo. 22. CRENTE NUVEM : Segue todo vento que passa 23. CRENTE 191: Só vai a Cristo em situação de perigo 24. CRENTE 190: Só busca á Deus em situação de emergências 25. CRENTE PIPOCA: Só pula na igreja e nada mais 26. CRENTE GREMILLINS: Fofinho, bonitinho, dengozinho, más quando passa pela água da provação o faz virar o bicho papão 27. CRENTE IÔ-IÔ: Sobe e desce, sobe e desce... 28. CRENTE XUXU: Pega gosto de onde estiver (perde identidade cristã) 29. CRENTE PIMENTA: Ardido!!!! 30. CRENTE ROJÃO: Encanta os olhos chama a atenção de todos mas logo esta apagado 31. CRENTE MEGA SENA: Aposta que é crente! 32. CRENTE BINGO: É sorte grande aparecer na igreja 33. CRENTE TRANSFORMER: Terno, grava, bíblia, más quando sai da igreja se transforma 34. CRENTE MANDIOCA: Vive fincado na terra não busca as coisas do alto (colossenses.3) 35. CRENTE BÓIA: Sempre boiando (pelo menos não afunda). 36. CRENTE BANANEIRA: Não pega fogo, o senhor não queima de jeito e maneira êtá crente! 37. CRENTE E-MAIL: Meio crente, meio salvo,meio cheio, meio alegre,meio firme, meio(...) 38. CRENTE FRANCO ATIRADOR: Pecou perto dele, ele atira pra matar.. 39. CRENTE JURACIK(PARK): Só vive o velho mandamento. 40. CRENTE WALT DISNEY: Sua fé é só fantasia 41. CRENTE HOME-INVISIVEL: Ninguém o vê na igreja 42. CRENTE FLESH-BACK: Vive de olho no passado das pessoas. 43. CRENTE ELEVADOR: Esta sempre subindo e descendo na vida espiritual 44. CRENTE LEÃO: Não se meta com ele, pois ele é o Rei da igreja 45. CRENTE JACARÉ: Tem uma boquinha 46. CRENTE CESTÃO: Cês tão orando por mim? 47. CRENTE "3S": Salvo,Sentado e Sossegado. 48. CRENTE PRAIA DE MAR: Cheio de onda. 49. CRENTE TOTAL FLEX - Ao mesmo tempo e no mesmo lugar anda tanto na carne quanto no espírito. 50. CRENTE LÂMPADA QUEIMADA - Está no soquete, na energia, mas não acende. 51. CRENTE SURFISTA - Só quer estar na onda. 52. CRENTE MORATÓRIA - Não paga ninguém. 53. CRENTE SEIS E MEIA - Sempre para baixo. 54. CRENTE AUTO REVERSE: Vai, vai, mas logo vem, vem. 55. CRENTE BRASTEMP: Não tem comparação... 56. CRENTE MÂE DO KIKO DO PROGRAMA CHAVES: Não se mistura com "gentalha 57. CRENTE CHAPOLIM: Você pode contar com tudo, menos com sua astúcia. 58. CRENTE DENOREX: Parece mas não é. 59. CRENTE KARATÊ: Só dá valor se o cara ter bens. 60. CRENTE ZAGALO - Os irmãos tão sempre tendo que engoli-lo. 61. CRENTE RAIO Clareia bem, anuncia um trovão, mas passa rapidim. 62. CRENTE CABELEREIRO Trabalha só pra fazer a cabeça dos outros... 63. CRENTE CARRAPATO: Vive colado no pastor. 64. CRENTE PIOLHO: Anda pela cabeça dos outros... 65. CRENTE CHICLÉTE: Mastiga a Palavra, mas não engole... 66. CRENTE GIRAFA: O corpo tá na Igreja,mas a cabeça está lá fora. 67. CRENTE OSMAR FALADO: Dívida velha ele não paga e a nova deixa ficar velha. Meu Deus !!!!!! 68. CRENTE PREGADOR FARAÔNICO: Prega-prega e não deixa o povo ir embora. A melhor parte é o amém. 69. CRENTE GATINHO Só estão contentes e animados na vida e na igreja quando mimados 70. CRENTE PASTEL DE FEIRA: Muita aparência, mas logo o que se nota é só vapor 71. CRENTE COMETA HALLEY: Até que vem na igreja, mas só depois de uma longa volta cósmica pelo universo de Greiscou. 72. CRENTE SELF SERVE: Quer o culto segundo suas preferências 73. CRENTE MENSALÃO: Só vem na igreja uma vez por mês. Mas no salão de beleza, festa, sorteio, é todo dia 74. CRENTE PELICANO Só tem papo. 75. CRENTE ELEFANTE: Não se dobra. 76. CRENTE CEBOLA Chora o culto inteiro, mas não se converte. 77. CRENTE REGIME: Quem senta perto dele não se alimenta da palavra, ele não deixa você prestar atenção. 78. CRENTE GLACÊ: Ele sempre tem que estar por cima. 79. CRENTE BOLSA DE VALORES: Um dia está em alta outro dia em baixa. 80. CRENTE QUIABO: Sempre que a igreja planeja algo, ele escorrega. 81. CRENTE BATERIA DESCARREGADA: Sem nenhuma energia, nem força para funcionar no reino de Deus 82. CRENTE CARROÇA. Só vai a igreja se alguém puxar. 83. CRENTE MOTOCICLETA: Faz muito barulho, é econômico, mas não tem ré. Falta humildade. 84. CRENTE PATO: Mergulha, mergulha e está sempre seco. Não se deixa transformar. 85. CRENTE PETER PAN: Não quer crescer. Tá sempre no be-a-ba e ainda critica quem cresce. 86. CRENTE PlIM-PLIM: Ora rapidinho (no intervalo) para não perder a novela... 87. CRENTE PORCO-ESPINHO: Vive alfinetando os irmãos. 88. CRENTE TESTUMUNHA DE ENJUÁ. É começar falar e lá vem tristemunho. 89. CRENTE RAIMUNDO: Um pé na igreja e outro no mundo. 90. CRENTE TAXI: Até que leva a cruz do próximo, mas com o taxímetro ligado. Ele sempre te cobra a ajuda. 91. CRENTE TIÉTE: Acompanha um pastor aonde ele for, não vai ao culto ou se retiram quando descobre que o pastor está ausente. Se puder o acompanha em qualquer viajem, até durante as suas férias. 92. CRENTE TRANSGÊNCIO. Modificado, mas não transformado. 93. CRENTE 333: Meio besta... (se não entendeu, fale com seu Pastor) 94. CRENTE SOLUÇO: Sempre vem quando não se espera. Atrapalha. Quando se acha que sossegou vem de novo com suas interferências. Quando se acredita que vai, ele volta, desaparece como começou sem avisar. Extraido : Pastor Julio Fonseca Pastora Mérces

domingo, 2 de dezembro de 2012

Pessoas difíceis ou comunicação inadequada

Pessoas difíceis ou comunicação inadequada?
Duas coisas indicam fraqueza: calar-se quando é preciso falar, e falar quando é preciso calar-se. Provérbio Persa Comunicar é uma atividade natural do ser humano e uma necessidade. Nos comunicamos diariamente, não apenas através da forma oral, mas da forma não-verbal, que são os sinais que o nosso corpo emite, sem que percebamos e comunica até o que não queremos. A comunicação, portanto, pode facilitar ou dificultar o andamento de nossas conversas, seja pessoal ou profissional. Assim, comunicar de forma assertiva é uma arte. Quantas vezes nos encontramos em situações que geram estresse ou mal entendido causados por problemas de comunicação? Parece que um fala grego e o outro troiano. Por que isso acontece? De acordo com o especialista em comunicação verbal com foco em gestão de pessoas, Reinaldo Passadori, são sete os principais pecados na comunicação: Apatia. O contrário é a empatia que nada mais é do que a capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendendo o nível sociocultural e o temperamento. Ser empático é ser generoso. Com voz serena, mas firme, pode-se articular palavras com calma, confiança, polidez o que torna a comunicação mais atraente. Insegurança. Profissionais inseguros geralmente se comportam de maneira agressiva, o que pode causar medo e intimidação. Quem conhece verdadeiramente, detém o controle de seus atos, gestos e palavras. Uma pessoa assertiva defende suas ideias e direitos e, ao mesmo tempo procura aceitar do outro o que deve ser feito. Impaciência. Quando se é impaciente é difícil ensinar e aprender já que não há espaço para a observação e o intercâmbio de informações. Uma postura sábia requer dar o tempo de maturação necessária aos acontecimentos e também tomar decisões firmes de forma serena, sem atropelos. Incoerência. É a diferença entre falar, defender uma ideia, valores ou posição e não seguir os discursos e as ideias apregoadas. Esse comportamento desperta desconfiança e descrédito, pois as pessoas acreditam que a qualquer momento o incoerente poderá mudar de lado, sem se importar com os desdobramentos das suas atitudes. Prolixidade. Ser excessivamente longo, cansativo, entediante numa conversa ou texto é um dos maiores pecados da comunicação. Geralmente o prolixo não reconhece que sua expressão é confusa, cheia de palavras repetidas ou sem um significado importante e que os ouvintes não prestam atenção justamente pela falta de objetividade. Ignorância. Falta de conhecimento, sabedoria e instrução sobre determinados temas, ou mesmo acreditar em algo falso, não tendo discernimento. Saber que existe mais conhecimento e profundidade em um assunto, porém não buscar isso. Fazer pouco caso da importância do saber e agir como se não precisasse do outro. Arrogância. Caracteriza a falta de humildade, alguém que não deseja ouvir, aprender algo que não saiba ou estar no mesmo nível do seu próximo. Contraposta, a humildade é uma das qualidades mais difíceis de exercer. Porém, humildade não significa ser fraco perante a posição que ocupa. Pode-se nascer com essa característica ou trabalhar para adquiri-la. A humildade é saber ouvir, sem passar por cima do outro, é ser reverente e ter conhecimento exato do que não se é. Portanto, para obtermos mais assertividade em nossa comunicação precisamos aprender a escutar e entender o que as outras pessoas dizem e estar atento aos gestos, aos movimentos e às expressões que muitas vezes revelam mais sobre alguém do que as próprias palavras. Essa é a receita básica para quem pretende ter um bom desempenho e domínio na arte de comunicar melhor. por Isi Golfetto, Blog Bate-papo com Estilo.

domingo, 4 de novembro de 2012

É no fato de sermos família que nos tornamos imagem de Deus?



A FAMÍLIA

E aí...Esperando o Messias? Perguntou o Samaritano. Claro! Respondeu o Sacerdote

Então vem aí o Messias para por Israel sobre tudo e sobre todos? Provocou o Samaritano.


A maioria pensa assim, meu amigo, mas estou chegando a outra conclusão. Disse o Sacerdote

Opa! Você saiu da caixa, mesmo! Instigou o Samaritano.

Exato! Eu estou retomando a questão da Imagem de Deus.


Disse o Sacerdote.

Ah sei! A Thorah*1 ensina que fomos feito à Imagem e Semelhança de Deus. Inclusive, parece que isso tem a ver com o fato de que: como Deus, somos seres racionais e cônscios de nós e do outro, assim como moralmente responsáveis, por causa da permissão que temos para decidir sem restrição. Por isso Deus nos julga e julgará. Emendou o Samaritano.

Eu também pensava assim, mas estou mudando de ideia. Disse o Sacerdote.

Como? Você acha que tem mais do que isso? Questionou o Samaritano.


Veja! Essas qualidades, que você alistou, os anjos também têm. Também são racionais, basta acompanhar os diálogos angélicos encontrados no texto sagrado, também têm consciência de si e do outro e há anjos do mal, o que implica em que houve algum tipo de julgamento, porque perderam o seu estado natural. E, se houve julgamento, são, também, seres moralmente responsáveis! Acrescentou o Sacerdote.


Então, a gente tem de ter algo que eles não têm. Afirmou o Samaritano.

Exato! Você sabe dos dois conceitos que há, na língua hebraica, que, embora traduzidos por um, único, ou unidade, em outras línguas, no hebraico têm diferença entre si? Perguntou o Sacerdote.

Sim, conheço, as palavras “echad” e “yachid”. A gente usa “yachid” quando quer falar de peça única, como em uma pedra, e usa “echad” quando quer falar de unidade necessariamente acompanhada de outras, como em um cacho de uvas, por exemplo. Completou o Samaritano.


Pois, você já notou que quando Moisés fala que Deus é único, no chamado à adoração no Deuteronômio 6.4, ele usa a palavra “echad”? E que, quando fala, no Genêsis 1.24, que Deus disse que o homem deve deixar pai e mãe e se unir à sua mulher, e que, quando isso acontece, se tornam uma só carne, também usa a palavra “echad” para designar o efeito da comunhão entre homem e mulher? Perguntou o Sacerdote, denotando emoção.

Rapaz! Isso é de impressionar! Você está a dizer que é na constituição da família que nos tornamos imagem de Deus? Diz o Samaritano.


Não ao nos constituirmos família, mas, no fato de sermos família. A gente não pode esquecer que Moisés nos ensinou que somos uma família, nós, todos os seres humanos, de todas as nações, viemos de um único casal: somos uma só família. Estou dizendo que somos imagem e semelhança de Deus, porque somos uma só família. E, cada um de nós, o é, porque nasceu nessa família, dessa família e para viver por essa e nessa família. Completou o Sacerdote.

Sim, pode até ser, mas isso se perdeu! Veja o nosso caso, somos de nações irreconciliáveis! Aliás, nem na família a gente vê isso! Anotou o Samaritano.


Pois é! Isso que eu penso que o Messias fará: conciliará todas os seres humanos e todas as nações, fazendo ressurgir a família humana, assim a imagem e semelhança de Deus reaparecerá! Exclamou o Sacerdote.

Lindo! E isso é muito mais do que restaurar a Israel! Todos seremos contemplados! Mas, você, ao dizer isso, não está dizendo que Deus, também, é uma família? Inquiriu o Samaritano.

É. Ou, no mínimo, unidade acompanhada, necessariamente, de outra ou outras. Eu percebo que Moisés insistiu em falar de Deus no plural. Assim como insistiu em dizer que nós, humanos, somos uma só criação, porque Deus só manipulou o barro uma vez, e só soprou uma vez, e que Adão, disse ele no Genesis 5.1 e 2, era o nome do casal e não do macho, de modo que, quando Deus passeava no jardim, e chamava por Adão, o casal se apresentava a Ele. Disse o Sacerdote.


Você está a dizer que Deus é uma família? Insistiu o Samaritano.

Bem... Acho que ainda não consigo dizer isso, mas estou profundamente incomodado com essa possibilidade*2. Replicou o sacerdote.

Bom, meu amigo, você já me deu muito para pensar; a gente se vê. E saiu o Samaritano.

*1 A Lei de Moisés - N.A.

*2 Nós, cristãos, cremos que Deus é uma família: Pai, Filho e Espírito Santo (Um Deus em Três Pessoas) - N.A.

autor: Ariovaldo Ramos



Leia mais: http://www.pastora-merces.com/conteudos2/humor%20crist%c3%a3o/

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

FORMANDO BONS RELACIONAMENTOS

PRINCÍPIOS BÍBLICOS PARA A FORMAÇÃO DE BONS RELACIONAMENTOS INTRODUÇÃO: Segundo alguns pensadores, um dos grandes problemas da chamada Pós-modernidade é “A Questão da Deserção”, ou seja a falta de credibilidade do homem nas instituições, o que acaba levado o ser humano a abandoná-las. Portanto, não é por acaso a falta de interesse que as pessoas têm em nossos dias pela política, história, questões sociais, trabalho e pela igreja. Tudo isso é fruto do momento por que passamos. A IGREJA é, sem dúvida, uma das instituições que mais sofrem com o ataque do “espírito dos tempos”!!! As pessoas vêm à igreja em busca de uma experiência com o transcendente (verticalizadoras). Só que essa experiência as leva também à experiências imanentes (horizontalizadoras). Crer em Deus, viver com Deus, estar em comunhão com o Senhor traz uma série de implicações para a vida do crente. Pois além do desenvolvimento de consceitos teológicos, de uma cosmovisão e de uma mentalidade, é mister também desenvolver um modus vivendi de acordo com valores e princípios. As relações extra-eclesiásticas e intra-eclesiásticas, sejam pessoais ou institucionais, precisam ser alicerçadas na Ética Cristã. Dizem que vivemos numa época de crise ética, pois nosso tempo é marcado pela idéia de “transvalorização de todos os valores” (Nietzsche). Segundo alguns, principalmente os valores cristãos estão sendo combatidos, por isso os mesmos parecem fora de moda. Falar de honestidade, de verdade, de fidelidade, de compromisso, etc., nos tempos atuais é um grande anacronismo. Por isso, há crentes que encontram dificuldades em estabelecer princípios para conduzir suas vidas. Alguns não sabem como encontrá-los ou formá-los, outros, apesar de terem tais princípios, não conseguem operacioná-los em seu dia-à-dia, tornando-se muitas vezes pessoas aéticas, contraditórias e inconvenientes. Precisamos assim de princípios firmes e consistentes que possam nortear nossas vidas, nossas decisões, nossas escolhas, nossas opções. Para nós evangélicos em geral, e batistas em particular, tais princípios são oriundos das escrituras. Como o assunto é bastante extenso, não sendo possível falar sobre todo o alcance da ética cristã, escolhemos falar sobre algo que tem nos incomodado muito nos últimos tempos. Refiro-me aos relacionamentos interpessoais na igreja. As questões que queremos discutir com os irmãos são: Como melhorar o nível e a qualidade dos nossos relacionamentos na igreja ? Como Ter relacionamentos menos superficiais ? Como superar a falta de transparência e as relações meramente formais ? Como tornar o outro de problema a bênção em nossa vida ? Como desenvolver relações sinceras, honestas, fieis e verdadeiras? Creio que é fundamental o estabelecimento de princípios que possam nortear nossas vidas. Tais princípios são fundamentados na Palavra de Deus: 1.Amar um ao outro (Rm 12:10 a). “Amai-vos cordialmente uns aos outros, com amor fraternal”. Amor é o princípio da excelência. Vivemos num mundo onde o homem confunde amar com usar. Martin Buber afirmou que Deus criou as coisas para serem usadas e as pessoas para serem amadas, mas o homem tem invertido esta ordem: ama as coisas e usa as pessoas. Relacionamentos onde as pessoas usam as outras pessoas não podem dar certo. Isso, independente do nível de relacionamento que se tem. É preciso Ter em mente que a visão bíblica do amor é de doação, entrega ( Jo 3:16), e não de posse ou usufruto. Na igreja, nunca podemos ver os outros apenas como pessoas que suprem nossas necessidades. O pastor, os diáconos, e outros. Nossa relações não podem ser meramente utilitárias. Estamos mais preocupados em Ter que em Ser (Erich Fromm). Nossa relações às vezes evidenciam isso. Outra coisa: o amor cristão é autruísta e deve independer de respostas, pois senão, como seria possível amar o inimigo, como Jesus nos orienta ? Devemos nos lembrar que nossos irmãos não são inimigos. Precisamos amar o outro ! 2.Aceitar um ao outro (Rm 15:07). “Portanto, recebei-vos uns aos outros, como também Cristo nos recebeu para a glória de Deus.” Muitas vezes convivemos com pessoas, mas não aceitamos o seu jeito de ser, suas limitações e potencialidades. Na verdade ninguém é perfeito. Todos somos limitados. A aceitação dos outros depende da aceitação das nossas próprias limitações. (macaco sentado no rabo) Se você não se aceita, terá dificuldades em aceitar os outros, e mais, terá grande dificuldade em receber o outro em sua vida. Essa é a idéia do texto. Não resistir, não criar barreiras. Há pessoas que constroem verdadeiros muros entre elas e o seu cônjuge . Moram na mesma casa, dormem na mesma cama, se alimentam à mesma mesa, mas entre um e outro há uma barreira. Como podem ser felizes juntos ? Na igreja também. A Bíblia nos diz em Efésios 2:14, que Jesus já derrubou todas as paredes que nos separavam, Ele destruiu toda inimizade. O problema é que nós reconstruímos constantemente os muros novamente. (mecanismos de defesa). Precisamos aceitar o outro. Precisamos receber o outro. Precisamos tirar as barreiras que impedem um relacionamento de maior qualidade e maior profundidade. 3.Saudar um ao outro (Rm 16:16). “Saudai-vos uns aos outros com ósculo santo.” Esta era a prática na igreja primitiva: a saudação com um beijo. Era a prática comum em muitas culturas da época, como ainda o é em algumas de nossas culturas. O que quero resgatar aqui não é a forma da saudação, mas a saudação em si. Saudar o outro, além de ser educado, tem um grande poder psicológico, pois implica que reconhecemos a existência do outro. Creio que o outro se sente valorizado e notado quando o saudamos. Coisa terrível é a insignificância ! Mas há pessoas que são “craques” em fazer com que os outros se sintam insignificantes ! (Pr Lutero – chamar pelo nome: chamar de meu querido, meu amado, esconde hipocrisia) Há maridos que se levantam e não dão um bom dia, um beijo na esposa e nos filhos. Há esposas que quando chegam em casa não conseguem se dirigir ao cônjuge com uma palavra de carinho. Os filhos pedirem a bênção dos pais já saiu de moda há muito tempo ! Há casais que parecem estar brincando daquela brincadeira que diz que “quem falar primeiro é a mulher do sapo!” ! Há irmãos que não se falam, não se cumprimentam na Igreja. Às vezes até na igreja eles se falam, mas na rua fazem de conta que não conhecem. Precismos saudar o outro ! Precisamos nos comunicar ! “Quem não se comunica se trumbica”! Comunicação com palavras e gestos (todo o corpo comunica). 4.Ter cuidado um pelo outro (I Co 12:25). “Para que não haja divisão no corpo, mas antes tenham os membros igual cuidado uns pelos outros.” Vivemos numa sociedade extremamente individualista e competitiva. Às vezes permitimos que esse estilo de vida penetre em nossa igreja e então não conseguimos mais desenvolver um compromisso com o bem do outro. Nossa vida passa a ser marcada pela competição e cada um passa a tentar mostar que é superior ao outro. Cada pessoa passa a cuidar da própria vida, dos interesses pessoais, dos seus projetos individuais. Não há mais lugar para o coletivo, não há mais cuidado um do outro. Precisamos resgatar o senso de coletividade, de grupo, dentro de nossos lares. Segundo Rubem Alves, precisamos jogar mais frescobol e menos tênis ! (derrotar, ganhar e prazer em jogar). Precimamos cuidar do outros ! Demosntrar mais interesse, compartilhar ! Ser contra a competição e a favor da cooperação. 5.Não consumir (destruir) um ao outro (Gal 5:15). “Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede não vos consumais uns aos outros.” Há irmãos que estão se consumindo dia após dia. Alguns brigam, fazem intrigas e dissensões, e se agridem. Outros matam o irmão no cansaço (agressão). Agredimos fisicamente, com palavras e às vezes com a ausência delas ! O relacionamento na igreja é para o crescimento da igreja. E nesse ponto é bom dizer que a igreja deve crescer junto. Um não tem que destruir o outro para crescer, mas deve apoiar o outro para que cresçam juntos. As intrigar precisam ser superadas com diálogo. Conheci um Casal em que um cônjuge entrou em depressão por causa da ausência de palavras do outro. Precisamos viver em harmonia, incentivando o crescimento de ambos. Toda violência física ou psicológica deve ser abandonada. (Racca) 6.Levar as cargas uns dos outros (Gal 6:2). “Levais as cargas uns dos outros, e assimes tareis cumprindo a Lei de Cristo.” Há momentos na vida que precisamos desenvolver “relações de ajuda”. Esse é um tema bem falado hoje em psicologia, mas que a Bíblia já apresenta há dois mil anos. Para ajudar é preciso estar próximo. Lembram da discussão nos Evangelhos de quem é o próximo ? O próximo não é outro, sou eu (Bom Samaritano). As vezes vivemos em grupos, mas estamos sozinhos. Privatização (Amorese). Somos massa, mas não somos povo. Isso me incomoda nos dias atuais. Vamos aprender a dividir nossas cargar, vamos compartilhar mais nossas vidas. Para isso, é preciso Ter confiança ! Ler 2 Co 1:3,4. 7.Perdoar um ao outro (Ef 4:32). “Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.” Acho que uma das coisas mais difíceis da vida é perdoar uma outra pessoa, é não imputar sobre ela a culpa que ela tem, é absolvê-la de uma condenação. Somos justiceiros, apesar de extremamente injustos !!! Mas acredito trambém que duas ou mais pessoas não podem andar juntas sem perdão. Acredito que o perdão é fruto da ação de Deus sobre nossa vida. Para que aconteça devemos deixar Deus agir em nossa vida, nos conscientizando que somos pecadores e que também nós precisamos do seu perdão. Não há relação sadia sem necessidade de perdão, pois não há cconvivência sem mágoas, frustrações e ressentimentos. Somos todos imperfeitos e por isso fazemos o que não devemos. Magoamos, machucamos ... , precisamos nos arrepender. Precisamos também perdoar o outro por suas mazelas. O perdão é libertador, não só do perdoado, mas também do que perdoa. Por issso precisamos perdoar mais. (exemplo). 8.Não mentir um ao outro (Col 3:9), ou, falar a verdade um ao outro (Ef 4:25). “Não mintais uns aos outros...”, ou, “Pelo que deixai a mentira e falai a verdade cada um com o seu próximo.” Num relacionamento sério é preciso deixar a mentira e abandonar as meias-verdades. Há relacionamentos que começam a partir de mentiras . Como poderão dar certo ? (caso de um aconselhando) . A verdade precisa ser dita sempre, mesmo que muitas vezes com bastante cuidado para não magoar. Nunca deve ser usada para agredir o outro, mas sempre para ajudá-lo. Por isso a verdade deve ser dita em amor. Não como se estivesse atirando pedras nos outros. Uma outra questão é que há pessoas que perdaram a confiança no outro por causa das mentirinhas. A verdade deve ser dita sempre, mas não para machucar. 9.Encorajar um ao outro (I Tess. 5:11). “Pelo que exortai-vos uns aos outros...” Dizem que uma das características dos homens e mulheres de nosso tempo é a ausência de coragem, ou a covardia. Por isso, homens e mulheres precisam ser encorajados ao, bem, à justiça, etc... Muitas vezes permitimos que palavras duras, de crítica e de desestímulo tomem lugar nos nossos relacionamentos. Há até aqueles que pensam que uma exortação é sempre dura e marcada por repreensões. Nada disso ! A idéia aquí é de estimular, incentivar ao crescimento, encorajar o outro à vitória. As nossas palavras na igreja precisam ser mais positivas. Quantas vezes uma crítica desestrutura e desanima o outro, impedindo-o que continue lutando por alguma coisa. Não devemos induzir o outro ao erro, mas ao acerto. (novamente o frescobol). Precisamos encorajar mais. Precisamos crescer juntos! 10.Orar um pelo outro (Tg 5:16 b). “... Orai uns pelos outros...” Esta é uma característica imprescindível nos relacionamentos cristãos. Inclusive por que, acredita-se, os cristãos oram constantemente. Se oramos, em especial devemos fazê-lo por nossos queridos irmãos (até pelos não tão queridos). Precisamos aprender a agradecer a Deus pela igreja que nos tem dado. Vivemos o tempo de crise institucional. Fazemos críticas. Não vemos o que de bom há em nosso meio. Agradecer por tudo, por pessoas, situações, vitórias, e até pelas dificuldades, pois através delas temos tido o caráter moldado. Às vezes somos muito murmuradores e não sabemos valorizar o que temos. “A grama da casa do vizinho é mais verde do que a da nossa casa...”. Precisamos aprender a interceder pela igreja que Deus nos tem dado. Colocando vidas, problemas, dificuldades, planos, projetos. Tudo deve ser apresentado diante de Deus. Devemos consagrar constantemente nossa vida à Deus. Precisamos Ter mais fé, sabendo que muito pode a oração de um justo. Necessitamos acreditar que Deus é misericordioso e cheio de graça, e que Ele supre as nossas necessidades. Aquele relacionamento que você acha que não tem jeito, tem jeto sim. Deus pode dar um jeito nele se você quiser. CONCLUSÃO: Os princípios bíblicos devem ser seguidos para que haja estabilidade na Igreja. A Palavra de Deus é norteadora. Praticando os princípios melhoraremos a qualidade dos relacionamentos, nas mínimas coisas. Isso gerará prazer e alegria na convivência eclesiástica, tornando estáveis os relacionamentos. Isso faz-me lembrar de Jesus, ao final do Sermão da Montanha, quando falou sobre os dois tipos de ouvintes (Mt 7): os que são como os que constroem a casa sobre a areia. Ouvem, mas não praticam; 2)Os que são como os que constroem a casa sobre a rocha. Ouvem e praticam. Que as nossas igrejas, os nossos relacionamentos eclesiásticos sejam construidos sobre a rocha, para que diante das tempestades da vida, das instabilidades cotidianas, possam estar firmes, de pé, para a glória de nosso Deus !!! por Pastor Diogo Magalhães

domingo, 9 de setembro de 2012

Mandamentos para pastores

10 MANDAMENTOS PARA PASTORES 1 – Não amarás mais sua igreja do que sua família Família e igreja são instituições criadas por Deus, é verdade. Infelizmente encontramos pastores que canalizam mais o seu amor e atenção à igreja, esquecendo que a família deve ser, depois de Deus, a instituição que deve ser priorizada na vida, seja de pastor ou não. 2 – Nunca permita que sua esposa faça na igreja algo apenas porque é a esposa do pastor Lembro-me que certa vez fui sondado para ser pastor de uma igreja e a comissão de sucessão perguntou a Bete se ela tocava piano, porque queriam um pastor que fosse casado com uma pianista. Esposa de pastor deve ser envolver nos trabalhos da igreja, antes de tudo, como crente que recebeu de Deus dons e talentos como todos os crentes. 3 – Nunca deixe de tirar férias com sua família Uma vez ouvi um pastor falando a plenos pulmões que se orgulhava em dizer que seu cuidado para com a igreja era tanto que havia anos que não tirava férias com a família. Foi-se o tempo que isso soava bem aos ouvidos do povo de Deus. 4 – Mostre sempre para a igreja que você também é marido e pai A igreja precisa entender de que como marido e pai você não vai ter condições de participar de todos os cultos, reuniões da igreja. Você precisa ter coragem para dizer à sua igreja que num determinado sábado você sairá para jantar com sua esposa. 5 – Jamais passe para a igreja que você tem um casamento e uma família perfeita Por quê? Porque todos nós somos pecadores. A igreja não quer um pastor perfeito. Os casais precisam saber que como todos os mortais, você tem conflitos e desafios pessoais para melhorar sua vida conjugal e familiar a cada dia. 6 – Nunca se esqueça: Existem centenas de igrejas, mas família você só tem uma O maior legado que você deve deixar é no seio de sua família. O que adianta ser lembrado pela igreja ou denominação, mas não encontrar com seus filhos no céu? Seja um pastor aprovado por Deus na igreja e na família. 7 – Nunca pense que você está imune a um envolvimento sexual ilícito Esteja atento. O Diabo vai querer derrubar você na área moral. Muito cuidado com o relacionamento com o sexo oposto. Lembre de tratar as mulheres mais idosas como mães e as mais novas como irmãs. 8 – Quando chegar em casa, seja esposo e pai Se usa terno e gravata, tire assim que chegar em casa. Beije sua esposa, abrace seus filhos. Ajude sua esposa no cuidado da casa e com as crianças. Role no chão com seus filhos se ainda são pequenos. Converse com seu filhos adolescente. 9 – Mostre para seus filhos que há coerência entre o que você prega e o que vive em casa. Seus filhos estão percebendo se aquilo que você fala do púlpito é vivido dentro de casa. Sua esposa também. Não seja um fariseu, pregando algo que não vive no casamento e na família. 10 – Nunca se esqueça de que quem sustenta sua família é Deus e não a igreja a que serve. Trabalhe na igreja como um homem chamado por Deus, não para ganhar dinheiro. Nunca se esqueça de quem o sustenta é Deus. Se um dia a igreja deixar de sustentar sua família, saiba que Deus irá providenciar outras fontes. O seu sustento vem de Deus e não da igreja. Do blog do Pastor Anselmo Melo A foto e postagem: Pastora Mérces

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Pastores com síndrome de Super-Homem

Pastores com síndrome de Super-Homem

 
Quantos pastores com mania de grandeza você conhece? Parece que existe uma síndrome de Super-Homem entre os líderes “cristãos”.

Sempre pensam que são os melhores pregadores, ou tem a melhor igreja, ou seus projetos são os melhores. Um não conta com o outro e um não anda junto com o outro.

Dificilmente vemos projetos de igrejas unidas em favor da sociedade ou de um grupo de pessoas. Justamente porque o líder sempre quer levar o mérito sozinho. Seus projetos é que devem ir para frente, não o dos outros.

Normalmente esse tipo de líder é o dono da situação.

O problema daquele que pensa ser o dono da situação, aquele que as coisas não podem acontecer se ele não estiver, é que este se coloca no lugar de Deus.

Como se Deus só fosse abençoar se tivesse a mão daquele que pensa ser mais especial do que os outros. Muitos pensam que suas orações são mais especiais do que dos outros. Que Deus tem um chamado “especial” na vida deles.

Acham que sabem tudo, não precisam de ninguém. Querem apenas ensinar.

Quando algo não dá certo, nunca é culpa deles. Sempre tem um outro culpado que não fez o que deveria. O problema desse camarada é que nunca poderá crescer, pois ele já sabe tudo. Normalmente fica surpreso quando vê Deus agindo e usando outras pessoas.

Contudo, o chamado de Jesus para nós é especial. Para todo mundo. Deus não tem filhos prediletos e nem precisa de intermediários para abençoar projetos.

Existem projetos tão grandiosos, com líderes tão “bons”, porém tais projetos não são de Deus, tampouco os líderes são. Assim era a Igreja da Laodicéia, rica, com projetos grandiosos, porém Jesus estava do lado de fora.

Por outro lado, a igreja de Filadelfia, cujos projetos eram tão pequenos e não mereciam a atenção de ninguém, era a igreja que Jesus mais elogiou.

Será que nosso cristianismo de hoje em dia está certo mesmo?

Será que temos nos colocado como tão especiais para Deus, que estamos orando para nós mesmos?

O Senhor não veio chamar justos e sim pecadores ao arrependimento. Não existem líderes “incaíveis”, todos pecam, e muitos se perdem no meio do caminho. Aquele que pensa estar de pé, cuide para que não caia.

Na verdade, a meta do homem de Deus é: Importa que Cristo cresça e eu diminua. Caso o objetivo seja promoção pessoal, vitória financeira, títulos religiosos, influenciar pessoas, política, ou qualquer outra coisa que não seja a Glória e Honra de Deus, este ainda que pense estar de pé, já está caído…
 CJGospel.com 

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Orai sem cessar!

“Será que nos encontramos num padrão tão inferior ao dos cristãos
neotestamentários que não possuímos mais a fé dos nossos antepassados
(com todas as suas realizações e implicações), mas somente a fé emocional
de nossos contemporâneos? A oração é para o crente o que o capital é para
um homem de negócios.” (Leonard Ravenhilll)


quarta-feira, 13 de junho de 2012

PASTORES OU LOBOS?

Que pastores serão estes que conduzem abertamente suas ovelhas ao abismo? Pastores buscam o bem das ovelhas; lobos buscam os bens das ovelhas. Pastores gostam de convívio; lobos gostam de reuniões. Pastores vivem a sombra da cruz; lobos vivem a sombra dos holofotes. Pastores choram por suas ovelhas; lobos fazem suas ovelhas chorarem. Pastores têm autoridade espiritual; lobos são autoritários e dominadores. Pastores têm esposas; lobos têm coadjuvantes. Pastores têm fraquezas; lobos são poderosos. Pastores olham nos olhos; lobos contam as cabeças. Pastores apaziguam as ovelhas; lobos intrigam as ovelhas. Pastores têm senso de humor; lobos levam a sério. Pastores são ensináveis; lobos são donos da verdade. Pastores têm amigos; lobos têm admiradores. Pastores se extasiam com o mistério; lobos aplicam técnicas religiosas. Pastores vivem o que pregam; lobos pregam o que não vivem. Pastores vivem de salários; lobos enriquecem. Pastores ensinam com a vida; lobos pretendem ensinar com discursos. Pastores sabem orar em secreto; lobos só oram em público. Pastores vivem para suas ovelhas; lobos se abastecem de suas ovelhas. Pastores vão para o púlpito; lobos vão para o palco. Pastores são apascentadores; lobos são marqueteiros. Pastores são servos humildes; lobos são chefes orgulhosos. Pastores se interessam pelo crescimento das ovelhas; lobos pelo das ofertas. Pastores apontam para Cristo; lobos apontam para si mesmos. Pastores são usados por Deus; lobos usam as ovelhas em nome de Deus. Pastores falam da vida cotidiana; lobos discutem o sexo dos anjos. Pastores se deixam conhecer; lobos se distanciam e ninguém chega perto. Pastores sujam os pés na estrada; lobos vivem em palácios e templos. Pastores alimentam as ovelhas; lobos se alimentam das ovelhas. Pastores buscam a discrição; lobos se autopromovem. Pastores conhecem, vivem e pregam a graça; lobos vivem sem lei e pregam a lei. Pastores usam as Escrituras como texto; lobos usam as Escrituras como pretexto. Pastores têm compromisso como Reino; lobos têm compromissos pessoais. Pastores vivem uma fé encarnada; lobos vivem uma fé espiritualizada. Pastores ajudam as ovelhas a se tornarem adultas; lobos perpetuam a infantilidade. Pastores confessam os seus pecados; lobos expõem o pecado dos outros. Pastores são simples e comuns; lobos são vaidosos e especiais. Pastores têm dons e talentos; lobos têm cargos e títulos. Pastores são transparentes; lobos têm agendas secretas. Pastores dirigem igreja comunidade; lobos dirigem igreja empresa. Pastores pastoreiam ovelhas; lobos seduzem ovelhas. Pastores trabalham em equipes; lobos são prima-donas. Pastores constroem vínculos de interdependência; lobos aprisionam a co-dependência. À luz do exposto, a pergunta que cada um de vocês deve se fazer é: “Meu pastor é um pastor mesmo ou um lobo?” por Pr. Moisés Romero

domingo, 3 de junho de 2012

ESTRESSE: Conheça este inimigo

Dr. Antônio Carlos Barretos e Dra. Rebeca Santos

Dentre as várias definições, o estresse pode ser considerado uma reação física a determinadas questões da vida capazes de alterar o equilíbrio interno do indivíduo. Está ligado a quatro sistemas do organismo humano, o esqueléticomuscular, o imunológico, o gastrointestinal e o cardiovascular. A reação física pode ser determinada pelo cansaço (físico e psicológico), gripe, gastrite, dores no peito, palpitações, e outras manifestações clínicas.
De acordo com o cardiologista Dr. Antônio Carlos Pereira Barretos, o principal fator que provoca o estresse é a sobrecarga no trabalho (acúmulo de tarefas), e a falta de organização e capacidade de distribuir as tarefas e funções. Os problemas considerados sem solução que as pessoas têm no dia-a-dia, também levam ao estresse. "O ideal é quebrar a rotina fazendo outras atividades ou exercícios físicos nas horas de lazer", aconselha o Dr. Barretos. Além do lazer, o Dr. Barretos fala que uma alimentação balanceada, rica em carboidrato e proteína, e pobre em gordura ajuda a prevenir o estresse. A gordura também pode causar outros malefícios para nosso organismo, principalmente para quem não pratica nenhuma atividade física. Doce deve ser evitado, só ingerido de vez em quando. O fast-food e as frituras devem ser substituídos por pratos leves, como frango acompanhado de salada, por exemplo.
Agitação, insônia, descontentamento com as questões do dia-a-dia, péssimo desempenho no trabalho e dificuldade para resolver simples problemas podem ser sintomas de um estressado. Segundo o Dr. Barretos, o especialista sempre ajuda, pois o psicólogo e o psiquiatra levam as pessoas a encontrar um caminho para a resolução de problemas. Mas vale lembrar que, para evitar uma consulta a um especialista, tentar se organizar identificando e resolvendo os problemas por etapas é outra saída.
Entretanto, é necessário explicar a questão do estresse visto como uma doença. O Dr. Barretos afirma que só é caso de doença se o estresse estiver somado a outros fatores de risco, como cigarro, sedentarismo ou má alimentação, podendo então provocar distúrbios cardiológicos. Além disso, como já foi citado, pode causar manifestações clínicas, como gastrite (devido à falta de apetite), dores no peito, palpitação (provocada pela descarga de adrenalina), e outras.
A estatística do estresse no Brasil é uma questão complicada, por não haver dados precisos. Sabe-se que o perfil que ainda lidera é o homem executivo, mas com o aumento de mulheres no mercado de trabalho, cresceu também o número de mulheres que sofrem do mal.
Todo tratamento, incluindo a duração e exercícios recomendados, varia de acordo com cada caso e com o nível de estresse apresentado pelo indivíduo. Segundo a Dra. Rebeca, há grande discussão sobre os exercícios ideais. Para ela, as atividades aeróbicas - caminhada, corrida, natação e bicicleta são mais eficazes. Mas há também um acompanhamento terapêutico, com técnicas de relaxamento, respiração, yoga, meditação, dança, e outras. "A atividade indicada depende das condições de cada paciente. Existem pessoas que conseguem se desligar mais facilmente dos problemas do que outras", fala a psicóloga.
Além do tratamento terapêutico, há a psicoterapia na qual agem em parceria o médico e o psicólogo, para os casos mais complexos. O uso de medicamentos deve ser sempre indicado por um especialista e também varia de acordo com cada caso, podendo ser tranqüilizantes, anti-depressivos, etc. "O tratamento para o estresse visa equilibrar relaxamento e preocupação. Os sintomas podem voltar dependendo das questões do dia-a-dia do indivíduo. Para isto, há uma reorientação", explica a Dra. Rebeca.
Prevenir o estresse não tem nenhum segredo, basta que se tenha uma boa qualidade de vida social, sabendo conciliar a tensão da rotina de trabalho, as horas de lazer e as atividades físicas.

Dr. Antônio Carlos Pereira Barretos é cardiologista e dirige a Unidade Clínica de Prevenção Cardiológica.
Dra. Rebeca Santos é a psicóloga responsável pela Unidade de Reabilitação Cardiovascular e Fisiológica do Exercício Condicionado. Ambos são especialistas do Instituto do Coração

quarta-feira, 30 de maio de 2012

RUDE CRUZ - A Mensagem da Cruz
 "Mas Deus demonstra seu amor por nós pelo fato de ter Cristo
morrido em nosso favor, quando ainda éramos 
pecadores." (Rom 5.8)   http://pastoramerces.webnode.com.br
"Se alguém quiser vir comigo, renuncie-se a si mesmo, 
tome sua cruz e siga-me" (Mat.16.24-28) 
http://saude-espirito-alma-corpo.ning.com